
Endividamento das famílias bate recorde e amplia pressão sobre o consumo
Endividamento das famílias chega a 50,1% da renda acumulada, enquanto o comprometimento mensal alcança 29%, com reflexos no consumo e no agro.

Endividamento das famílias chega a 50,1% da renda acumulada, enquanto o comprometimento mensal alcança 29%, com reflexos no consumo e no agro.

Holding encerra tratativas para venda de participação na Rumo, mas mantém alternativas para reduzir endividamento e levantar recursos.
Ampliação de renegociações pode aliviar produtores, mas também elevar o risco de inadimplência recorrente e pressionar o crédito rural.
Opea prevê que os pedidos de recuperação judicial no agronegócio continuem em alta até o início de 2027, mas indica proximidade do pico.
A alta da inflação pressiona juros, custos e parcelas, dificultando a recuperação financeira de produtores rurais endividados.
Planejamento financeiro e controle da comercialização ajudam o produtor a evitar excesso de crédito e reduzir riscos de endividamento.
Fórum Conexão CEPEA debate os efeitos dos juros elevados, do endividamento e das restrições bancárias sobre o financiamento agrícola.
A Cosan reduziu a dívida líquida expandida para R$ 9,2 bilhões, mas o baixo índice de cobertura do serviço da dívida mantém a pressão financeira.
Organizar o caixa, revisar custos e renegociar dívidas são medidas prioritárias para atravessar o aperto financeiro no campo.
Com R$ 8,5 bilhões em dívidas e pouca margem de renegociação, agricultores familiares do RS iniciam a nova safra sob forte risco financeiro e produtivo.
Estoque de dívidas bilionário, crédito travado e clima extremo colocam o agro gaúcho em zona de alerta.
Gestora Buri aposta em compra de terras descontadas e reestruturação de dívidas para aproveitar a crise de liquidez no agronegócio.
Indústria de fertilizantes alerta que endividamento rural e crédito caro já travam compras para a próxima safra, elevando o risco de queda no uso de adubos.
Grupo Sefert pede recuperação judicial para renegociar R$ 240 milhões e tenta preservar a operação em meio à pressão financeira.
Com bancos mais rigorosos, produtores precisam ajustar fluxo de caixa, garantias e planejamento para continuar acessando crédito rural.

Após reorganizar negócios em terras, 051 Capital volta ao agronegócio focada em crédito estruturado para produtores com dívidas altas.

Após novo trimestre de prejuízo, Fertilizantes Heringer aciona a Justiça para buscar proteção temporária e abrir mediação com credores.
Banco do Brasil inicia renegociação de dívidas de crédito rural para produtores e cooperativas com perdas em duas ou mais safras, amparado pela MP 1.376/2026.
Análise da FGV Agro indica que ampliar o seguro rural é caminho para reduzir renegociações de dívidas e destravar o crédito privado no campo.
Crise da Casas Bahia ilustra o que acontece quando a dívida cresce mais rápido que a capacidade de gerar caixa — alerta direto para o endividamento rural.
Pedidos de recuperação judicial no agronegócio cresceram no 1º trimestre e mostram pressão maior sobre produtores endividados.
Governo estende até 31 de agosto o prazo do Desenrola 2.0, mantendo condições de renegociação de dívidas e ampliando o tempo para empresas organizarem o caixa.
Nova MP e resolução do CMN abrem linhas para reorganizar dívidas rurais, com juros menores e prazos mais longos, mas sem direito automático ao crédito.
Hugo Motta marcou reunião entre governo e FPA para tentar destravar o projeto que renegocia dívidas de produtores afetados por eventos climáticos.
Custos em alta, clima extremo e endividamento elevam o risco da rentabilidade da soja nas próximas safras e mudam o apetite ao risco do produtor.

Raízen protocolou plano extrajudicial para reestruturar dívida de R$ 64,7 bilhões, com apoio de 75,45% dos credores e mudanças na estrutura dos negócios.

2º Congresso Brasileiro dos Produtores de Soja, em Brasília, focou em endividamento, custos e qualidade da produção, com recados diretos para governo e mercado.

Fazenda e parlamentares negociam linha especial de crédito, com até 10 anos para pagar e 2 anos de carência, voltada a produtores afetados por crises climáticas e de mercado.