Arroba do boi chega a R$ 395 em negócios pontuais em São Paulo
Oferta restrita de animais mantém o boi gordo em alta, com negócios pontuais próximos de R$ 395 por arroba em São Paulo.
Oferta restrita de animais mantém o boi gordo em alta, com negócios pontuais próximos de R$ 395 por arroba em São Paulo.

Preços da soja recuam diante de um mercado brasileiro lento, enquanto menor oferta, dólar e clima sustentam oportunidades para os produtores.
Contratos futuros recuaram em Chicago, enquanto as cotações no mercado brasileiro mostraram movimentos distintos entre as principais praças.
Mercado físico do boi gordo registra novas altas, com negociações firmes e Indicador Cepea próximo de R$ 360 por arroba em São Paulo.
Preços do boi gordo seguem em ascensão com média acima de R$ 340/@ em São Paulo, impulsionados por demanda firme e exportações aquecidas.
Cotações da soja avançaram em várias praças, mas a distância entre comprador e vendedor manteve o mercado físico lento.
Retomada pós-feriado traz alta nas principais praças do boi gordo, com frigoríficos testando valores maiores e produtor avaliando momento de venda.
Soja brasileira volta do feriado com preços estáveis a levemente positivos e pouca movimentação de negócios no físico.
Cotações da soja sobem em portos e regiões-chave no último dia de agosto, apoiadas por Chicago e câmbio, enquanto produtor segue cauteloso.

Cotações do boi gordo iniciam a semana com preços firmes nas principais praças e carne bovina no atacado em estabilidade, indicando mercado ainda sustentado.
Arroba do boi gordo abriu a semana em leve baixa em São Paulo, Goiás, Minas, MS e MT, sinalizando ajustes nas indústrias e atenção redobrada do pecuarista.

O mercado do boi gordo voltou a mostrar disputa regional, com negócios acima da referência no Norte e abaixo no Centro-Sul.
Cotações da soja ficaram estáveis a mais altas no Brasil, mesmo com baixa em Chicago, após o USDA divulgar números sem surpresa.

Cotações da soja caíram no físico brasileiro e na Bolsa de Chicago, com mercado travado e negócios só para necessidade imediata.

Correção intensa na Bolsa de Chicago derruba prêmios e cotações da soja no Brasil, reduzindo negócios tanto no disponível quanto na safra nova.

Cotações da soja oscilaram no mercado físico brasileiro e na Bolsa de Chicago, refletindo câmbio, prêmios e expectativa com dados do USDA.
Com dólar firme, prêmios positivos e Chicago volátil, produtor reduz ritmo de vendas de soja no Brasil e espera cotações mais atrativas.
A arroba do boi gordo continuou em queda, com frigoríficos testando preços menores e o atacado ainda lento.
Cotações da soja seguem pressionadas em parte do país, com diferenças regionais relevantes e sinal de mercado ainda irregular.
A soja teve alta em apenas uma região do país, enquanto o restante do mercado ficou pressionado por baixa liquidez e negócios limitados.
Cotações da soja sobem no Brasil acompanhando Chicago e câmbio, destravam negócios em importantes praças e dão alívio pontual ao produtor.
Mercado físico de soja fica praticamente parado no Brasil, com queda em Chicago e prêmios negativos pressionando as cotações internas.

Cotações da soja caem na maior parte do país, enquanto o Paraná foge da tendência e registra alta, mudando a estratégia de venda do produtor.

Mercado de soja fecha a semana com Chicago em baixa, dólar firme e negócios concentrados em lotes pontuais no interior e nos portos.

Arroba em Cuiabá (MT) atinge R$ 330, superando SP em R$ 5, em meio a mercado volátil com quedas em GO e RO.
O mercado físico do boi gordo registra quedas nas principais praças pecuárias do Brasil, impulsionadas por sazonalidade e oferta abundante. Exportações fortes oferecem suporte, mas desafios climáticos e ciclos pecuários moldam o cenário.