Plantio de arroz no RS alcança 36,83% da área prevista
Semeadura avança no Rio Grande do Sul, mas chuvas irregulares e margens apertadas mantêm alerta sobre o ritmo da safra 2026/27.
Semeadura avança no Rio Grande do Sul, mas chuvas irregulares e margens apertadas mantêm alerta sobre o ritmo da safra 2026/27.
Entidades do setor temem que a retomada do licenciamento ambiental aumente despesas e burocracia para produtores de arroz em Santa Catarina.

Negócios de arroz para exportação alcançam R$ 90 por saca no Rio Grande do Sul, sinalizando melhora na remuneração do produtor.
Empresa diversifica negócios além do açúcar e prepara entrada no arroz, com estreia prevista para 2027.

Camil registra lucro de R$ 41,3 milhões no segundo trimestre, queda de 47,5%, em meio à pressão dos preços do arroz.
Enxaguar o arroz remove parte do amido superficial e pode reduzir contaminantes, mas não é necessário por razões bacteriológicas.

Concorrência pelo arroz em casca no Rio Grande do Sul leva negócios para perto de R$ 90 por saca de 50 quilos no Porto do Rio Grande.

Google vai financiar projeto no RS que combina redução de metano em arrozais e remoção de CO₂, em um dos maiores acordos climáticos já anunciados.
Estado se firma entre os maiores produtores de grãos e alimentos do país, com forte peso nas exportações e na diversificação das cadeias.

Conab comprou só 5% do arroz ofertado no leilão, sinal de baixa adesão do mercado à operação de estoques públicos.
Queda no custo da cesta básica em 25 capitais alivia orçamento urbano e pressiona margens na cadeia de alimentos.
Preço do arroz em casca dispara 22% no Rio Grande do Sul, puxado por oferta mais enxuta, estoques baixos e preocupação com o El Niño.
Levantamento da Federarroz mostra que cerca de 80% das amostras de arroz tipo 1 analisadas em seis estados não entregam a qualidade declarada no rótulo.

Embrapa Arroz e Feijão seleciona materiais resistentes à sogata, praga que pode causar perdas de até 100% no arroz, e abre nova frente para manejo integrado nas lavouras irrigadas e de terras altas.

Produtores retraídos e chuvas no Rio Grande do Sul limitaram as negociações e ajudaram a sustentar as cotações do arroz em casca.

Novos produtos de arroz, avanço dos cafés especiais e ajustes no mercado de trigo abrem oportunidades e exigem estratégia do produtor.
Após colapso de preços em 2025, o mercado de arroz ensaia reação em 2026, mas ainda combina oferta contida, consumo fraco e riscos climáticos e de custos.
Plano federal amplia estoques públicos de grãos e destina R$ 1,3 bilhão para reduzir impactos do Super El Niño na produção e nos preços de alimentos.

Mesmo com alta recente nos preços, as chuvas no Rio Grande do Sul travam negócios e mantêm o mercado de arroz com baixa liquidez.

Consultor vê avanço de soja, algodão e feijão na safra 2024/25, enquanto trigo, arroz e milho de verão devem perder espaço na disputa por área no Brasil.
Fenômeno El Niño pode reduzir a produção de café, arroz e grãos e pressionar os preços dos alimentos no Brasil entre 2026 e 2027.
Setor arrozeiro alerta que, sem renegociação de dívidas, muitos produtores não terão condição de acessar os recursos do novo Plano Safra.
Sistema de plantio direto do arroz, conhecido como “cara do ar”, reduz custo, diesel e emissões ao cultivar sem lâmina permanente de água.

Cotações do arroz em casca recuam no Rio Grande do Sul com maior oferta e menor demanda, acendendo alerta para margens dos produtores.

Ceagesp recebeu 49 toneladas de arroz e feijão da agricultura familiar para abastecer estoques públicos e ações sociais, reforçando compras governamentais do pequeno produtor.

Fenarroz começa em Cachoeira do Sul com foco em negócios, tecnologia e debate sobre a cadeia do arroz.
Projeto leva mini colheitadeira à Terra Indígena Marãiwatsédé, em MT, para apoiar produção de arroz e fortalecer autonomia e renda da comunidade xavante.

Abertura oficial da colheita do arroz no RS amplia foco para sistemas de integração lavoura-pecuária em áreas de várzea, com arroz, soja, milho e pecuária.

Oferta elevada com safra cheia e avanço da colheita mantém os preços do arroz pressionados e exige estratégia do produtor na venda.
Empresa de alimentos sofre impacto direto da desvalorização de commodities em 2025, refletindo pressão no setor de processamento.
Pesquisa do MIT revela que sementes de arroz germinam 30-40% mais rápido ao detectar vibrações da chuva, abrindo portas para inovações no plantio preciso no agronegócio brasileiro.