
Eleição nos EUA pode ampliar incertezas para o agro brasileiro
Inflação e desgaste de Trump com produtores tornam a eleição nos EUA relevante para o comércio agrícola e a política brasileira.

Inflação e desgaste de Trump com produtores tornam a eleição nos EUA relevante para o comércio agrícola e a política brasileira.
A vitória de Lula provocou reações distintas na B3, com alta de Suzano e JBS e queda de Cosan e Camil.
Novo mandato prevê ampliar crédito rural, infraestrutura, fertilizantes e pesquisa, enquanto produtores cobram juros menores e seguro mais eficiente.

Lula vence Flávio Bolsonaro no segundo turno e terá novo mandato marcado por desafios fiscais, comerciais e de política agrícola.

Presidente Luiz Inácio Lula da Silva votou em São Bernardo do Campo e avaliou a mobilização política durante a campanha eleitoral.

Em discurso na ONU, Lula defendeu a soberania brasileira, criticou tarifas como instrumento de pressão e reforçou pautas voltadas ao público nacional.
Presidente afirma que o Brasil não se subordina a outras potências e defende parceiros comerciais, tecnologia e desenvolvimento com autonomia.

Em entrevista à CNN em Nova York, Lula atacou o tarifaço dos EUA, acusou Trump de agir como imperador e sinalizou possível reciprocidade nas exportações.

Presidente critica tarifas dos EUA sobre produtos brasileiros, fala em medidas de reciprocidade e alerta para impacto na parceria econômica entre os dois países.

Presidente lança pacote de R$ 18,5 bilhões para proteger exportadores e afirma que Brasil pode sair mais forte da disputa tarifária com os Estados Unidos.
Governo lança Plano Safra da agricultura familiar com R$ 85,2 bi em crédito e juros menores para produção de alimentos básicos e orgânicos.
Ministério da Agricultura confirma anúncio do Plano Safra 2025/26 para 30 de junho, com foco na agricultura empresarial e sem participação do presidente Lula na cerimônia.

Encontro de Lula com lideranças da União Europeia reaquece negociações, mas exigências ambientais e calendário político apertado mantêm pressão sobre o agro brasileiro.

Geraldo Alckmin afirmou que Lula atua para reverter o veto da União Europeia à carne brasileira, com foco em frango, suínos e bovinos, tema crucial para o agro exportador.
Entidades do agro pressionam o governo após veto de Lula a benefício do Bolsa Família para trabalhadores safristas, acendendo alerta para regiões rurais dependentes da colheita.
Presidente Lula participa de ato em Brasília para assinatura de decretos de titulação de territórios quilombolas, com efeitos sobre regularização fundiária e produção rural.
Em reunião ministerial, Lula criticou o aumento de tarifas dos EUA e prometeu resposta com base na lei de reciprocidade, reforçando o discurso de soberania econômica do Brasil.