Juros caem com pesquisa eleitoral e alívio externo
Mercado ajusta juros futuros após pesquisa eleitoral e fala sobre regra fiscal, com reflexo direto no câmbio, na renda fixa e no custo do crédito.
Mercado ajusta juros futuros após pesquisa eleitoral e fala sobre regra fiscal, com reflexo direto no câmbio, na renda fixa e no custo do crédito.
Ibovespa fecha praticamente estável e dólar recua para perto de R$ 5,10, em movimento guiado pelos juros dos EUA e pela força de Petrobras.

Alta forte da Bolsa e queda do dólar mudam o humor do mercado e abrem janela de oportunidades para o agronegócio.
Ibovespa renova alta mesmo com bolsas externas mais fracas, puxado por fluxo para o Brasil e ações de commodities, com reflexos diretos para o agronegócio.

Tribunal do Cade decide sobre aquisição de 60% da CRDC pela B3, operação que pode concentrar ainda mais o mercado de registro de direitos creditórios, relevante para o financiamento do agro.
Parceria entre AgFeed e CNN Money reforça a conexão entre agronegócio e mercado financeiro e muda o jogo para quem produz e investe.

Forbes lista os brasileiros mais ricos acima dos 90 anos e mostra o peso de heranças e empresas familiares na economia.

Juros futuros fecharam com alta discreta na B3, em um pregão de liquidez fraca e foco no rumo da Selic.
Juros longos voltam a subir, elevam o custo de financiamento e deixam o mercado mais cauteloso, com impacto direto no crédito para o agronegócio.
Alta dos juros futuros na B3, puxada por Treasuries e petróleo perto de US$ 94, aumenta o custo de crédito e acende alerta para o produtor rural.
Banco projeta crescimento da carteira agro com foco em gestão financeira e alerta para inadimplência do médio produtor.
Ibovespa interrompe sequência de quedas, dólar recua e melhora o humor no mercado, abrindo algum alívio para custos e crédito do agronegócio.
Nove pregões seguidos de baixa no Ibovespa mostram fuga de capital estrangeiro e aumentam a atenção a custos, crédito e exportações no agro.
Relatório Focus registra sexta queda seguida na projeção de inflação, com impactos diretos sobre juros, crédito e planejamento do produtor rural.
Ibovespa cai e dólar comercial avança, elevando o custo de importados e financiamentos para o agronegócio.

Após quatro meses de queda, Ibovespa sobe 3,47% em julho, encosta nos 178 mil pontos e melhora o cenário para empresas ligadas ao agro.

Bolsa brasileira fecha em alta de 0,47%, aos 177.999 pontos, enquanto dólar comercial avança a R$ 5,07; movimento reflete cautela externa e impacta custos e receita do agronegócio.
Bolsa brasileira encerra em alta firme e dólar comercial cai, em movimento que melhora o cenário para investimentos e custos financeiros do agro.

Ibovespa avança 1,88%, retoma a faixa dos 177 mil pontos e melhora o ambiente para empresas ligadas ao agronegócio na B3.

Curva de juros futuros cai com recuo do petróleo e avanço diplomático entre EUA e Irã, reacendendo apostas em corte da Selic e aliviando o custo financeiro do agro.
Bolsa fecha em queda forte e dólar recua levemente, em sessão marcada por cautela com juros nos EUA e cenário fiscal no Brasil.
Bolsa fechou praticamente estável e dólar recuou a R$ 5,07 em sessão de baixo volume, com atenção ao petróleo acima de US$ 90 e ao cenário externo.
Investidor estrangeiro voltou a sacar recursos da B3 em junho, mas fluxo no ano ainda supera 2025 e sustenta apetite por ativos brasileiros, com reflexos no agro.
Queda dos juros futuros na B3, puxada por dólar mais fraco e dados de atividade em desaceleração, mexe com custo de crédito e planejamento do agro.

Instituição cooperativa amplia oferta de crédito rural e mira pequenos e médios produtores para crescer no Plano Safra e fidelizar o produtor.
Bolsa fecha em queda moderada enquanto dólar comercial recua; movimento afeta margens, custos e decisões de hedge no agronegócio.
Raízen aumenta prejuízo na safra 2025/26, vê patrimônio negativo e admite dúvida significativa sobre continuidade, pressionando todo o setor sucroenergético.

Banco Central definiu as oito datas do Copom em 2027, chave para o planejamento financeiro do produtor rural e das empresas do agro.
Bolsa em alta e dólar mais fraco alteram cenários de custo, renda e hedge para o produtor rural e a cadeia exportadora.
Itaú BBA rebaixa São Martinho de positiva para neutra, reduz projeções de receita, Ebitda e lucro até 2027 e vê menor potencial de alta para a ação.

PIB acima do esperado reduz risco de recessão, mas inflação persistente limita cortes mais agressivos da Selic e exige gestão financeira cuidadosa no agro.

Moeda americana avança com aversão ao risco externo e incerteza fiscal interna, elevando custos e pressionando margens no agronegócio.
Probabilidade de corte de 0,25 ponto na Selic sobe para 92%, reforçando expectativa de juros menores e custo financeiro mais baixo para o agro.

Taxas futuras avançaram na B3 com piora do cenário externo, alta do petróleo e pressão sobre dólar e inflação.

Queda dos juros futuros e menor inclinação da curva aliviam custo de crédito e abrem espaço para renegociações no campo.