
FMC registra prejuízo de US$ 2,07 bilhões no terceiro trimestre
A FMC teve prejuízo recorde e receita de US$ 106 milhões após reduzir preços e ajustar estoques nos canais de distribuição.

A FMC teve prejuízo recorde e receita de US$ 106 milhões após reduzir preços e ajustar estoques nos canais de distribuição.
Empresa enfrenta forte deterioração financeira, com prejuízo quase quatro vezes maior que o registrado no mesmo período do ano anterior.

Ação conjunta apreendeu 350 kg de defensivos agrícolas de origem estrangeira em Guaíra, na fronteira do Paraná com o Paraguai.

Novo comando da Adama prevê ampliar inovação, oferta de crédito e produtos de maior valor agregado para recuperar crescimento no mercado brasileiro.
Novo CEO da Adama quer ampliar a presença da empresa no Brasil com inovação, soluções financeiras e maior proximidade com o produtor.
Entidade reúne mais de 70 empresas e ajudou a implementar o registro de defensivos por equivalência no Brasil.
Corteva movimenta US$ 1,8 bilhão antes da separação entre as áreas de sementes e proteção de cultivos, prevista para outubro de 2026.
Pressão de pragas fez a área tratada com defensivos crescer 5% no semestre, com mais aplicações em soja, milho e outras culturas.

Maior fabricante brasileira de defensivos agrícolas avança na internacionalização, abre operação no México e mira R$ 6 bilhões em receita até 2030.
Fabricante brasileira de defensivos agrícolas prepara aquisições e nova planta para dobrar faturamento até 2030.

Executivo deixa o comando da FMC na América Latina após liderar reestruturação e reposicionamento da empresa na região.
Corteva e Globachem fecharam acordo para criar uma joint venture 50/50 focada em novas soluções de proteção de cultivos para Europa e Américas.
Mesmo com mercado global ainda em ajuste, Brasil se destaca e puxa o crescimento da Syngenta no primeiro semestre, com avanço em defensivos e sementes.
Gigante chinesa de defensivos Fuhua quer crescer 15% em 2026 no Brasil e, em até dois anos, passar a vender diretamente ao produtor rural.
Multinacional chinesa acelera expansão no Brasil em defensivos e fertilizantes, elevando a concorrência e mudando a oferta de insumos no agro.
Área tratada com defensivos agrícolas avançou 5% no semestre, puxada por pressão de pragas e doenças e maior uso de fungicidas e inseticidas.

BASF e FMC divulgaram resultados do 2º trimestre com receita estável ou em queda leve, mas lucro pressionado e recuperação ainda lenta.

Senadores debateram a regulamentação da Lei 14.785/2023, que mudou as regras para registro e controle de defensivos no país.
Brasil registra queda brusca nas importações de defensivos químicos, mudando preços, estoques e estratégia de compra dos produtores.
Com algodão valorizado e carteira reforçada, FMC mira crescimento de dois dígitos nas vendas ao setor e amplia foco em biológicos e soluções digitais.