
Soja tem dia de ajustes no físico e em Chicago; veja as referências
Cotações da soja oscilaram no mercado físico brasileiro e na Bolsa de Chicago, refletindo câmbio, prêmios e expectativa com dados do USDA.

Cotações da soja oscilaram no mercado físico brasileiro e na Bolsa de Chicago, refletindo câmbio, prêmios e expectativa com dados do USDA.
Com dólar firme, prêmios positivos e Chicago volátil, produtor reduz ritmo de vendas de soja no Brasil e espera cotações mais atrativas.
A arroba do boi gordo continuou em queda, com frigoríficos testando preços menores e o atacado ainda lento.
Cotações da soja seguem pressionadas em parte do país, com diferenças regionais relevantes e sinal de mercado ainda irregular.
A soja teve alta em apenas uma região do país, enquanto o restante do mercado ficou pressionado por baixa liquidez e negócios limitados.
Cotações da soja sobem no Brasil acompanhando Chicago e câmbio, destravam negócios em importantes praças e dão alívio pontual ao produtor.
Mercado físico de soja fica praticamente parado no Brasil, com queda em Chicago e prêmios negativos pressionando as cotações internas.

Cotações da soja caem na maior parte do país, enquanto o Paraná foge da tendência e registra alta, mudando a estratégia de venda do produtor.

Mercado de soja fecha a semana com Chicago em baixa, dólar firme e negócios concentrados em lotes pontuais no interior e nos portos.

Arroba em Cuiabá (MT) atinge R$ 330, superando SP em R$ 5, em meio a mercado volátil com quedas em GO e RO.
O mercado físico do boi gordo registra quedas nas principais praças pecuárias do Brasil, impulsionadas por sazonalidade e oferta abundante. Exportações fortes oferecem suporte, mas desafios climáticos e ciclos pecuários moldam o cenário.