Ibovespa oscila pouco e dólar cai a R$ 5,07 em dia de pregão fraco
Bolsa fechou praticamente estável e dólar recuou a R$ 5,07 em sessão de baixo volume, com atenção ao petróleo acima de US$ 90 e ao cenário externo.
Bolsa fechou praticamente estável e dólar recuou a R$ 5,07 em sessão de baixo volume, com atenção ao petróleo acima de US$ 90 e ao cenário externo.

Tensão entre EUA e Irã volta a pressionar o petróleo, aumenta custos logísticos globais e reacende o risco de repasse para insumos agrícolas no Brasil.
Governo deve manter por mais tempo a ajuda ao preço da gasolina diante da nova alta do petróleo, com impacto direto em custos de frete e produção.

FMI reduziu a estimativa para o preço do petróleo em 2026, projetando barril a US$ 78, em meio a cenários de guerra no Oriente Médio e risco de recessão global.
Mercado reage à escalada entre EUA e Irã, com petróleo em alta e juros futuros pressionados no Brasil.
Alta do dólar, puxada pelo cenário externo e recuo do Brent, muda a conta de importação de insumos e pressiona custos no agronegócio.
Após quatro meses de crescimento, produção industrial cai 0,2% em maio, com impacto direto em derivados de petróleo e indústria extrativa, sinalizando alerta para o agro.

Mercados asiáticos oscilaram com a preocupação sobre o Estreito de Ormuz e o conflito EUA–Irã, movimento que pode afetar fretes, energia e custos do agro.
O governo desistiu de fazer neste ano o leilão de petróleo do pré-sal e retirou R$ 31 bilhões da previsão de receitas.

Queda do petróleo derruba juros futuros e aumenta a aposta de corte da Selic, com impactos diretos no crédito e nos investimentos do agronegócio.

Memorando entre EUA e Irã avança apesar de incertezas, reduz risco de escalada militar e sinaliza alívio para petróleo, fretes e inflação global.
Queda forte do petróleo, corte da Selic e dólar em baixa redesenham custos e margens do agronegócio brasileiro.

Acordo preliminar entre EUA e Irã prevê fim da guerra e reabertura do Estreito de Ormuz, derrubando petróleo e mudando o cenário de custos para o agro.

A alta do petróleo reverteu o movimento do dólar e reacendeu o alerta sobre custos de produção, frete e inflação no agro.

Opep+ eleva a oferta em 188 mil barris por dia em julho e estende cortes até 2025, movimento que pode mexer nos custos de diesel e frete para o agronegócio.

Cotações do petróleo caem mais de 2,8% com perspectiva de cessar-fogo no Oriente Médio e menor prêmio de risco geopolítico, aliviando custos para o agro.
Cotações do petróleo fecham em alta com impasse entre EUA e Irã, elevando o risco de novos custos com combustíveis e frete para o agronegócio.
Mercados asiáticos fecham em alta com avanço diplomático entre EUA e Irã e recuo do petróleo, cenário que reduz risco geopolítico e melhora o apetite por risco.
Líder econômico da Casa Branca vê espaço para queda do petróleo e das taxas se houver acordo, com reflexos diretos nos mercados.

Taxas futuras avançaram na B3 com piora do cenário externo, alta do petróleo e pressão sobre dólar e inflação.
Expectativa de acordo entre EUA e Irã reduz tensão no Oriente Médio, derruba dólar e petróleo e abre nova janela de preços e custos para o agronegócio brasileiro.

Departamento de Energia dos EUA reporta forte queda nos estoques de petróleo, acima das projeções, com impacto direto em preços internacionais e custos do agro.
Ministros de Finanças do G7 discutem riscos da guerra no Oriente Médio para economia global e prometem coordenação contra choques de energia e inflação, tema-chave para o agro.

Mercados asiáticos reagem com cautela à decisão de Trump de adiar ataque ao Irã, com impacto direto sobre petróleo e apetite ao risco.
Aloizio Mercadante defende intervenção do Estado para enfrentar alta do petróleo e proteger economia, com foco em combustíveis e transição energética.

Dirigente do Fed alerta que conflito com Irã limita previsões sobre juros e pode elevar preços de energia, impactando exportações do agro brasileiro.
Cotação do petróleo volta aos US$ 100/barril, elevando despesas com diesel e frete para produtores rurais em meio a tensões globais de oferta.