Conab eleva projeção da safra 2025/26 e aponta recorde no algodão
Conab revisa para cima a safra de grãos 2025/26 e destaca recorde histórico no algodão, apesar da queda de área plantada.

A Conab elevou a projeção da safra brasileira de grãos 2025/26 e passou a trabalhar com novo recorde histórico de produção. O destaque é o algodão, que deve atingir volume inédito mesmo com redução de área plantada. Isso mexe com oferta, preços e planejamento do produtor.[1][2]
O que aconteceu
No levantamento mais recente, a Conab passou a estimar a safra de grãos em 356,34 milhões de toneladas, acima do ciclo anterior. A revisão confirma o peso das principais culturas no resultado nacional e reforça a expectativa de mais uma colheita recorde no país.[8]
Dentro desse cenário, o algodão aparece como um dos destaques. A estatal projeta 4,08 milhões de toneladas de pluma, o maior volume da série histórica, mesmo com redução de 3,2% na área cultivada.[1]
A leitura da Conab é de que a produtividade continua sustentando o avanço do volume total. A revisão também acompanha um quadro de produção forte em grãos, com soja e milho entre as culturas que mais influenciam o resultado final.[2][8]
Por que importa para o agro
Para o produtor, a combinação de safra recorde e área menor no algodão indica uma disputa mais técnica por rentabilidade. Quem conseguiu boa produtividade tende a preservar margem, enquanto custos e preço de venda passam a pesar mais na conta.[1][8]
Para a cadeia, a maior oferta pressiona o mercado e influencia decisões de indústria, exportação e armazenagem. Em cenário de produção elevada, a atenção se desloca para logística, comercialização e ritmo de embarques ao longo da temporada.[2][4]
Dados e contexto
| Indicador | Dado |
|---|---|
| Safra de grãos 2025/26 | **356,34 milhões t** |
| Variação ante 2024/25 | **+1,2%** |
| Algodão | **4,08 milhões t** |
| Área de algodão | **-3,2%** |
| Fonte | **Conab** |
A Conab informa que a safra brasileira de grãos segue em trajetória de recorde histórico, apoiada principalmente em soja, milho e algodão.[2][8] No caso do algodão, a projeção de volume recorde vem apesar da redução de área, o que reforça a importância da produtividade no resultado final.[1][10]
O que observar daqui pra frente
O mercado vai acompanhar se o desempenho projetado pela Conab se confirma até o fim da colheita. Mudanças no clima, no custo de produção e na demanda externa podem alterar o ritmo de comercialização e a formação de preços, especialmente no algodão e nas grandes culturas de verão.[2][8]
Fontes
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