Chuva de até 100 mm e calor de 40°C marcam a primeira semana de novembro
Sul terá chuva volumosa e risco de temporais, enquanto Centro-Oeste, Norte e Nordeste enfrentam calor e precipitações irregulares.
Sul terá chuva volumosa e risco de temporais, enquanto Centro-Oeste, Norte e Nordeste enfrentam calor e precipitações irregulares.
Feriado terá calor, tempo abafado e pancadas de chuva com trovoadas em várias regiões; áreas do Centro-Oeste e Sul podem ter granizo.
Baixas pressões e transporte de umidade provocam chuva forte e temporais em áreas agrícolas do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Chuvas previstas para Minas Gerais aceleram a semeadura da soja e reduzem o risco de falta de umidade no início do ciclo.
Chapecó e outros três municípios do oeste catarinense têm previsão de chuva acima de 60 mm, com risco para operações agrícolas.

Previsão indica continuidade das chuvas no Matopiba, favorecendo a umidade do solo e o avanço do plantio em áreas agrícolas.

Sistema de baixa pressão deve provocar chuva em grande parte do Rio Grande do Sul, com impacto sobre colheita e operações no campo.
Previsão indica retorno gradual das chuvas na Bahia, com até 200 mm em janeiro e impactos positivos para o solo e as lavouras.
Previsão indica chuva intensa em Toledo, com risco de alagamentos, erosão e prejuízos às lavouras e estradas rurais.

Instabilidades avançam pelo país, com risco de chuva intensa, ventos fortes e granizo no Sul, Sudeste e Centro-Oeste.
Frente fria provoca chuva moderada a forte no Sudeste, enquanto calor e umidade favorecem temporais isolados no Centro-Oeste, Nordeste e Norte.
Faixa de instabilidade aumenta o volume de chuva e eleva riscos para lavouras, estradas e operações agrícolas em diferentes regiões.

Previsão indica chuva intensa no Paraná e em Santa Catarina, com risco para colheita, máquinas, solos e estradas rurais.
Chuvas fortes causaram alagamentos, deslizamentos, quedas de árvores e bloqueios em rodovias de vários municípios paulistas.
Excesso de chuva reduziu o trabalho das máquinas no Paraná, mas plantio de soja segue no ritmo da safra anterior.
Frente fria deve provocar temporais, alagamentos e queda de temperatura no Sul e no Sudeste na segunda quinzena de outubro.
Ciclone extratropical e frente fria aumentam a instabilidade, com chuva intensa, rajadas de vento e granizo em áreas do Sul, Sudeste e Centro-Oeste.

Bahia deve enfrentar temperaturas de até 36°C e chuvas abaixo da média, cenário que exige cautela no planejamento da primeira safra.
Pancadas fortes avançam sobre Sul, Sudeste, Centro-Oeste e Norte, com risco de temporais e impactos nas operações agrícolas.
Instabilidade aumenta no Centro-Sul, com risco de chuva intensa, ventos fortes e impactos nas operações agrícolas nos próximos dias.
Frentes frias e áreas de baixa pressão devem provocar chuva intensa, temporais e acumulados acima de 100 mm em partes do Brasil.
Chuva forte e risco de temporais exigem atenção no Sul, em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso e parte da Amazônia.
Previsão entre 12 e 16 de outubro indica chuva intensa no Sul e em áreas do Sudeste, enquanto temperaturas podem chegar a 40°C.
Ciclone extratropical deve provocar temporais, ventos fortes e acumulados de até 150 milímetros no Sul do Brasil.
Ciclone e frente fria devem provocar chuva intensa, vento forte e risco de tornado no Sul, com impactos nas atividades agrícolas.

Previsão indica redução das chuvas e calor acima da média na Bahia, cenário que exige atenção ao planejamento agrícola e à disponibilidade hídrica.

Nova rodada de instabilidade deve levar chuva intensa, granizo e rajadas de vento ao Sul, Sudeste, Centro-Oeste e áreas do Matopiba.
Volume e regularidade das chuvas ajudam a definir o momento adequado para semear soja e evitar falhas na emergência das plantas.
Áreas de instabilidade provocam chuva forte, raios e rajadas de vento em diferentes regiões; produtor deve redobrar os cuidados nas operações de campo.
Alertas do Inmet indicam risco de chuva intensa, ventos fortes, raios e granizo em áreas de todas as regiões brasileiras.
Temporais podem superar 100 mm em áreas do Sul, com solo saturado e risco de alagamentos e atraso nas atividades agrícolas.
Temporais atingem Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, com risco de alagamentos, granizo, ventos fortes e prejuízos às lavouras.
Chuvas antecipadas melhoram a umidade do solo e permitem avanço da semeadura em áreas de Mato Grosso, Mato Grosso do Sul e Goiás.

