
EUA ampliam cota de carne e lançam plano para pecuaristas
Estados Unidos abriram mais espaço para importação de carne bovina e anunciaram medidas para fortalecer pecuaristas, com foco em reduzir preços internos.

Estados Unidos abriram mais espaço para importação de carne bovina e anunciaram medidas para fortalecer pecuaristas, com foco em reduzir preços internos.
Brasil critica início do embargo da União Europeia à carne e admite uso de medidas de reciprocidade, elevando tensão no comércio de produtos de origem animal.

China começa a disputar mercado de exportação de frango, reduz compras do Brasil e acende alerta no setor.
Vendas do Brasil para a China recuaram 10,9% em agosto, puxadas pela queda no volume embarcado, apesar da alta de preços.
Auditoria da União Europeia indicou avanço na retomada das compras de mel e carne de aves do Brasil, após suspensão que atingiu o setor.

Em cinco anos, Mato Grosso ampliou em cerca de 250% a área de gergelim e responde por mais de 60% da produção nacional, impulsionado pela demanda externa.

CNA pede uso de mecanismo de reequilíbrio do acordo Mercosul-UE após embargo europeu à carne e outros produtos de origem animal do Brasil.

Auditoria da Comissão Europeia avalia positivamente controles sanitários do Brasil na cadeia da carne bovina, em meio ao veto às exportações ao bloco.

Bloqueio europeu às compras de carne brasileira tende a mexer mais com exportadores do que com o consumidor, segundo especialistas.

Suspensão das compras de carne pela União Europeia tem pouco impacto em volume, mas ameaça um dos mercados que mais pagam e funcionam como vitrine para o boi brasileiro.

A Anec reduziu a estimativa do milho em agosto, mas manteve a soja em patamar forte, com impacto direto no ritmo de exportação do agro brasileiro.
Embargo da União Europeia à carne brasileira tende a se estender por, no mínimo, um ciclo de engorda, travando receitas e exigindo mudanças rápidas na pecuária.

Canal Rural lança série especial sobre a viagem da soja e a força da China como principal mercado do agro brasileiro.
Governo pressiona Washington por oferta clara para reduzir o tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros, que atinge indústria e agro e encarece exportações.
Tarifa dos EUA derruba exportações do RN e o Estado consegue realocar apenas uma pequena parte do volume perdido.
Exportações firmes de soja e milho mantêm frete de grãos volátil, com quedas pontuais nas rotas internas e pressão nos corredores rumo aos portos, sobretudo no Arco Norte.

Novo plano agrícola da China prevê menos importação de grãos e carnes e mais produção doméstica, acendendo alerta imediato para o agro brasileiro.
Governo brasileiro diz não haver base técnica para novas barreiras da União Europeia a produtos do agronegócio e tenta evitar perda de mercado.
A ampliação temporária da cota de importação de carne bovina pelos EUA cria nova janela para frigoríficos brasileiros, mas com ganhos de margem limitados.
Memorando entre ApexBrasil e indústria indiana mira US$ 20 bilhões em comércio até 2030 e abre espaço para mais agro brasileiro no mercado indiano.

Pacote de R$ 13,5 bilhões em crédito busca socorrer exportadores e fornecedores atingidos pelo tarifaço dos EUA e tensões geopolíticas, com impacto direto sobre o agro.

Entre janeiro e julho de 2026, o Porto de Santos movimentou 109,5 milhões de toneladas, alta de 3,6% sobre 2025, reforçando sua relevância para o agronegócio.

Queda no ritmo de alojamento de frangos derruba projeções da Granja Econômica, que reage com foco em exportação de ovos férteis e automação.
China prepara redução estrutural das importações de soja, e Brasil precisa virar a chave de um modelo baseado em vender grão in natura para um único grande comprador.
A produção brasileira de carne de peru cresceu 7,4% em 2025 e foi puxada por exportações, que subiram 40% no primeiro semestre.
Petróleo pressionado, juros em decisão e dólar volátil formam a combinação que pode mexer com preços, custos e margens do agro nesta semana.
União Europeia suspende importações de proteína animal do Brasil a partir de setembro, pressionando preços internos em meio a risco de seca.

