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Tarcísio e Guilherme Piai definem prioridades para o agro paulista

Governador reeleito e deputado eleito destacam segurança rural, crédito, seguro e regularização fundiária como prioridades para São Paulo.

06 de outubro de 2026 4 min de leitura
Tarcísio e Guilherme Piai definem prioridades para o agro paulista

O governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, e o deputado federal eleito Guilherme Piai apresentaram as principais prioridades para o agronegócio no segundo mandato. A agenda inclui segurança no campo, crédito, seguro rural, subvenção e regularização de propriedades. As medidas afetam diretamente a produção, o investimento e a renda de produtores paulistas.

O que aconteceu

Durante uma coletiva de imprensa, Tarcísio e Piai defenderam a continuidade de políticas voltadas ao setor agropecuário. O governador foi reeleito com 62% dos votos, enquanto Piai recebeu mais de 182 mil votos para a Câmara dos Deputados.

Piai afirmou que pretende levar a Brasília pautas relacionadas ao acesso ao crédito e à regularização de imóveis rurais. O deputado eleito já foi secretário de Agricultura de São Paulo e presidiu o Tribunal de Entidades de São Paulo (TES), experiência que pretende usar na defesa dos produtores.

Entre os pontos apresentados estão o reforço da segurança nas áreas rurais, a estabilidade das linhas de financiamento e o fortalecimento do Fundo de Expansão do Agronegócio Paulista (FEAP), do seguro rural e dos mecanismos de subvenção.

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Por que importa para o agro

A previsibilidade do crédito é decisiva para o planejamento da safra. Juros, prazo de pagamento e disponibilidade de recursos influenciam a compra de sementes, fertilizantes, máquinas e defensivos. Para pequenos e médios produtores, a falta de financiamento pode reduzir a área plantada e atrasar investimentos.

O seguro rural e a subvenção ajudam a limitar perdas provocadas por eventos climáticos, como estiagens, excesso de chuvas e geadas. Já a regularização fundiária facilita o acesso ao crédito e reduz riscos jurídicos em operações de compra, arrendamento e financiamento.

A segurança rural também tem efeito econômico. Furtos de máquinas, animais, insumos e produção elevam custos e podem comprometer a atividade em regiões produtoras. A atuação integrada entre forças de segurança e órgãos estaduais será necessária para transformar a prioridade em resultado prático.

Dados e contexto

  • 62% dos votos: percentual atribuído à reeleição de Tarcísio de Freitas, segundo a matéria repercutida pelo Canal Rural.
  • Mais de 182 mil votos: votação obtida por Guilherme Piai na eleição para deputado federal.
  • FEAP: fundo estadual voltado ao apoio e à expansão de atividades agropecuárias em São Paulo.
  • Seguro rural: instrumento de proteção contra perdas climáticas e outros riscos de produção.
  • Regularização fundiária: etapa que pode ampliar a capacidade de acesso a crédito e investimentos.
A agenda estadual se conecta a desafios nacionais acompanhados pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA), pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) e pelo Banco Central. A oferta de crédito, a gestão de riscos e a infraestrutura continuam entre os principais fatores de competitividade do produtor.

O que observar daqui pra frente

O setor deve acompanhar a execução orçamentária do FEAP, a expansão da subvenção ao seguro e os critérios para acesso às linhas de financiamento. Também será necessário verificar se a regularização fundiária avançará com prazos definidos e integração entre os órgãos públicos. Para o produtor, os principais sinais serão custo efetivo do crédito, cobertura das apólices e redução das perdas no campo.

Fontes

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