Bloqueio da UE à carne brasileira mexe com ações de JBS e BRF; Minerva sofre menos
Veto europeu às proteínas brasileiras pressiona JBS e BRF na bolsa, enquanto Minerva aparece como a menos exposta ao bloqueio.
Veto europeu às proteínas brasileiras pressiona JBS e BRF na bolsa, enquanto Minerva aparece como a menos exposta ao bloqueio.
Indonésia habilita mais 21 plantas brasileiras para carne bovina, reforçando espaço do Brasil no mercado asiático e abrindo novas oportunidades para a pecuária.

Crise de preços e medida emergencial dos EUA ampliam cota de importação de carne bovina magra, abrindo espaço extra para o Brasil exportar sem tarifa adicional.
Trump promete ordem legal para permitir que produtores processem seus próprios alimentos, mirando monopólio de grandes frigoríficos e mexendo com o mercado global de carnes.
Estratégia da Minerva combina diversificação geográfica, gestão ativa da dívida e foco em exportações para atravessar juros altos e um mercado global de carne mais volátil.
A ampliação temporária da cota de importação de carne bovina pelos EUA cria nova janela para frigoríficos brasileiros, mas com ganhos de margem limitados.
Mercado físico do boi gordo mostra recuperação da arroba, com São Paulo liderando altas em meio à oferta limitada de animais.
Marfrig, Minerva e FriGol atingem 100% de conformidade, e JBS chega a 97,6% nas auditorias do TAC da Carne na Amazônia Legal.
Auditoria do TAC da Carne mostra até 100% de conformidade entre grandes frigoríficos e reforça pressão por rastreabilidade no boi da Amazônia.
Frigol registra faturamento recorde no 2T26, mas vê lucro e margem desabarem com a disparada da arroba em um cenário de oferta apertada de boi gordo.

Davi Alcolumbre anunciou avanço da PEC que acaba com a escala 6x1 e reduz jornada de trabalho, medida que pode elevar custos e mudar a rotina de frigoríficos e agroindústrias.
A oferta enxuta de gado pronto e as escalas de abate curtas voltaram a sustentar os preços da arroba em várias praças.
Mercado do boi gordo volta a subir com oferta reduzida, escalas curtas e demanda firme dos frigoríficos, especialmente exportadores.

Negócios de boi gordo voltam a superar referências das consultorias, com Norte liderando altas e arroba mais firme em praças importantes.

Escalas curtas, oferta limitada e frigoríficos cautelosos sustentam os preços do boi gordo, mesmo com ritmo lento de negociação nas principais praças.
Oferta limitada de animais para abate mantém a arroba do boi gordo firme em diversas praças, apesar da baixa liquidez nas negociações.
BTG alerta que a fase ruim da pecuária tende a pressionar frigoríficos e toda a cadeia da carne bovina.
Mercado do boi gordo fechou a semana com queda em praças importantes, refletindo impasse entre pecuaristas e frigoríficos e acomodação da demanda.

Frigoríficos enfrentam escalas curtas e elevam ofertas pela arroba do boi gordo em principais praças, sustentando alta nos preços da carne.
Oferta restrita e escalas de abate enxutas mantêm o boi gordo em alta, reforçando o poder de barganha do pecuarista no início de 2026.

Frigoríficos enfrentam escalas curtas e preços firmes do boi gordo, sustentados por oferta enxuta e demanda externa aquecida.
Preços do boi gordo voltam a cair em junho, puxados por ajuste da demanda interna e menor ritmo de compras dos frigoríficos.
Arroba do boi gordo segue pressionada pela demanda fraca e menor interesse dos frigoríficos, estreitando margens na pecuária de corte.
Unidade da Friboi em Ituiutaba (MG) abre quase 90 vagas, com foco em operador de produção, e indica aquecimento da demanda por carne bovina no Triângulo Mineiro.

Arroba do boi gordo encerra a semana em campo positivo, com São Paulo na casa de R$ 340–345/@, sustentada por oferta controlada e boa demanda de frigoríficos.

Esgotamento da cota chinesa reduz exportações, aumenta ociosidade dos frigoríficos e pressiona a formação de preço do boi gordo no mercado interno.
Com consumo lento e capacidade ociosa acima de 60%, frigoríficos ganham poder de barganha e aumentam a pressão sobre a arroba.
Mesmo com frigoríficos encurtando escalas de abate, a arroba do boi gordo recuou em São Paulo, refletindo teste de preços pela indústria e oferta ainda confortável.

A demanda externa e a reorganização dos frigoríficos podem abrir uma nova janela para a pecuária brasileira no boi Europa.

O mercado do boi gordo terminou o dia estável, com frigoríficos ajustando a estratégia de compra e oferta ainda bem alinhada à demanda.
Mercado físico do boi gordo volta dos feriados com pouca oferta, escala curta e preços firmes nas principais praças de abate.
Arroba do boi gordo registrou negócios acima das referências após o feriado, com frigoríficos alongando escalas e produtor ganhando fôlego na barganha.

Marfrig e JBS montam estratégia para surfar no aumento de consumo de carnes durante os jogos da seleção na Copa, de olho em margens e ganho de mercado.
Carimbo na carne indica inspeção sanitária e uso de tinta atóxica; entenda o que ele garante e por que importa para a cadeia do agro.

Preços do boi gordo caminham de lado nas principais praças, com frigoríficos alongando escalas e consumo interno ainda lento.

Após mais de um ano de suspensão, China libera exportações de carne bovina de três plantas brasileiras, aliviando pressão sobre indústria e pecuaristas.

Autoridade chinesa suspende exportações de três plantas de carne bovina do Brasil por irregularidades sanitárias, acendendo alerta no setor exportador.

China suspende temporariamente compras de carne bovina de três plantas brasileiras após auditoria sanitária; exportações das demais unidades seguem normais.
Polícia Civil e Vigilância Sanitária interditam açougue em Campo Grande (MS) após encontrarem insetos, carnes no chão e diversas irregularidades de higiene.