A nova rodada de abertura comercial da Índia cria espaço para ampliar exportações brasileiras e reduzir dependência de poucos mercados.

Abiove ajusta para cima a exportação de farelo de soja em 2026, com novo recorde previsto e impacto direto sobre indústria e produtor.
Cotações da arroba terminam a semana com ajuste moderado, enquanto o mercado monitora anúncios de Trump e possíveis efeitos nas exportações de carne bovina.

Márcio Elias Rosa volta a criticar o tarifaço dos EUA, fala em ilegalidade nas sobretaxas e busca amenizar impactos nas exportações brasileiras até dezembro.
Governo brasileiro estima concluir até o fim de 2026 a análise da lei de reciprocidade contra tarifas dos EUA, com possíveis impactos diretos nas exportações do agro.
USDA informa vendas semanais de milho dos EUA de 1,05 milhão de toneladas, na faixa mínima das projeções e com impacto direto na formação de preços internacionais.
Exportações de carne bovina do Brasil caem 26% em agosto, refletindo o fim da cota com tarifa reduzida na China e elevando a preocupação com preços e escoamento da produção.
André de Paula classifica como inadmissível a saída do Brasil da lista de fornecedores de carne bovina da União Europeia e pressiona por reversão.

Goiás ampliou em 15,3% o volume exportado de carne suína no primeiro semestre, impulsionado por Cingapura e novos mercados na Ásia e África.
Mato Grosso exportou carne bovina para 88 países no 1º semestre e faturou US$ 2,4 bilhões, segundo o IMAC.
A arroba do boi segue estável, sustentada pela demanda interna e por exportações que recuaram, mas ainda seguram o mercado.
Terremoto de 7,4 na Colômbia paralisa a logística do café, trava embarques via Buenaventura e gera pressão altista sobre preços internacionais.

Novo plano chinês para elevar autossuficiência em alimentos mira menos importações de soja e carnes e acende sinal amarelo para o agro do Brasil.

As vendas de carne bovina do Brasil para a China recuaram fortemente em julho, após o avanço da cota e da tarifa sobre volumes excedentes.
Brasil embarcou mais café em julho, mas recebeu menos por causa da queda nos preços internacionais e de gargalos logísticos.

ApexBrasil vai investir R$ 210 milhões para ajudar 5.300 empresas a reduzir a dependência dos EUA e buscar novos destinos de exportação.
ApexBrasil detalhou em São Paulo apoio a 29 setores atingidos pelas tarifas dos EUA e abriu plano para diversificar mercados e reduzir perdas.

Com frigoríficos com escalas curtas e exportações firmes, o boi gordo volta ao radar do mercado nesta semana.

Vice-presidente afirmou que o acordo Mercosul-UE já impulsiona vendas brasileiras e pode abrir mais espaço para o agro.

Tarifas impostas pelos Estados Unidos já reduziram em quase 30% as exportações do agronegócio brasileiro e afetaram a economia municipal.

As vendas externas de carnes seguem fortes em 2026, enquanto o açúcar perde ritmo em volume, receita e preço médio.

Exportadores de carne bovina correm para embarcar até 3 de setembro, quando a UE deve suspender compras do Brasil por questões sanitárias.
Chuvas em julho atrasaram a colheita do café e elevaram o risco de perda de qualidade, com impacto sobre preços, exportações e a próxima safra.
As exportações de maçã do Brasil dispararam no 1º semestre de 2026 e o setor busca ampliar presença na Ásia e em outros destinos.
Mato Grosso do Sul exportou US$ 5,68 bilhões no semestre, com soja e carne bovina à frente da alta, segundo dados do setor.
As vendas externas de carne bovina recuaram 18% em julho, com alta pressão sobre o ritmo de embarques e atenção redobrada para China e EUA.

