
Juros futuros sobem levemente em sessão de baixa liquidez
Juros futuros fecharam com alta discreta na B3, em um pregão de liquidez fraca e foco no rumo da Selic.

Juros futuros fecharam com alta discreta na B3, em um pregão de liquidez fraca e foco no rumo da Selic.
Após sequência de revisões para baixo, mercado mantém projeção de inflação em 2026, aumentando atenção a custos e juros no agronegócio.
Juros longos voltam a subir, elevam o custo de financiamento e deixam o mercado mais cauteloso, com impacto direto no crédito para o agronegócio.
Desaceleração da economia e inflação sob controle reforçam a aposta do mercado em novo corte da Selic, com impacto direto no crédito rural e nos custos do produtor.

BC reduziu a Selic para 14% ao ano, mas o alívio ainda é limitado para crédito, custo financeiro e investimento no campo.
Ministro da Fazenda afirmou que a Selic elevada prejudica investimentos e encarece a dívida pública, com efeitos diretos sobre o agro.
Copom reduz Selic para 14% ao ano, mas indica cautela com novos cortes, mantendo juros elevados e impacto direto no crédito para o agronegócio.
Moeda americana avança frente ao real em dia de atenção total ao Copom e ao ambiente internacional, com impacto direto nos custos e na margem do produtor rural.
Queda dos juros futuros reabre espaço para cortes na Selic e melhora o custo de financiamento no agro, mas cenário político segue no radar.
Queda de petróleo e minério pressiona ações de commodities e limita alívio na bolsa, enquanto mercado ajusta expectativas para a taxa Selic.
A próxima decisão do Copom pode trazer novo corte da Selic, mas o espaço para queda segue restrito por inflação e fiscal.

Queda dos juros futuros reforça expectativa de continuidade do ciclo de cortes da Selic, aliviando custo de crédito e melhorando cenário para investimentos no agro.

Curva de juros futuros cai com recuo do petróleo e avanço diplomático entre EUA e Irã, reacendendo apostas em corte da Selic e aliviando o custo financeiro do agro.
Queda dos juros futuros reforça a leitura de alívio monetário, mas o mercado ainda vê Selic alta por mais tempo.
Queda dos juros futuros na B3, puxada por dólar mais fraco e dados de atividade em desaceleração, mexe com custo de crédito e planejamento do agro.
Queda dos juros futuros pelo sexto dia seguido reduz prêmios de risco e abre espaço para custos menores de crédito no agro.

Queda do petróleo derruba juros futuros e aumenta a aposta de corte da Selic, com impactos diretos no crédito e nos investimentos do agronegócio.
IPCA-15 de junho abaixo do esperado derruba juros futuros e alivia parte da pressão sobre o custo do crédito no Brasil.

Banco Central definiu as oito datas do Copom em 2027, chave para o planejamento financeiro do produtor rural e das empresas do agro.

Banco Central aponta piora nas projeções de inflação e indica postura mais cautelosa na política monetária, com impacto direto sobre crédito e custos no agro.

Aperto nos juros futuros, alta do dólar e petróleo pressionam expectativas para a Selic e elevam o custo financeiro do agronegócio.
Expectativa de cortes na Selic diminui após mudança de sinal do Banco Central e piora do cenário fiscal, elevando atenção do agronegócio ao custo do crédito.

PIB acima do esperado reduz risco de recessão, mas inflação persistente limita cortes mais agressivos da Selic e exige gestão financeira cuidadosa no agro.

PIB brasileiro em foco define próximos passos da Selic e mexe com dólar, Bolsa e custo do crédito para o agronegócio.
Probabilidade de corte de 0,25 ponto na Selic sobe para 92%, reforçando expectativa de juros menores e custo financeiro mais baixo para o agro.
Presidente do BC indica manutenção de juros em patamar restritivo por período prolongado, com inflação projetada acima da meta até 2028.
Diretor de Política Econômica do Banco Central afirma que a política monetária atual foi suficiente para conter inflação e ancorar expectativas, mas sinaliza cautela para cortes na Selic.