Pedidos de recuperação judicial no agro caem 20,7% no segundo trimestre
Agronegócio registrou 448 pedidos de recuperação judicial entre abril e junho, mas produtores rurais pessoas físicas ainda pressionam o indicador.
Agronegócio registrou 448 pedidos de recuperação judicial entre abril e junho, mas produtores rurais pessoas físicas ainda pressionam o indicador.

Agro registrou 448 pedidos de recuperação judicial no segundo trimestre de 2026, queda de 20,7% em um ano, segundo a Serasa Experian.
Opea prevê agravamento das recuperações judiciais no agronegócio, apesar da queda recente dos juros e de uma safra recorde em 2026.
Opea prevê que os pedidos de recuperação judicial no agronegócio continuem em alta até o início de 2027, mas indica proximidade do pico.
Estoque de empresas agropecuárias em recuperação judicial chegou a 123 no primeiro semestre de 2026, aponta levantamento da RGF.

Com mais recuperações judiciais no agro e crédito bancário mais restrito, a CPR de Fomento se consolida como alternativa privada de financiamento com menor risco ao credor.
Grupo Sefert pede recuperação judicial para renegociar R$ 240 milhões e tenta preservar a operação em meio à pressão financeira.

Decisões judiciais que esvaziam garantias no crédito rural aumentam custo de capital e insegurança para todo o agronegócio.
Pedidos de recuperação judicial aumentam no Brasil e expõem pressão financeira no agro, com impacto direto no fluxo de caixa e nas renegociações.
Agronegócio do RS lidera recuperações judiciais, pressionado por endividamento, juros altos e quebra de safra.
Pedidos de recuperação judicial no agronegócio cresceram no 1º trimestre e mostram pressão maior sobre produtores endividados.
Serasa Experian aponta piora da crise financeira no agronegócio, com 474 pedidos de recuperação judicial no primeiro trimestre.

Após cinco anos em recuperação judicial, a Usina Santa Terezinha saiu do processo e volta a acessar crédito para investir em cana, indústria e expansão.
A Justiça de Mato Grosso decretou a falência do Grupo Pupin, encerrando uma recuperação judicial que se arrastava desde 2017 e acumulava dívidas bilionárias.

Falência do grupo do ex 'rei do algodão' encerra recuperação judicial de 10 anos e reposiciona ativos bilionários no mercado agrícola de Mato Grosso.
Conglomerado do Centro-Oeste com atuação em grãos e logística pede recuperação judicial; veja impactos e pontos de atenção para o agro.