Um ano após as tarifas dos EUA, as vendas brasileiras ao mercado americano encolheram e mudaram de perfil, com efeitos diretos no agro e na indústria.
Decisão judicial definitiva assegura à Cooxupé a devolução de R$ 622 milhões de Funrural sobre exportações, com impacto direto no bolso dos cooperados.

Produção de frango deve crescer, suínos seguem pressionados por preços baixos e bovinos apostam em exportações para sustentar a arroba em 2026.

Menor oferta de gado e exportações aquecidas, especialmente para a China, indicam arroba firme em 2026, com impacto direto na renda do pecuarista.
Conab projeta retração de 3,5% na produção de carne bovina em 2026, em meio a tarifas, barreiras comerciais e menor oferta de gado.
A União Europeia vai barrar carne, mel e outros produtos de origem animal do Brasil a partir de 3 de setembro, elevando a pressão sobre exportadores.
Produtores destacam bom momento do algodão, com alta competitividade e forte presença nas exportações, apesar de tarifas dos EUA e guerra no Oriente Médio.
SIAVS 2026 amplia área em 65%, reúne mais de 400 expositores e consolida Brasil como polo global de proteína animal.
Escalas curtas e menor oferta de animais terminados fortaleceram a arroba do boi gordo em julho, mas entrada de confinados e exportações vão ditar o ritmo em agosto.
União Europeia confirmou bloqueio a produtos de origem animal do Brasil e o setor teme perda superior a US$ 500 milhões neste ano.
Faturamento de máquinas e implementos agrícolas cresce 8,3% em junho, segundo Abimaq, sinalizando reação após forte queda no início do ano.
Após margens pressionadas em 2026, ajuste da oferta e avanço das exportações devem sustentar a retomada da suinocultura em 2027, segundo a ABPA.
Governo brasileiro acionou a OMC contra tarifas de Trump sobre aço e alumínio, em movimento visto mais como sinal político do que medida prática.
Medida europeia pode afetar parte das exportações de frango, mas indústria avalia que impacto no mercado interno será limitado e pontual.
Governo vê motivação política no embargo europeu à carne brasileira e considera levar disputa à OMC, com impacto direto nas exportações do agro.

Governo brasileiro contesta na OMC sobretaxa de 50% dos EUA sobre exportações, em caso com impacto direto para o agronegócio.

Dólar sobe para R$ 5,11, maior nível em duas semanas, e reacende alerta de custos para o agronegócio brasileiro.

Nova sobretaxa dos EUA pode elevar para 37,5% o custo de parte das exportações do agro brasileiro e ameaça margens e acesso ao maior mercado mundial.

Presidente critica tarifas dos EUA sobre produtos brasileiros, fala em medidas de reciprocidade e alerta para impacto na parceria econômica entre os dois países.
Projeção aponta novo recorde para a soja brasileira, com produção alta e disputa maior por espaço no mercado global.

Produção de noz-pecã cresce no Brasil, mas exportações perdem ritmo por fatores geopolíticos, logísticos e regulatórios, pressionando preços e margens.
A produção e as exportações brasileiras de proteína animal seguem em alta e reforçam o peso do país no mercado global.

Proibição do foie gras no Brasil gera atrito com a França e adiciona mais um ponto de fricção ao acordo Mercosul–UE, em meio a vetos sanitários à carne brasileira.

Brasil reagirá à nova sobretaxa de 12,5% dos EUA com Lei da Reciprocidade e ação na OMC; cadeia exportadora precisa acompanhar riscos e ajustes competitivos.

Governo segue apostando no diálogo com os EUA sobre tarifas, mas mantém na mesa a Lei de Reciprocidade, com impacto direto para exportadores do agro.
Associação Nacional dos Exportadores de Cereais reduziu a projeção de embarques de soja em julho para 13,50 milhões de toneladas, ainda acima do volume de 2025.
Tarifa extra dos EUA sobre produtos brasileiros entra em vigor em 22 de julho e pode atingir mais de um terço das exportações do agro para o mercado americano.

