Boi gordo em alta com escalas de abate mais curtas
Oferta restrita e escalas de abate enxutas mantêm o boi gordo em alta, reforçando o poder de barganha do pecuarista no início de 2026.
Oferta restrita e escalas de abate enxutas mantêm o boi gordo em alta, reforçando o poder de barganha do pecuarista no início de 2026.

Frigoríficos enfrentam escalas curtas e preços firmes do boi gordo, sustentados por oferta enxuta e demanda externa aquecida.
Analistas veem espaço para alta da arroba no último trimestre, com oferta ajustada, exportações firmes e consumo interno mais forte.

Cotações do boi gordo recuam R$ 3,00/@ na semana, com oferta confortável, demanda lenta e frigoríficos alongando escalas de abate.
A semana terminou com preços mais firmes para o boi gordo, apoiados por demanda aquecida e negociações acima da referência em parte dos estados.
Boi China perde espaço para o boi Europa e redesenha o mercado de saúde animal, com pressão de custo, consolidação e novas exigências de qualidade.

A diferença entre a arroba da carne bovina no atacado e o boi para abate encolheu em junho na Grande São Paulo.
Mercado do boi gordo deve oscilar entre R$ 340 e R$ 370 por arroba em 2025, com Copa do Mundo e demanda chinesa como principais motores.