Manejo

Produção de morango cresce no Rio Grande do Sul com sanidade elevada

Cultivo de morango avança no RS graças a boas práticas que reduzem pragas e doenças, elevando produtividade e qualidade para o mercado.

07 de maio de 2026 2 min de leitura
Produção de morango cresce no Rio Grande do Sul com sanidade elevada

A produção de morango no Rio Grande do Sul registra crescimento expressivo em 2026, com sanidade vegetal elevada graças a práticas de manejo integrado. A Emater/RS destaca redução de pragas e doenças, o que melhora a qualidade e volume colhido. Isso fortalece o abastecimento local e exportações regionais.

O que aconteceu

Produtores adotaram cultivos protegidos e rotação de culturas, minimizando incidência de fungos como Botrytis. A Emater monitorou lavouras em municípios como Vacaria e Caxias do Sul, registrando queda de 30% em perdas por doenças comparado a 2025.

A safra atual ultrapassa 2 mil toneladas, 15% acima da anterior, com frutos de calibre uniforme e maior shelf life. Técnicas de irrigação precisa e monitoramento biológico foram chave.

Extensões rurais da Emater capacitaram 150 famílias, ampliando áreas plantadas em 20%.

Por que importa para o agro

Para produtores, a sanidade reduz custos com defensivos em até 25%, elevando margem de lucro. Frutos saudáveis acessam mercados premium, como supermercados e exportação para Argentina.

Na cadeia, o avanço gaúcho equilibra oferta nacional de hortifruti, pressionando preços para baixo em 10-15% no Sul. Fortalece competitividade frente a São Paulo, maior polo produtor.

Dados e contexto

Indicador20252026 (estimado)
Produção (ton)1.750**2.000**
Perdas por doenças (%)20**14**
Área plantada (ha)120**144**

Emater/RS e IBGE confirmam RS como 2º produtor nacional, com 5% da produção total de morango (36 mil ton/ano). Comparado a SP (53%), o RS ganha em qualidade sanitária.

O que observar daqui pra frente

Produtores devem monitorar variações climáticas, com risco de geadas em Vacaria afetando brotações. Oportunidade em certificação orgânica para exportação, mas exige investimento em rastreabilidade. Integração com cooperativas pode captar R$ 5 mi extras em 2027.

Fontes

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