Sobretaxa dos EUA reduz competitividade do açúcar e do etanol brasileiros e deve redirecionar oferta para outros destinos.

O governo brasileiro evita retaliação imediata à tarifa de 25% dos EUA e avalia medidas legais e comerciais para responder.
Brasil registra melhor 1º semestre da história na exportação de carne bovina, com receita de US$ 9,929 bilhões e avanço em volume embarcado.

A União Europeia não vai flexibilizar as regras sanitárias para carne brasileira, e o país pode ficar sem vender esses produtos ao bloco a partir de 3 de setembro.

Brasil bate recorde histórico na exportação de carne bovina no 1º semestre de 2026, mas cotas da China e novas regras da União Europeia acendem alerta no setor.

Com a tarifa adicional dos EUA, exportadores de café, carne, frutas e suco de laranja aceleram a busca por novos destinos.
Governo avalia usar lei da reciprocidade contra tarifaço dos EUA, mas teme elevar custos, inflar preços e atingir o agronegócio brasileiro.

Embarques de café sobem 26,3% em junho e indicam retomada do ritmo exportador, com impacto direto em preços, logística e planejamento da safra 2026/27.
Safra 2024/25 terminou com volume exportado próximo ao da anterior, mas receita caiu cerca de 30% com menor demanda e ajuste de preços.

Gigantes dos EUA pedem recuo em tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, com impacto direto em custos, cadeias produtivas e agronegócio.

CNA vai a Washington defender o agro brasileiro contra tarifa de 25% proposta pelos EUA, em processo que pode afetar exportações e preços.
Em julho, o Brasil embarcou 15,07 milhões de toneladas de soja, segundo a Secex, consolidando a força do país no mercado global e sustentando a renda do produtor.

Entidades do agro avaliam que audiência em Washington teve foco técnico, reforçando argumentos do Brasil contra tarifas e críticas ambientais.

Audiência em Washington vai avaliar tarifa extra de 25% contra exportações do Brasil, com potencial impacto direto em setores do agro e na competitividade do país.
O agro brasileiro mantém força em 2026, mas produtor enfrenta custos altos, juros elevados e margens mais comprimidas.

Governo Lula vai a Washington para tentar reverter o novo pacote de tarifas de Trump, que ameaça exportações brasileiras e preocupa o agronegócio.

Brasil registra recorde nas exportações de carne bovina em junho, mesmo com cota chinesa perto do esgotamento, reforçando demanda externa e preços firmes.

Exportadores brasileiros atingem 100% da cota anual de carne bovina para a China; embarques extras passam a enfrentar tarifa de 55% e pressão sobre preços.

Brasil cria protocolo para atender exigências da União Europeia e tentar manter as exportações de carnes após setembro.

Parceria econômica Mercosul–Japão pode reduzir tarifas e abrir até 18,4% da pauta exportadora brasileira, com forte impacto para o agronegócio.
Audiência em Washington aprofunda investigação dos EUA sobre práticas comerciais do Brasil sob a Seção 301, com risco de tarifas extras sobre exportações.

Encerramento da cota de exportação de carne bovina para a China em 2026 deve reduzir embarques, pressionar preços do boi gordo e exigir novos mercados.

A rivalidade entre argentinos e texanos ganhou novo palco na Copa, com o asado e o barbecue usados como símbolos culturais e também de mercado.

Em meio à Copa, Brasil e Japão intensificam negociações para ampliar o comércio agropecuário, com foco em carne bovina e novos acordos via Mercosul.
Projeções indicam safra e processamento recordes de soja em 2026 no Brasil, com impacto direto em preços, margens e planejamento do produtor.
Novo protocolo do MAPA busca adequar a pecuária brasileira às regras de antimicrobianos da UE e recuperar as exportações de carne bovina ao bloco.

