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Carrapatos geram prejuízo bilionário à pecuária de corte no Brasil

Carrapatos podem causar perdas de mais de R$ 300 milhões à pecuária de corte, além de reduzir ganho de peso e aumentar custos sanitários.

11 de setembro de 2026 3 min de leitura
Carrapatos geram prejuízo bilionário à pecuária de corte no Brasil

Carrapatos continuam entre os principais problemas sanitários da pecuária de corte no país. Segundo a matéria do Canal Rural, os parasitas podem causar perdas de mais de R$ 300 milhões aos pecuaristas, com impacto direto na saúde do rebanho e na produção de carne e leite.[1]

O problema pesa no bolso porque afeta desempenho, exige mais gasto com controle e reduz a eficiência da fazenda. Em um cenário de custo alto e margem apertada, a infestação vira perda imediata de produtividade.[1][2]

O que aconteceu

A reportagem mostra que o carrapato é um parasita persistente nos rebanhos brasileiros e que o impacto vai além do desconforto animal. Ele reduz ganho de peso, compromete a conversão alimentar e aumenta a necessidade de tratamentos e manejo sanitário.[1]

Estudos citados em materiais da Embrapa apontam que o carrapato-do-boi é um dos maiores vilões da pecuária nacional. Em estimativas técnicas, o prejuízo anual causado por esse parasita já foi calculado em US$ 3,2 bilhões por ano, considerando perdas diretas e indiretas.[2][3]

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Por que importa para o agro

Na pecuária de corte, carrapato significa menos arrobas por animal, mais gasto com insumos e maior risco de perda de lotes mais sensíveis. O problema não atinge só fazendas com infestação severa. Mesmo níveis moderados já derrubam o resultado final da engorda.[1][2]

O impacto também chega à cadeia industrial. Menor ganho de peso prolonga o tempo de abate, piora a previsibilidade de oferta e pressiona custos de produção. Para o produtor, isso reduz rentabilidade; para o mercado, aumenta a pressão por manejo sanitário mais eficiente.[1][3]

Dados e contexto

IndicadorDado
Perda estimada citada na matéria**Mais de R$ 300 milhões**
Prejuízo anual estimado pela Embrapa em estudos técnicos**US$ 3,2 bilhões**
Natureza do impactoPerda de peso, custo sanitário e menor produtividade
Principal efeito econômicoRedução da eficiência da pecuária de corte

A Embrapa já tratou o carrapato-do-boi como um dos parasitas mais relevantes da pecuária brasileira, com dano econômico expressivo em carne e leite.[2][3] Em outro levantamento da instituição, os parasitas como um todo chegaram a representar perdas muito maiores para a pecuária, reforçando que sanidade é item central de gestão.[4]

O que observar daqui pra frente

A tendência é de maior pressão por controle integrado, com monitoramento frequente, rotação de princípios ativos e atenção à resistência parasitária. Sem manejo contínuo, o carrapato volta rápido e o custo sobe junto. O produtor que acompanha o problema de perto preserva peso, reduz descarte e protege margem.[1][2]

Fontes

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