
Carnes, soja e etanol puxam avanço da receita industrial do agro em 2024
Receita da indústria brasileira cresce em 2024, com destaque para carnes, soja e etanol, e reforça o peso do agronegócio nas exportações e na balança comercial.

Receita da indústria brasileira cresce em 2024, com destaque para carnes, soja e etanol, e reforça o peso do agronegócio nas exportações e na balança comercial.

Exportações do agronegócio somaram US$ 16 bilhões em maio de 2026, alta de 8,2% e metade de tudo que o Brasil vendeu ao exterior.

No Investor Day, JBS detalha estratégia de disciplina financeira, corte de capex e foco em eficiência para enfrentar o ciclo fraco de carnes e agradar o mercado.

UE confirmou veto a carnes e produtos animais do Brasil a partir de setembro, aumentando a pressão sobre exportadores e sobre a rastreabilidade da cadeia.
Exportações do agronegócio somaram US$ 16,65 bilhões em abril, alta de 11,7%, com forte demanda chinesa e preços ainda sustentados no mercado global.

Gabriel Galípolo Durigan afirma que Brasil evitou retaliação contra tarifas dos EUA para preservar espaço de negociação e previsibilidade ao agronegócio.

Missão brasileira na Sial China 2024 prevê US$ 455 milhões em negócios para carnes, reforçando o mercado asiático para aves e suínos.
Agro de Minas Gerais registra recorde histórico de exportações em 2025, com avanço em café, carnes e complexo soja, reforçando o peso do estado no comércio exterior.

Viagem oficial à China busca ampliar vendas de soja, milho, carnes e café, reforçar cooperação técnica e abrir novas frentes para o agronegócio brasileiro.
Relatório do Citi indica que a China deve cumprir a meta de crescimento em 2026, reduzindo a necessidade de grandes estímulos e trazendo previsibilidade para quem exporta soja, milho e carnes.