Manejo

Seapi marca presença em congresso da raça Santa Inês na PEC Brasil 2026

Secretaria da Agricultura do RS participa do 1º Congresso Internacional da raça Santa Inês na PEC Brasil 2026, reforçando integração entre ovinocultura gaúcha e nordestina.

29 de junho de 2026 4 min de leitura
Seapi marca presença em congresso da raça Santa Inês na PEC Brasil 2026

A Secretaria da Agricultura, Pecuária, Produção Sustentável e Irrigação do Rio Grande do Sul (Seapi) participa do 1º Congresso Internacional da raça Santa Inês, realizado dentro da PEC Brasil 2026, em Fortaleza (CE). A presença da pasta reforça o papel da ovinocultura gaúcha na troca de conhecimento com o Nordeste e abre espaço para alinhamento de políticas públicas e estratégias de mercado voltadas à cadeia da carne ovina.

O que aconteceu

A PEC Brasil 2026, maior feira agropecuária das regiões Norte e Nordeste, ocorre de 25 a 27 de junho no Centro de Eventos do Ceará, em Fortaleza, reunindo produtores, técnicos, pesquisadores e investidores de todo o país.[4][10]

Dentro da programação, o congresso da raça Santa Inês integra um conjunto de ações voltadas à ovinocultura, com palestras, debates e painéis que discutem genética, manejo, alimentação e mercado para animais dessa raça.[1][3][7]

A Seapi participa como representante institucional da pecuária gaúcha, acompanhando o congresso e as atividades técnicas da feira, focadas em melhoria de produtividade e integração regional na produção de ovinos de corte.

Por que importa para o agro

A raça Santa Inês é hoje uma das principais opções para produção de carne ovina no Brasil, especialmente em sistemas de base forrageira no Nordeste e em regiões mais quentes. O congresso internacional dentro da PEC Brasil cria um ambiente de padronização técnica e fortalecimento da raça como padrão nacional, com reflexos diretos em qualidade de carcaça, eficiência produtiva e acesso a mercado.[1][2][3]

Para o produtor, a presença de governos estaduais como o do Rio Grande do Sul amplia o diálogo sobre sanidade, bem-estar, certificação e organização da cadeia. A tendência é de maior conexão entre centros de pesquisa, associações de criadores e políticas públicas, favorecendo investimentos em genética, nutrição e integração com frigoríficos.

Dados e contexto

A PEC Brasil 2026 deve movimentar cerca de R$ 150 milhões em negócios, consolidando o evento como vitrine do agro nordestino e ponto de encontro de diferentes cadeias produtivas.[10]

Segundo a organização, o evento reúne produtores rurais, pesquisadores e representantes de instituições nacionais e internacionais, com uma programação técnica intensa de palestras entre 8h30 e 18h, além da feira comercial entre 11h e 21h.[4]

Na ovinocultura, Embrapa Caprinos e Ovinos atua com pesquisas em forrageiras adaptadas, nutrição e sistemas integrados, temas que também estão presentes na programação do PEC Brasil 2026, com foco em aumento de produtividade em áreas de clima semiárido.[6]

A raça Santa Inês, originada no Brasil, é reconhecida por rusticidade, boa adaptação a diferentes condições climáticas e desempenho em sistemas de corte. A consolidação de um congresso internacional dedicado à raça indica avanço na profissionalização da seleção genética e na construção de um mercado mais estruturado para carne ovina.

IndicadorPEC Brasil 2026
Negócios previstos**R$ 150 milhões**[10]
Período do evento25 a 27 de junho[4]
LocalCentro de Eventos do Ceará – Fortaleza[4]

O que observar daqui pra frente

Produtores de ovinos devem acompanhar os desdobramentos do congresso da raça Santa Inês em temas como padronização de genética, protocolos de manejo, exigências de mercado e possíveis programas estaduais de incentivo. A articulação entre Seapi, Embrapa, associações de criadores e eventos como a PEC Brasil tende a gerar oportunidades em organização da oferta, acesso a novos canais comerciais e melhoria de índices produtivos, especialmente para quem mira escala e qualidade em carne ovina.

Fontes

Compartilhar:

Continue lendo