Gestão

André Rocha é reeleito presidente da Fieg para 2027-2030

Empresário do setor sucroenergético seguirá no comando da Fieg, com foco na competitividade da indústria goiana e na integração com o agronegócio.

06 de outubro de 2026 4 min de leitura
André Rocha é reeleito presidente da Fieg para 2027-2030

O empresário e engenheiro civil André Luiz Baptista Lins Rocha foi reeleito presidente da Federação das Indústrias do Estado de Goiás (Fieg) para o quadriênio 2027-2030. A eleição ocorreu em 5 de outubro, em Goiânia, com chapa única. A recondução mantém no comando da entidade uma liderança ligada aos setores sucroenergético e de bioenergia.

O que aconteceu

A votação foi realizada na Casa da Indústria e definiu a nova Diretoria Executiva da Fieg. André Rocha seguirá à frente da federação após exercer o primeiro mandato no biênio 2025-2026.

Além da presidência da Fieg, Rocha comanda o Sindicato da Indústria de Fabricação de Etanol do Estado de Goiás (Sifaeg), o Sindicato da Indústria de Fabricação de Açúcar (Sifaçúcar) e o Sindicato da Indústria de Geração de Bioenergia de Goiás (Sind-Bio).

A principal diretriz anunciada para o novo mandato é dar continuidade ao trabalho de fortalecimento da competitividade da indústria goiana. A agenda inclui articulação institucional, inovação, qualificação profissional e melhoria das condições para investimentos.

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Por que importa para o agro

A indústria sucroenergética é uma das principais conexões entre o agronegócio e a atividade industrial em Goiás. A produção de cana-de-açúcar abastece usinas de etanol, açúcar e bioenergia, além de movimentar transportadoras, fornecedores de máquinas, prestadores de serviços e trabalhadores no interior do estado.

A permanência de um representante do setor de bioenergia na presidência da Fieg pode ampliar a prioridade dada a temas como infraestrutura, crédito, tributação, segurança energética e transição para fontes renováveis. Essas decisões afetam diretamente os custos de produção e a capacidade de expansão das usinas.

Para produtores de cana, a atuação da federação também pode influenciar o ambiente de negócios e o diálogo com governos. Uma indústria mais competitiva tende a fortalecer a demanda por matéria-prima, mas os resultados dependem de preços, produtividade, clima e condições de comercialização.

Dados e contexto

  • Mandato: quadriênio 2027-2030.
  • Formato da eleição: chapa única.
  • Local da votação: Casa da Indústria, em Goiânia.
  • Setores de atuação do presidente: sucroenergético e bioenergia.
  • Entidades presididas por André Rocha: Fieg, Sifaeg, Sifaçúcar e Sind-Bio.
A Fieg representa a indústria de Goiás e atua na defesa de pautas relacionadas à produção, ao emprego, à infraestrutura e à formação profissional. No caso do agronegócio, a entidade participa de discussões que envolvem agroindústrias, energia, logística e agregação de valor às matérias-primas.

A bioenergia ganhou espaço na matriz produtiva goiana com a expansão do etanol, da cogeração elétrica e do aproveitamento de resíduos industriais. A integração entre usinas, fornecedores e produtores é decisiva para melhorar a eficiência da cadeia.

O que observar daqui para frente

O mercado deve acompanhar as prioridades da nova gestão para infraestrutura, crédito, qualificação e competitividade. Também será relevante observar como a Fieg atuará nas discussões sobre etanol, açúcar, geração de energia e políticas industriais. Para o produtor, os efeitos mais práticos dependerão da capacidade de a entidade transformar a representação institucional em melhores condições de investimento, comercialização e expansão da cadeia.

Fontes

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