Receita da indústria brasileira cresce em 2024, com destaque para carnes, soja e etanol, e reforça o peso do agronegócio nas exportações e na balança comercial.

Em poucos meses, o Brasil já ocupou 65,4% da cota anual de carne bovina para a China e o risco é bater o limite ainda no primeiro semestre, com impacto direto em preços e fluxo de exportações.

Em apenas 14 dias úteis, o Brasil já embarcou mais carne de aves do que em todo junho de 2025, sinalizando demanda firme e preços atrativos no mercado externo.
Balança comercial tem novo superávit na 3ª semana de junho, puxado por exportações do agro, e mantém 2026 em trajetória positiva para o comércio exterior.

Exportações do agronegócio somaram US$ 16 bilhões em maio de 2026, alta de 8,2% e metade de tudo que o Brasil vendeu ao exterior.

Mudança em política europeia de biocombustíveis pode tirar soja do radar e ameaçar até € 85 bilhões em exportações do Mercosul ao longo do acordo.

Carlos Fávaro afirma que o Brasil está disposto a retirar antibióticos da pecuária destinada à União Europeia para evitar embargo às exportações de carne.

Com novas aberturas e exportações em alta, o agro brasileiro ganha espaço no comércio internacional e enfrenta desafios de competitividade.

Santa Catarina exportou mais de meio milhão de toneladas de carne de frango e faturou US$ 1,15 bilhão até maio, consolidando o estado entre os líderes do mercado global.

Encontro de Lula com lideranças da União Europeia reaquece negociações, mas exigências ambientais e calendário político apertado mantêm pressão sobre o agro brasileiro.

No G7, o Brasil cobrou a União Europeia por mudanças nas restrições que afetam exportações de carne e outros produtos de origem animal.
Fraldinha e alcatra brasileiras superam bife de chorizo argentino em ranking global e abrem espaço para valorizar a carne nacional dentro e fora do país.
Exportações do agro somaram US$ 16 bilhões em maio de 2026, alta de 8,2%, e responderam por 50,2% das vendas externas do Brasil.
Agro brasileiro exporta US$ 16 bilhões em maio de 2026 e responde por 50,2% de tudo o que o país vendeu ao exterior.
O agronegócio brasileiro exportou US$ 16 bilhões em maio, respondeu por 50,2% das vendas externas do país e ampliou o superávit do setor.

Agronegócio brasileiro exportou US$ 16 bilhões em maio de 2026, alta de 8,2% ante 2025, reforçando câmbio favorável, fluxo de caixa no campo e liderança do país no mercado global.

O agro brasileiro encerrou 2025 com US$ 169,2 bilhões exportados e superávit de US$ 149,07 bilhões, segundo o governo federal.

Geraldo Alckmin afirmou que Lula atua para reverter o veto da União Europeia à carne brasileira, com foco em frango, suínos e bovinos, tema crucial para o agro exportador.

Analista aponta que pressão europeia, possível volta de Trump e juros altos formam combinação perigosa para a renda do produtor brasileiro.

Reconhecimento da Rússia ao status sanitário do Brasil amplia mercado para carnes bovina e suína e reforça competitividade do agro brasileiro.

Auditores da União Europeia estão no Brasil para verificar controles da pesca e avaliar a retomada das exportações, barradas desde 2017.
Produção de soja deve chegar a cerca de 180 milhões de toneladas e segue como motor da safra recorde de grãos no país.

Presidente da Faesp, Tirso Meirelles, afirma que novas exigências ambientais da União Europeia são barreiras estruturadas para travar exportações do agro brasileiro.

Presidente da Faesp chama decisão da União Europeia de protecionista e defende ações firmes do Brasil para proteger as exportações do agro.

Fluxo comercial entre Brasil e Estados Unidos cai 14,3% até maio, com forte queda nas exportações; desaceleração pode afetar câmbio, preços e demanda por produtos do agronegócio.

