Expo Rio Preto recebe 50 mil visitantes na primeira semana
A 63ª Expo Rio Preto já atraiu 50 mil pessoas e reforça o peso da feira para negócios, genética animal e circulação de renda no agro paulista.

A 63ª Expo Rio Preto chegou à primeira semana com 50 mil visitantes e reforçou seu peso entre as principais feiras do agro paulista. O evento vai até 16 de agosto e reúne mais de mil bovinos e equinos, além de agenda de negócios, julgamentos e programação técnica.
O número ajuda a medir a força comercial da feira. Em um setor em que exposição de animais, leilões e relacionamento comercial andam juntos, o fluxo de público indica demanda aquecida e boa capacidade de atrair produtores, expositores e compradores.
O que aconteceu
A Expo Rio Preto foi aberta em São José do Rio Preto (SP) no início de agosto e já registrou público expressivo na primeira semana. Segundo a cobertura do G1, a feira recebeu 50 mil visitantes no período, em um evento que segue até o dia 16.[1]
A programação reúne mais de mil bovinos e equinos, com foco em exposição, julgamentos e atividades ligadas ao agronegócio.[1] A organização também mantém entrada e estacionamento gratuitos, o que amplia o acesso de famílias, produtores e interessados em conhecer a feira.[3]
A prefeitura informa que a exposição foi desenhada para unir negócios e público geral, com leilões, palestras técnicas, cursos e espaço para pequenos e médios produtores.[3]
Por que importa para o agro
Feiras como a Expo Rio Preto funcionam como vitrine comercial para genética, insumos, serviços e parcerias. Quando atraem grande público, aumentam as chances de fechamento de negócios e de circulação de informação técnica entre criadores e fornecedores.[3][7]
O evento também ajuda a movimentar a cadeia local. A expectativa oficial é de R$ 50 milhões em negócios ao longo da edição, além de mais de 100 mil visitantes nos 16 dias.[3][7] Para produtores, isso significa mais oportunidades de venda, compra e comparação de oferta em um único ambiente.
Dados e contexto
| Indicador | Dado |
|---|---|
| Público na primeira semana | **50 mil visitantes** |
| Animais em exposição | **Mais de mil** bovinos e equinos |
| Duração | **1º a 16 de agosto** |
| Expectativa de negócios | **R$ 50 milhões** |
| Meta de público total | **Mais de 100 mil pessoas** |
A própria organização trata a Expo Rio Preto como a maior feira agropecuária de São Paulo em número de animais.[1][3] Na edição anterior, a comunicação do evento informou R$ 38,5 milhões em negócios, 5,1 mil animais em exposição e 102 mil visitantes.[7]
O que observar daqui pra frente
O desempenho dos próximos dias vai mostrar se o bom início se transforma em volume real de negócios. Para criadores e empresas do setor, o principal ponto é acompanhar a adesão aos leilões, às palestras técnicas e às agendas voltadas à bacia leiteira e ao gado de corte.[5]
Se a feira mantiver o ritmo de público, pode consolidar São José do Rio Preto como polo regional de eventos do agro com forte apelo comercial. Para o produtor, o ganho está na visibilidade da genética, no acesso a compradores e no contato direto com tendências de mercado.
Fontes
- G1 - Expo Rio Preto atrai 50 mil visitantes na primeira semana
- Prefeitura de São José do Rio Preto - Cerimônia marca abertura oficial da 63ª EXPO Rio Preto
- G1 - 63ª Expo Rio Preto reúne agro, produtores, shows e atrações para o público infantil
- Estadão/BluStudio - Expo Rio Preto 2026: negócios e agronegócio
- g1.globo.com
- jornalcampoaberto.com
- g1.globo.com
- g1.globo.com
- g1.globo.com
- bluestudio.estadao.com.br
- g1.globo.com
- g1.globo.com
- g1.globo.com
- g1.globo.com
Continue lendo
Comercialização de soja perde ritmo no Brasil com produtor retraído
Com poucos negócios e cotações estáveis, a comercialização da soja perde fôlego no Brasil após o repique de Chicago em julho.
Produção de leite avança em três regiões do Ceará
Levantamento do Campo Futuro mostra alta na produção leiteira no Semiárido cearense, com mais escala e adoção de tecnologia.
Fila de caminhões em Miritituba expõe gargalo logístico da soja
Congestionamento no acesso aos terminais do Pará pressiona frete, atrasa descarregamento e aumenta o custo da soja no pico da colheita.