Ciclone extratropical pode provocar chuva acima de 200 milímetros, granizo, vendavais e tornados no Rio Grande do Sul nos próximos dias.
Previsão indica redução das chuvas na maior parte do Brasil, enquanto áreas do Sul e do Sudeste ainda podem registrar pancadas isoladas.
Previsão indica temperaturas de até 41°C e distribuição irregular das chuvas, exigindo atenção redobrada no manejo das lavouras baianas.

Plantio da soja 2026/27 alcança 0,6% da área em Mato Grosso, com avanço concentrado em áreas irrigadas devido à distribuição irregular das chuvas.
Previsão indica chuvas fortes, temporais e risco de transtornos no Sul e Sudeste, com impacto sobre operações agrícolas e transporte de cargas.

Na volta das chuvas, o manejo do pasto precisa mudar rápido para recuperar capim, evitar desperdício e sustentar a lotação da fazenda.
Frente fria traz frio intenso e chuvas volumosas ao Sul e parte do Sudeste, afetando manejo de lavouras, pastagens e planejamento do plantio.

Cheias no Vale do Ribeira deixam 152 famílias em abrigos e impactam produção rural, logística e segurança alimentar local.
Capital paulista registra setembro mais chuvoso da série histórica e cenário de excesso de água muda a rotina e o planejamento do produtor rural.

Pesquisadores alertam que desmatamento e aquecimento podem enfraquecer a reciclagem de umidade da Amazônia e reduzir chuvas no Brasil.

Clima chuvoso em São Paulo encarece o etanol anidro e hidratado em setembro, mesmo com safra e estoques elevados, segundo análise da Esalq/USP.

Instabilidades retornam ao Sul e Sudeste, enquanto parte do Centro-Oeste segue com calor e tempo seco, afetando plantio, colheita e manejo de lavouras.

Sistema de frente fria concentra chuva forte no Sul, enquanto Centro-Oeste e parte do Sudeste seguem sob onda de calor e tempo seco, afetando lavouras e risco de incêndios.

Frente fria leva chuva forte ao Centro-Oeste e Sudeste, enquanto o Sul enfrenta frio intenso e o Norte/Nordeste seguem sob calor e tempo seco.
Chuvas em julho atrasaram a colheita do café e elevaram o risco de perda de qualidade, com impacto sobre preços, exportações e a próxima safra.
Chuvas recentes mantêm solo úmido, atrasam manejo e elevam risco agronômico para o trigo no Rio Grande do Sul.
Avanço de frente fria resfria Sul, Sudeste e Centro-Oeste, enquanto Norte e Nordeste seguem com pancadas de chuva que podem afetar o planejamento das lavouras.

Governo peruano coloca 796 distritos em emergência por 60 dias devido ao risco muito alto de chuvas, enchentes e deslizamentos ligados ao El Niño.

Avisos do Inmet indicam chuvas fortes no Norte e Nordeste e queda acentuada de temperatura em oito estados, com impactos diretos sobre o agro.
Defesa Civil alerta para chuva intensa e risco de inundação no norte do Rio Grande do Sul, com atenção redobrada para áreas vulneráveis.

Inverno terá sucessão de frentes frias, chuva forte e risco de geadas em áreas produtoras, exigindo atenção redobrada do agro ao manejo de lavouras e pastagens.
Novo El Niño ganha força no Pacífico, com risco de mais chuvas no Sul, seca no Norte e Nordeste e pressão sobre produção agrícola e logística.

Santa Catarina terá chuvas moderadas entre 15 e 20 mm nos próximos dias, aliviando o solo e influenciando o planejamento de colheita e plantio no estado.

Período chuvoso em região do Paraná aumenta risco de doenças no feijão e obriga produtor a ajustar plantio, tratos culturais e manejo de solo.
Nova massa de ar frio traz geada ao Sul e chuva volumosa ao Sudeste e Centro-Oeste, exigindo atenção redobrada de produtores em pleno outono.

Massa de ar frio avança pelo Sul, traz chuva irregular e queda de temperatura, afetando manejo de colheita e plantio nas principais regiões agrícolas.
Precipitações intensas atrasaram colheita e embarques da SLC Agrícola, comprimindo receitas do trimestre e ligando alerta para o cronograma da safra.
NOAA e Organização Meteorológica Mundial projetam início do El Niño nos próximos meses, com risco de evento forte e mudança brusca no regime de chuvas no Brasil.
Nova frente fria avança pelo Brasil a partir de 7 de maio, com chuvas fortes, ventos de até 90 km/h e queda acentuada de temperaturas, impactando lavouras no agro.