Sociedade Rural Brasileira pede esclarecimentos ao governo e à União Europeia sobre nova restrição sanitária que ameaça exportações de proteína animal.

O novo plano chinês mira autossuficiência e tende a reduzir compras de alimentos, com impacto direto sobre soja e outras commodities do Brasil.
Sociedade Rural Brasileira reage à exclusão do país de lista europeia de exportadores e pede transparência para evitar prejuízos à carne e à cadeia produtiva.
Piauí ampliou as exportações em maio com a soja respondendo por mais de 80% das vendas externas e consolidando o estado no mapa da oleaginosa.

Faesp critica veto da União Europeia a produtos animais brasileiros, classifica medida como discriminatória e cobra reação firme do governo e do Mercosul.
Federação paulista critica endurecimento europeu contra carnes e cobra posição firme do Mercosul para defender exportações do bloco.

UE confirmou veto a carnes e produtos animais do Brasil a partir de setembro, aumentando a pressão sobre exportadores e sobre a rastreabilidade da cadeia.

Exportações de carne bovina e de frango atingem recorde em maio, ampliam receita em dólar e reforçam papel do Brasil como maior fornecedor global de proteínas.

As exportações de carne suína do Brasil cresceram 9% em maio de 2023 e reforçaram o bom momento da proteína no mercado externo.
Mesmo com a guerra no Oriente Médio, exportações de aves e suínos do Brasil batem recorde em maio e atingem US$ 1,3 bilhão, com alta de volume e receita.
Brasil exporta 3,129 milhões de toneladas de algodão na temporada, consolida posição entre maiores fornecedores globais e mantém demanda firme da indústria têxtil internacional.
Brasil aumentou embarques de carne suína em maio, mas com queda de receita média por tonelada, em meio à menor demanda da China e avanço de outros mercados.
Embarques de café do Brasil caem 8,4% em maio, com pressão sobre preços internos e atenção à disputa entre vendas externas e consumo doméstico.
Governo dos EUA coloca Brasil em lista de países sob risco de novas tarifas por falhas no combate ao trabalho forçado em cadeias produtivas, incluindo a pecuária.

Governo dos EUA aponta falhas no combate ao trabalho forçado e inclui o Brasil em proposta de tarifa extra de 12,5% sobre parte das exportações.

Paul Krugman afirmou que as tarifas de Trump ao Brasil são ilegais e que as exceções na lista mostram fragilidade política e jurídica.
A balança comercial brasileira encerrou maio com superávit de US$ 7,823 bilhões, sinal positivo para o fluxo de exportações e para o agro.
Investigação dos EUA sobre trabalho forçado pode levar a tarifa extra de até 125% a exportações brasileiras, com risco direto para o agro e a indústria.
Tarifa de 25% dos EUA sobre tilápia brasileira tende a reduzir exportações e aumentar oferta interna, o que pode conter ou até derrubar preços no mercado doméstico.
O governo brasileiro negocia nos Estados Unidos uma tarifa adicional sobre produtos do país, em meio a pressão sobre comércio e exportações do agro.
Reconhecimento da China ao status sanitário brasileiro abre espaço para mais exportações de carne bovina e suína com maior valor agregado.
Ministro da Agricultura reconhece que é difícil reverter a restrição da União Europeia à carne bovina do Brasil, o que pressiona exportações e a imagem sanitária do país.
China reconhece Brasil como país livre de febre aftosa com vacinação e suspende restrições à carne bovina, destravando embarques e melhorando preços ao produtor.

Preços do boi gordo caminham de lado nas principais praças, com frigoríficos alongando escalas e consumo interno ainda lento.
Minas Gerais exportou US$ 5,8 bilhões em produtos do agro entre janeiro e abril, reforçando o peso do estado na balança do setor.

