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Mapa homenageia dez mulheres reconhecidas entre as mais poderosas do agro

Profissionais do Mapa e da Embrapa foram homenageadas após integrarem a lista Forbes das 100 mulheres poderosas do agro em 2026.

21 de outubro de 2026 4 min de leitura
Mapa homenageia dez mulheres reconhecidas entre as mais poderosas do agro

O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) homenageou dez profissionais ligadas ao órgão e à Embrapa que foram incluídas na lista As 100 Mulheres Poderosas do Agro 2026, da Forbes. A seleção reconhece trajetórias em pesquisa, políticas públicas, relações internacionais e desenvolvimento de cadeias produtivas.

A iniciativa amplia a visibilidade da participação feminina em áreas estratégicas do agronegócio brasileiro. O reconhecimento também reforça o papel de instituições públicas na inovação, na sustentabilidade e na competitividade do setor.

O que aconteceu

A cerimônia foi realizada pelo ministro da Agricultura e Pecuária, André de Paula, que entregou certificados às homenageadas. A lista da Forbes foi divulgada em 15 de outubro, data do Dia Internacional da Mulher Rural.

Entre as profissionais reconhecidas estão Silvia Massruhá, presidente da Embrapa; Mariangela Hungria, pesquisadora da Embrapa; e Ana Lúcia de Paula Viana, adida agrícola do Brasil em Washington, nos Estados Unidos.

Também integram a seleção Adriana Maugeri, da Câmara Setorial de Florestas Plantadas; Débora Milori, da Embrapa Instrumentação; Iêda de Carvalho Mendes, da Embrapa Cerrados; Mariana de Aragão Pereira, da Embrapa Gado de Corte; Roberta Carnevalli, da Embrapa Soja; e Simone Palma Favaro, da Embrapa Agroenergia. A matéria informa ainda a participação de uma décima profissional ligada ao Mapa ou à Embrapa.

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Por que importa para o agro

A presença dessas profissionais em uma lista nacional de influência evidencia que decisões relevantes do agro não dependem apenas de produtores, executivos e agentes políticos. Pesquisa científica, fiscalização, comércio exterior, gestão pública e transferência de tecnologia também determinam a produtividade e o acesso a mercados.

Para o produtor, esse trabalho se traduz em novas cultivares, sistemas de manejo, tecnologias de bioinsumos, políticas agrícolas e informações para reduzir riscos. Na Embrapa, a atuação feminina está associada a pesquisas aplicadas em culturas anuais, pecuária, florestas, energia e sustentabilidade.

Dados e contexto

A segunda edição da lista em formato com 100 nomes adotou critérios como poder, impacto e influência no agronegócio brasileiro. A curadoria buscou reunir mulheres de diferentes regiões, gerações e áreas de atuação, incluindo profissionais fora dos cargos de maior exposição pública.

Instituição ou áreaRepresentação reconhecida
MapaRelações internacionais e políticas públicas
EmbrapaPesquisa, desenvolvimento e gestão
Câmara Setorial de Florestas PlantadasArticulação de cadeia produtiva
Agroenergia e sustentabilidadeInovação e transição tecnológica

A Embrapa é vinculada ao Mapa e atua na geração de conhecimento e tecnologias para a agropecuária brasileira. O ministério coordena políticas voltadas à produção, à defesa agropecuária, ao comércio e ao desenvolvimento rural.

O reconhecimento ocorre em um cenário de maior participação feminina no agro, tanto na gestão de propriedades quanto em empresas, cooperativas, instituições financeiras, pesquisa e órgãos públicos. A diversidade de funções amplia a capacidade do setor de responder a desafios climáticos, sanitários e comerciais.

O que observar daqui para frente

O principal ponto será transformar reconhecimento em participação contínua nas decisões do setor. Para o agro, isso significa ampliar oportunidades em pesquisa, liderança, assistência técnica e gestão, além de acompanhar como as tecnologias desenvolvidas por essas instituições chegam ao campo. A manutenção de políticas de inovação e formação profissional será decisiva para converter influência institucional em ganhos de produtividade e renda.

Fontes

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