Manejo

São Paulo atualiza regras de combate ao greening nos pomares

Estado mudou critérios de incidência, monitoramento do psilídio e erradicação de plantas para reforçar o controle do greening.

31 de maio de 2026 3 min de leitura
São Paulo atualiza regras de combate ao greening nos pomares

São Paulo mudou as regras de controle do greening, doença que ameaça a produtividade dos citros e eleva custos no campo. A nova resolução altera o monitoramento do psilídio, a classificação dos municípios e as exigências para erradicação de plantas doentes, com impacto direto nos pomares paulistas.[2]

O que aconteceu

O governo paulista publicou uma atualização das normas de combate ao greening, também conhecido como huanglongbing. A medida ajusta critérios de incidência da doença e redefine parâmetros de vigilância nos municípios.[2]

Entre os pontos centrais estão novas regras para o monitoramento do psilídio, inseto vetor da doença, e mudanças nas obrigações de erradicação de plantas com sintomas. A intenção é tornar a resposta mais rápida e padronizada entre as regiões produtoras.[2]

A atualização também deve influenciar a forma como o Estado organiza as áreas com maior risco sanitário. Isso afeta tanto a fiscalização quanto as decisões de manejo dentro das propriedades.[2]

Por que importa para o agro

O greening é uma das doenças mais graves da citricultura porque reduz a produção, compromete a qualidade dos frutos e encurta a vida útil do pomar. Quando o controle falha, o prejuízo aparece no custo de manejo e na perda de receita do produtor.[2]

Para o setor, regras mais rígidas ou mais claras podem ajudar a padronizar a vigilância e acelerar a eliminação de focos. Isso interessa especialmente a regiões com alta concentração de laranja, onde a pressão da doença costuma ser maior.[2]

Dados e contexto

  • Psilídio: inseto que transmite o greening e exige monitoramento contínuo.[1][2]
  • Citricultura paulista: concentra parte relevante da produção nacional, o que amplia o impacto sanitário da doença.[2]
  • Medidas citadas na atualização: monitoramento da praga, classificação municipal por incidência e erradicação de plantas doentes.[2]
TemaEfeito prático
PsilídioMais vigilância no campo
MunicípiosClassificação sanitária mais clara
Plantas doentesAção mais rápida de erradicação

O que observar daqui pra frente

O mercado deve acompanhar como a nova regra será aplicada na prática, especialmente na fiscalização e na orientação aos produtores. O ponto central será saber se a atualização acelera o controle do greening sem aumentar a insegurança operacional nos pomares.[2]

Também vale observar se a medida será acompanhada por apoio técnico e campanhas de monitoramento regional. Sem adesão ampla, a doença tende a continuar avançando nas áreas mais expostas.[2]

Fontes

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