Fiap 2026, em Campo Grande (MS), reúne lideranças da pecuária para discutir mercado de carbono, exigências de exportação e futuro da carne brasileira.
Mercosul e Canadá avançam em cinco capítulos do acordo comercial, com potencial para ampliar acesso de carnes, grãos e outros produtos do agro brasileiro.
Safra de milho projetada em 141,3 milhões de toneladas redefine oferta interna, etanol de milho e posição do Brasil no comércio global.
Enquanto o mundo enfrenta abates em massa, o Brasil mantém a influenza aviária sob controle e preserva a competitividade das exportações de carne de frango.
Retenção de fêmeas e demanda externa sustentam a bovinocultura de corte e podem reforçar os preços da arroba nos próximos meses.
Em março, vendas mundiais de café cru cresceram, enquanto embarques brasileiros recuaram 16,8%, acendendo alerta para competitividade do país.
Exportações do agronegócio somaram US$ 16,65 bilhões em abril, alta de 11,7%, com forte demanda chinesa e preços ainda sustentados no mercado global.

Após mais de um ano de suspensão, China libera exportações de carne bovina de três plantas brasileiras, aliviando pressão sobre indústria e pecuaristas.

Gabriel Galípolo Durigan afirma que Brasil evitou retaliação contra tarifas dos EUA para preservar espaço de negociação e previsibilidade ao agronegócio.

União Europeia barra parte das exportações de carne do Brasil por divergências no uso de antimicrobianos. Entenda o impacto para pecuaristas e frigoríficos.

Ministro Silvio Costa Filho quer edital do Tecon Santos 10 até agosto para evitar novo atraso no leilão e risco à capacidade logística do Porto de Santos.

China abre mais espaço para miúdos suínos brasileiros, diversificando a pauta de exportação e criando nova frente de receita para a suinocultura.
Porto de Santos transforma armazém histórico em hub de inovação para logística e agronegócio, conectando startups, empresas e academia.

Autoridade chinesa suspende exportações de três plantas de carne bovina do Brasil por irregularidades sanitárias, acendendo alerta no setor exportador.

Balanço da Secretaria Nacional de Hidrovias mostra avanço do transporte aquaviário e reforça papel de rios e cabotagem na competitividade do agronegócio.

Friboi projeta Brasil como principal fornecedor global de carne bovina, apoiado em sanidade, produtividade e capacidade de expansão do rebanho.

As vendas de carne bovina do Brasil para a China avançaram rápido em 2026 e já consumiram 55,4% da cota anual do país asiático.

Missão brasileira na Sial China 2024 prevê US$ 455 milhões em negócios para carnes, reforçando o mercado asiático para aves e suínos.
Fiap 2026 discutirá competitividade, geopolítica e sustentabilidade da soja brasileira no mercado global, com foco em oportunidades e riscos para o produtor.
Agro de Minas Gerais registra recorde histórico de exportações em 2025, com avanço em café, carnes e complexo soja, reforçando o peso do estado no comércio exterior.

Relatório da ONU prevê crescimento mais fraco para EUA e China em 2026–2027, com reflexos diretos sobre demanda, preços e câmbio para o agronegócio brasileiro.

União Europeia quer usar o acordo com o Mercosul para garantir cadeias de abastecimento agrícolas mais seguras, com foco em segurança alimentar, clima e comércio.
Anec eleva a projeção para os embarques de soja em maio, com ritmo forte no porto e impacto direto na oferta e nos preços internos.
Ministros de Finanças do G7 discutem riscos da guerra no Oriente Médio para economia global e prometem coordenação contra choques de energia e inflação, tema-chave para o agro.

Oferta enxuta e demanda firme no mercado externo sustentam alta da arroba em abril e mantêm a pecuária brasileira competitiva frente a outros exportadores.

