
Dragagem de hidrovias volta ao centro do debate logístico do agro
Setor pressiona por dragagem permanente em rios estratégicos para reduzir frete, evitar gargalos e dar previsibilidade ao escoamento de grãos.

Setor pressiona por dragagem permanente em rios estratégicos para reduzir frete, evitar gargalos e dar previsibilidade ao escoamento de grãos.

Posto adiamento dos leilões de hidrovias na Amazônia, até 22 mil caminhões por ano podem voltar às rodovias, elevando custo e risco para o agro.

Apenas 6% dos projetos hidroviários previstos pela União foram concluídos até 2020, segundo o TCU, escancarando gargalos de infraestrutura que encarecem o escoamento da produção agropecuária.

Balanço da Secretaria Nacional de Hidrovias mostra avanço do transporte aquaviário e reforça papel de rios e cabotagem na competitividade do agronegócio.

Avanço das hidrovias no Norte reduz custos logísticos do agro, desafoga rodovias e fortalece o abastecimento de combustíveis e cargas na Amazônia.