
Juros futuros sobem levemente em sessão de baixa liquidez
Juros futuros fecharam com alta discreta na B3, em um pregão de liquidez fraca e foco no rumo da Selic.

Juros futuros fecharam com alta discreta na B3, em um pregão de liquidez fraca e foco no rumo da Selic.
Juros longos voltam a subir, elevam o custo de financiamento e deixam o mercado mais cauteloso, com impacto direto no crédito para o agronegócio.
Alta dos juros futuros na B3, puxada por Treasuries e petróleo perto de US$ 94, aumenta o custo de crédito e acende alerta para o produtor rural.
Taxas longas de juros avançaram com a piora da percepção fiscal e aumentaram o custo do dinheiro para prazos maiores.

Percepção de maior risco eleitoral em 2026 fez a curva de juros futuros subir e ganhar inclinação, encarecendo o crédito e pressionando o custo financeiro do agro.
Queda dos juros futuros reabre espaço para cortes na Selic e melhora o custo de financiamento no agro, mas cenário político segue no radar.

Queda dos juros futuros reforça expectativa de continuidade do ciclo de cortes da Selic, aliviando custo de crédito e melhorando cenário para investimentos no agro.

Curva de juros futuros cai com recuo do petróleo e avanço diplomático entre EUA e Irã, reacendendo apostas em corte da Selic e aliviando o custo financeiro do agro.
Queda dos juros futuros reforça a leitura de alívio monetário, mas o mercado ainda vê Selic alta por mais tempo.
Juros futuros recuam até 20 pontos-base com tombo do petróleo após sinais de negociação entre EUA e Irã, abrindo espaço para crédito mais barato ao agro.
Queda dos juros futuros na B3, puxada por dólar mais fraco e dados de atividade em desaceleração, mexe com custo de crédito e planejamento do agro.

A piora na percepção do risco fiscal elevou os juros futuros e acendeu alerta para crédito mais caro e pressão sobre o financiamento do agro.
Queda dos juros futuros pelo sexto dia seguido reduz prêmios de risco e abre espaço para custos menores de crédito no agro.

Queda do petróleo derruba juros futuros e aumenta a aposta de corte da Selic, com impactos diretos no crédito e nos investimentos do agronegócio.
IPCA-15 de junho abaixo do esperado derruba juros futuros e alivia parte da pressão sobre o custo do crédito no Brasil.

Aperto nos juros futuros, alta do dólar e petróleo pressionam expectativas para a Selic e elevam o custo financeiro do agronegócio.

Taxas futuras avançaram na B3 com piora do cenário externo, alta do petróleo e pressão sobre dólar e inflação.

Queda dos juros futuros e menor inclinação da curva aliviam custo de crédito e abrem espaço para renegociações no campo.