
Juros futuros recuam na B3 após disparada no pós-eleição
Taxas futuras caíram após a forte alta provocada pelo resultado eleitoral, mas ainda refletem elevada percepção de risco fiscal.

Taxas futuras caíram após a forte alta provocada pelo resultado eleitoral, mas ainda refletem elevada percepção de risco fiscal.
A vitória de Lula provocou reações distintas na B3, com alta de Suzano e JBS e queda de Cosan e Camil.
A valorização do dólar tende a dar suporte ao milho brasileiro, mas oferta elevada e demanda cautelosa limitam ganhos no mercado interno.

JBS S.A. solicita cancelamento do registro de companhia aberta, enquanto BDRs da controladora JBS N.V. continuam negociados no Brasil.

O milho caiu na sexta-feira na B3, mas ainda terminou a semana com ganhos em alguns vencimentos, refletindo Chicago e o câmbio.

Tribunal do Cade decide sobre aquisição de 60% da CRDC pela B3, operação que pode concentrar ainda mais o mercado de registro de direitos creditórios, relevante para o financiamento do agro.

Setor agro ainda é pequeno na B3, mas oferece potencial de alta e riscos relevantes que o produtor e o investidor precisam acompanhar.
Fuga de capital externo eleva dólar e juros futuros, encarece crédito e muda a conta do produtor rural.
As ações da Boa Safra reagiram ao balanço com lucro trimestral e carteira recorde, mas o mercado segue atento à pressão sobre margens no agro.
A 3tentos perdeu valor em Bolsa após sinais de piora nas margens e aumento de custos, apesar de manter crescimento de receita.
A bolsa brasileira sofre em agosto com fuga de capital externo, juros altos e piora do humor global, pressionando o mercado e o agro.

Levantamento da B3 mostra o IFBOI na liderança do semestre, refletindo a força da pecuária no mercado financeiro.
ABAG e B3 reuniram lideranças em São Paulo para debater desafios do agronegócio e apresentar propostas ao próximo governo.
O indicador da Datagro virou referência na liquidação dos contratos futuros de boi gordo na B3 e reforça a transparência do mercado.

Ibovespa avança 1,88%, retoma a faixa dos 177 mil pontos e melhora o ambiente para empresas ligadas ao agronegócio na B3.

Evento da ABAG e B3 marca 25 anos do CBA com debates sobre geopolítica, financiamento e futuro do agro brasileiro.
Investidor estrangeiro voltou a sacar recursos da B3 em junho, mas fluxo no ano ainda supera 2025 e sustenta apetite por ativos brasileiros, com reflexos no agro.

Parceria entre B3 e Wind leva dados do mercado brasileiro em tempo real a investidores chineses e abre nova vitrine para ativos do país, inclusive do agro.