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SIAVS 2026 será maior edição da história da proteína animal

SIAVS 2026 amplia área em 65%, reúne mais de 400 expositores e consolida Brasil como polo global de proteína animal.

04 de agosto de 2026 4 min de leitura
SIAVS 2026 será maior edição da história da proteína animal

O Salão Internacional de Proteína Animal (SIAVS 2026) chega ao Distrito Anhembi, em São Paulo, de 4 a 6 de agosto, com a maior edição já realizada, ocupando 45 mil m² e reunindo mais de 400 expositores de ao menos 60 países.[6][9] O evento consolida o Brasil como um dos principais centros globais da proteína animal e reforça a importância das cadeias de carnes, ovos, lácteos e pescados na pauta de exportações do agro.[4][6]

O que aconteceu

O SIAVS 2026, organizado pela Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA), foi anunciado como a maior edição da história, com crescimento de 65% na área útil em relação a 2024.[6][9] A feira e congresso ocuparão 45 mil m² no Distrito Anhembi e devem receber comitivas e empresas de mais de 60 países, consolidando o encontro como um dos maiores do mundo em proteína animal.[3][9]

O evento reúne todas as principais cadeias: aves, suínos, bovinos, ovos, lácteos e peixes de cultivo, em um único espaço de negócios e conteúdo técnico.[2][4][10] A expectativa é superar as marcas da edição anterior, que atraiu cerca de 30 mil visitantes e mais de 300 marcas.[2] Em 2026, a organização fala em mais de 400 expositores, incluindo cerca de 150 internacionais, e público superior ao da última edição.[2][4][6]

Imagem

Além da área de exposição, o SIAVS 2026 terá uma programação intensa de palestras técnicas e debates sobre biosseguridade, inovação, bem-estar animal e tendências de mercado global.[4][7][9] As inscrições para a agenda de conteúdo já estão abertas e podem ser feitas pelo site oficial do evento.[1][9][10]

Por que importa para o agro

O SIAVS 2026 acontece em um momento de avanço das exportações brasileiras de proteína animal, mesmo sob pressões externas como barreiras sanitárias e disputas comerciais.[6] A ampliação da feira e o interesse de mais de 60 países mostram que o Brasil segue competitivo e é visto como fornecedor estratégico de carnes, ovos e pescados para o mercado mundial.[6][7]

Para produtores, cooperativas e indústrias, o evento é uma vitrine de negócios, tecnologia e relacionamento. A presença de compradores internacionais, fabricantes de insumos, empresas de genética, nutrição e equipamentos cria oportunidade para fechar contratos, diversificar mercados e atualizar práticas de manejo e biosseguridade, pontos centrais para manter o status sanitário e a confiança de importadores.[4][6][10]

Dados e contexto

O Brasil figura entre os maiores produtores e exportadores globais de carne de frango, suína e bovina, além de ovos e derivados lácteos.[4][6] O SIAVS capitaliza esse protagonismo ao reunir toda a cadeia em um só ambiente.

Principais números do SIAVS 2026:

IndicadorSIAVS 2026
Área de feira**45 mil m²**[6][9]
Crescimento da área vs. 2024**+65%**[6][9]
Expositores**400+**[2][6][7]
Expositores internacionais**cerca de 150**[4]
Países participantes**60–65 países**[2][3][6][9]
LocalDistrito Anhembi, São Paulo (SP)[2][3][9][10]
Data4 a 6 de agosto de 2026[2][3][4][6][9][10]

Na edição de 2024, o SIAVS recebeu mais de 30 mil visitantes e cerca de 300 marcas.[2] O salto de área e expositores indica aposta em maior presença internacional e fortalecimento da agenda de inovação, com foco em automação, bem-estar animal, eficiência produtiva e redução de impactos ambientais.[4][6][10]

O congresso técnico, integrado à feira, deve discutir desafios como biosseguridade, gestão de riscos sanitários, requisitos de mercados importadores e novas exigências de rastreabilidade.[4][7][9] Esses temas são centrais para sustentar o ritmo de exportações, especialmente em frango, suínos e ovos, segmentos em que o Brasil vem ampliando participação externa.[6][7]

O que observar daqui pra frente

Produtores e empresas devem acompanhar os acordos comerciais firmados durante o SIAVS 2026, a agenda de debates sobre biosseguridade e bem-estar, além das inovações em genética, nutrição e tecnologia de produção apresentadas na feira.[4][6][7][9] O desempenho do evento em público, participação internacional e geração de negócios será um termômetro da confiança do mercado global na proteína animal brasileira e pode antecipar movimentos em preços, demanda e investimentos ao longo dos próximos ciclos.

Fontes

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