Missão oficial à China tenta abrir novos espaços para carnes, grãos e investimentos em infraestrutura, reduzindo entraves e ampliando mercados ao agro.
Expectativa de maior consumo mundial de soja mantém preços internos sustentados e reforça foco em qualidade e timing de venda do produtor brasileiro.
Reajuste nas tarifas aeroportuárias do Galeão (RJ) e de Confins (MG) aumenta custos de embarque e pode pressionar fretes aéreos para o agronegócio.

Ministro André de Paula está na China em missão oficial para ampliar vendas do agro brasileiro, negociar abertura de mercado e fortalecer cooperação técnica.

Viagem oficial à China busca ampliar vendas de soja, milho, carnes e café, reforçar cooperação técnica e abrir novas frentes para o agronegócio brasileiro.
União Europeia decidiu retirar o Brasil da lista de países autorizados a exportar produtos de origem animal a partir de setembro, com impacto bilionário potencial.

Vice-presidente defende padrão sanitário do Brasil e vê espaço para reverter veto provisório da União Europeia às importações de carne bovina.

O governo brasileiro vai responder à União Europeia para tentar reverter a exclusão do país da lista de exportadores de carne autorizados no bloco.

China renova e, horas depois, volta a suspender licenças de exportação de carne bovina de centenas de frigoríficos dos EUA, ampliando incerteza no comércio global.
MBRF aumenta em 26% o lucro no trimestre, impulsionada por exportações de frango e suínos na América do Sul, e indica apetite por mais mercados mesmo com risco de bloqueios.

Pequim renovou mais de 400 licenças de frigoríficos dos EUA para exportar carne bovina, medida que tende a aumentar a concorrência no maior mercado comprador do mundo.
Setor de suínos cresce com embarques recordes e maior presença na Ásia, abrindo oportunidades, mas exigindo gestão de custos e foco em sanidade.
Relatório do Citi indica que a China deve cumprir a meta de crescimento em 2026, reduzindo a necessidade de grandes estímulos e trazendo previsibilidade para quem exporta soja, milho e carnes.

Autoridade monetária peruana segura juros em 4,25% pela oitava vez seguida, em meio à queda da inflação e desaceleração da atividade, com reflexos para o agro brasileiro.
Exportações brasileiras de carne de frango e suíno registram alta em abril, impulsionando receitas do agro com volumes e faturamentos superiores aos de 2025.

Cotação do dólar cai para R$ 1,82, menor em quase 30 meses, impactando exportações de soja e grãos no agronegócio brasileiro.

Coreia do Sul autoriza importação de farinha e gordura de aves brasileiras, além de heparina suína, ampliando exportações do agro em 2025.
Mercado físico do boi gordo registrou alta nos preços nesta sexta-feira (4), impulsionado por abates encurtados e consumo forte pré-Páscoa.

Exportações brasileiras de carne bovina alcançaram volume recorde em abril, gerando receita superior a US$ 1,5 bilhão e impulsionando o agro.

Brasil exporta US$ 34,1 bilhões em abril de 2026, maior valor mensal da série histórica, impulsionado pelo agronegócio.

Paraná registra alta de 34% nas vendas externas de carne de peru no ano, totalizando US$ 45,2 milhões até julho, impulsionando a avicultura local.

A China impõe cota de 1,1 milhão de toneladas isentas de tarifa de 55%, impactando o maior exportador mundial. Setor busca alternativas como Japão e consumo interno para mitigar perdas.

O esgotamento iminente da cota anual de importação de carne bovina pela China ameaça reduzir as exportações brasileiras em até 10% no segundo semestre. Análise detalhada revela dependência estratégica e caminhos para diversificação.
O mercado físico do boi gordo registra quedas nas principais praças pecuárias do Brasil, impulsionadas por sazonalidade e oferta abundante. Exportações fortes oferecem suporte, mas desafios climáticos e ciclos pecuários moldam o cenário.
Agentes do mercado de milho voltam atenções ao clima quente e seco, com impactos potenciais na safra verão. Preços firmes em SP contrastam com pressões no Sul, enquanto exportações e estoques influenciam dinâmicas.