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RS inicia colheita de noz-pecã com expectativa de até 8 mil toneladas

Rio Grande do Sul estima produção nacional de 8 milhões de toneladas de noz-pecã, insuficiente para demanda interna que chega a 16 milhões. Colheita abre em Nova Pádua com foco em derivados.

08 de maio de 2026 2 min de leitura
RS inicia colheita de noz-pecã com expectativa de até 8 mil toneladas

O Rio Grande do Sul abriu a colheita de noz-pecã com estimativa de produção nacional em 8 milhões de toneladas. A demanda interna chega a quase o dobro, 16 milhões de toneladas. Isso pressiona o setor a expandir cultivo e agregar valor com derivados como alimentos e cosméticos.

O que aconteceu

Em Nova Pádua (RS), a colheita começou com foco em inovação. Produtores transformam a noz em salame, cosméticos e outros produtos. O plantio no estado atingiu 95% da área prevista.

A safra nacional deve totalizar 8 mil toneladas, concentrada no Sul. No RS, a expectativa é de liderança na produção, com pomares maduros colhendo agora.

Eventos marcam a abertura, destacando usos além da noz in natura, como óleos para pele e snacks premium.

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Por que importa para o agro

Produtores enfrentam déficit de oferta, o que eleva preços e incentiva importações. No RS, a agregação de valor em derivados aumenta margens em até 30%.

O mercado interno cresce com demanda por alimentos saudáveis e cosméticos naturais. Isso abre oportunidades para diversificação, reduzindo dependência de exportações limitadas.

Dados e contexto

IndicadorValor
Produção nacional estimada**8 mil toneladas**
Demanda interna**~16 mil toneladas**
Plantio RS**95% concluído**
Comparação anteriorRedução ante safra passada por clima

Setor estima expansão de área plantada em 20% nos próximos anos, segundo associações gaúchas. Dados do MAPA confirmam RS como polo, com 70% da produção nacional.

O que observar daqui pra frente

Acompanhe clima no RS, que pode afetar volume final da safra. Oportunidades surgem em parcerias para processamento e exportação de derivados. Riscos incluem pragas em pomares jovens e volatilidade cambial para insumos importados.

Fontes

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