USDA lança pacote para recompor rebanho bovino nos EUA
Novo programa Ranchers First do USDA busca acelerar a recomposição do rebanho bovino americano, hoje no menor nível em 75 anos, com foco em novilhas e pastagens.
Novo programa Ranchers First do USDA busca acelerar a recomposição do rebanho bovino americano, hoje no menor nível em 75 anos, com foco em novilhas e pastagens.
Corte nos estoques globais e piora nas lavouras dos EUA aumentam volatilidade e podem sustentar preços do milho para o produtor brasileiro.
Volume de soja inspecionado para exportação nos EUA cresce mais de 43% em uma semana, sinalizando retomada da demanda externa e atenção do mercado.

Milho avança com suporte em Chicago e câmbio, enquanto soja perde ritmo e depende de novas compras internacionais, especialmente da China.
USDA informa vendas semanais de milho dos EUA de 1,05 milhão de toneladas, na faixa mínima das projeções e com impacto direto na formação de preços internacionais.

Relatório semanal do USDA mostra piora nas condições de milho e soja nos EUA, reforçando volatilidade e atenção redobrada do produtor brasileiro.

Volume de soja inspecionado para exportação nos EUA cai 33,7% em uma semana, sinalizando enfraquecimento da demanda externa e atenção redobrada ao mercado.
Com números de USDA e Conab em mãos, mercado de soja agora mira o crop tour nos EUA para ajustar expectativas de produção e preços.
Cotações da soja ficaram estáveis a mais altas no Brasil, mesmo com baixa em Chicago, após o USDA divulgar números sem surpresa.

Mercado da soja trava no físico no Brasil, com produtores firmes nas ofertas e Chicago em ajuste antes do relatório do USDA.

O USDA reportou nova venda de soja dos EUA, com parte do volume para a China e parte para destinos não revelados, sinalizando demanda firme no mercado.

USDA aponta queda nas vendas externas de milho 2025/26 dos EUA para 315 mil toneladas em uma semana, sinalizando menor ritmo de demanda no curto prazo.

Relatório semanal do USDA mostra recuo nas condições de soja, milho, trigo e algodão nos EUA, com impacto direto nas expectativas de oferta e preços globais.

USDA elevou a área plantada de soja nos EUA, com impacto direto nas cotações e nas decisões de venda e hedge dos produtores brasileiros.
USDA estima mais soja e menos milho nos EUA em 2026, movimento que pode pressionar preços e alterar a disputa por área no mercado global.

Novo relatório de plantio do USDA deve apontar avanço da soja e redução do milho nos EUA, com impacto direto em preços e decisões de produtores brasileiros.
Projeções indicam safra e processamento recordes de soja em 2026 no Brasil, com impacto direto em preços, margens e planejamento do produtor.
A soja subiu no mercado brasileiro com apoio de Chicago e prêmios firmes, enquanto o mercado aguarda novos números do USDA.
Última sexta-feira de junho teve soja com pouca oscilação no Brasil, negócios travados e foco nas projeções de oferta e demanda do USDA.

Cotações da soja oscilaram no mercado físico brasileiro e na Bolsa de Chicago, refletindo câmbio, prêmios e expectativa com dados do USDA.
USDA e Conab projetam safra recorde de soja no Brasil e no mundo, elevam estoques e reduzem espaço para alta consistente de preços.
Relatório do USDA trouxe poucas mudanças para a soja, e mercado brasileiro seguiu com baixa liquidez, negócios pontuais e produtores cautelosos.

Plantio de milho e soja avança nos Estados Unidos, com ritmo próximo ou acima da média, e mercado observa o clima nas próximas semanas.
Analistas esperam que relatório Wasde do USDA aumente previsões para Brasil, Argentina e EUA.

A ADM revisou para cima suas projeções de lucros para 2026, impulsionada por incentivos americanos a biocombustíveis. Análise revela oportunidades e desafios para produtores brasileiros no mercado global de etanol e biodiesel.

A Corteva reportou crescimento de 10% no lucro trimestral, impulsionado por preços e volumes maiores em sementes e proteção de cultivos. Análise revela tendências globais e impactos no agro brasileiro.
A expressiva desvalorização das cotações da soja na Bolsa de Chicago derruba preços no mercado físico nacional, com perdas de até R$ 10 por saca. Entenda os fundamentos globais e impactos locais.