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Coreia do Sul abre mercado para farinha, gordura e heparina de aves do Brasil

Coreia do Sul autoriza importação de farinha e gordura de aves brasileiras, além de heparina suína, ampliando exportações do agro em 2025.

09 de maio de 2026 2 min de leitura
Coreia do Sul abre mercado para farinha, gordura e heparina de aves do Brasil

A Coreia do Sul autorizou a importação de farinha e gordura de aves produzidas no Brasil. O Ministério da Agricultura e Pecuária (Mapa) confirmou a abertura, que inclui também heparina purificada suína. Essa medida fortalece as exportações brasileiras para a Ásia em 2025.

O que aconteceu

O governo sul-coreano aprovou os produtos após negociações com o Mapa e o Ministério das Relações Exteriores (MRE). A farinha e gordura de aves serão usadas na alimentação animal local. Já a heparina suína serve como insumo para medicamentos anticoagulantes.

Essa é parte de uma série de aberturas: desde 2023, o Brasil conquistou 460 novas oportunidades comerciais no agro. Em 2025, até setembro, 37% delas foram para a Ásia.

Outros avanços incluem castanha-do-Brasil para o Japão, ovos para Singapura e carnes para Egito e Índia.

Por que importa para o agro

Produtores de aves ganham novo destino para subprodutos, reduzindo desperdícios e elevando receitas. A gordura e farinha, antes subutilizadas, agora acessam mercado premium asiático.

A diversificação asiática protege contra oscilações em compradores tradicionais como China. Reforça a estratégia de valor agregado, com insumos farmacêuticos como a heparina.

Dados e contexto

MercadoProdutoImpacto
Coreia do SulFarinha e gordura de avesAlimentação animal
Coreia do SulHeparina suínaMedicamentos
Ásia (jan-set 2025)37% das aberturas**460 totais desde 2023**

Fontes como Canal Rural e Mapa registram 317 aberturas em 2023-2024. Exportações de aves cresceram em 2025, apesar de desafios como proibições chinesas temporárias.

O que observar daqui pra frente

Acompanhe certificações sanitárias para aves, que podem acelerar envios. Riscos incluem barreiras fitossanitárias asiáticas e concorrência de fornecedores como EUA. Oportunidades surgem com missões comerciais, visando volume inicial de 10 mil toneladas anuais em subprodutos.

Fontes

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