Fazenda autoriza equalização de juros no Plano Safra 2026/27
CMN definiu as taxas equalizadas do crédito rural para a safra 2026/27, com foco em investimento, sustentabilidade e maior focalização do público atendido.
CMN definiu as taxas equalizadas do crédito rural para a safra 2026/27, com foco em investimento, sustentabilidade e maior focalização do público atendido.
Novo Plano Safra aumenta o volume total, mas corta recursos de custeio e mantém juros altos para parte dos produtores.
Mercado reage à escalada entre EUA e Irã, com petróleo em alta e juros futuros pressionados no Brasil.

A queda do dólar e a melhora nas projeções de inflação derrubaram os juros futuros na B3, com efeito direto sobre crédito e custos no agro.
Copom e Fed se reúnem em semana de expectativa sobre rumo dos juros, com impacto direto em crédito rural, câmbio e preços das commodities.

Governo lança Plano Safra 2026/27 com R$ 525,1 bilhões, juros menores e novas restrições ambientais para uso de crédito subsidiado.

Fundo de Defesa da Economia Cafeeira corta taxa para 11,5% ao ano e destina R$ 7,37 bilhões ao financiamento da safra 2026/27, fortalecendo o crédito ao produtor.
Governo deve destinar R$ 525,1 bilhões ao crédito para médios e grandes produtores em 2026/27, com juros menores e reforço de instrumentos privados.
A prévia da inflação desacelerou em junho e trouxe alívio ao mercado, mas o nível de preços ainda exige cautela no campo.
BC projeta IPCA de 5,2% em 2026, acima da meta, reforçando cenário de juros elevados e impacto direto sobre crédito, custos e investimentos no agro.
Com juros altos e margens apertadas, investidores reduzem exposição a commodities e exigem gestão mais profissional do produtor.

O Federal Reserve sinalizou que pode manter os juros altos por mais tempo e até voltar a subir a taxa em 2026, o que afeta câmbio, crédito e commodities.
Queda forte do petróleo, corte da Selic e dólar em baixa redesenham custos e margens do agronegócio brasileiro.

A disparada da fortuna de Elon Musk expõe a força dos ativos de tecnologia e defesa no mundo e ajuda a entender para onde vai o dinheiro que também financia o agronegócio.

Expectativa de inflação de 1 ano nos EUA recua para 3,5% em maio e reduz pressão sobre o Fed, com reflexos para juros, dólar e preços de commodities agrícolas.

Dólar avança após payroll forte nos EUA e renovação das tensões com o Irã, elevando juros americanos e o apetite por proteção cambial no Brasil.
Ibovespa volta ao menor nível desde janeiro, com dólar e juros em alta, em meio à expectativa por dados de emprego e inflação nos EUA.
Investidores deixam de lado o impacto imediato do tarifaço e acompanham negociação no Congresso, com efeitos diretos sobre câmbio, juros e preços ao produtor rural.
Expectativa de cortes na Selic diminui após mudança de sinal do Banco Central e piora do cenário fiscal, elevando atenção do agronegócio ao custo do crédito.
Líder econômico da Casa Branca vê espaço para queda do petróleo e das taxas se houver acordo, com reflexos diretos nos mercados.
Probabilidade de corte de 0,25 ponto na Selic sobe para 92%, reforçando expectativa de juros menores e custo financeiro mais baixo para o agro.

A troca no comando do Federal Reserve pode mexer com juros, dólar e apetite ao risco, com reflexos diretos no agro brasileiro.
Fed e Copom decidem juros na mesma quarta-feira, com petróleo caro e incerteza política nos EUA, cenário que pode travar cortes na Selic e afetar crédito rural.

Presidente do BNDES afirma que linhas subsidiadas ao agro não pressionam juros, reforça papel do banco no crédito rural e rebate críticas de desequilíbrio fiscal.
Previsão mais alta para a inflação de 2026 pressiona juros, custos de produção e planejamento financeiro do produtor rural.
Diretor do BC dos EUA alerta que reduzir o balanço do Fed pode exigir mais concessões ao sistema financeiro, o que afeta juros globais e câmbio no agro.

Autoridade monetária peruana segura juros em 4,25% pela oitava vez seguida, em meio à queda da inflação e desaceleração da atividade, com reflexos para o agro brasileiro.

Inflação global em alta mantém juros elevados, impactando commodities e custos no agro brasileiro.