Inflação encarece vinhos básicos importados e impulsiona rótulos premium no Brasil
Inflação e dólar forte reduzem espaço dos vinhos importados mais baratos, enquanto o segmento premium ganha fôlego e muda a disputa com o vinho nacional.
Inflação e dólar forte reduzem espaço dos vinhos importados mais baratos, enquanto o segmento premium ganha fôlego e muda a disputa com o vinho nacional.
Relatório Focus aumentou a projeção de inflação suavizada em 12 meses para 4,18%, sinalizando pressão persistente nos preços e atenção redobrada do agro aos custos de produção.

Índice da FGV caiu 0,79% em junho, após alta em maio, sinalizando alívio parcial nos custos ao produtor e nos contratos indexados ao IGP-DI.

A queda do dólar e a melhora nas projeções de inflação derrubaram os juros futuros na B3, com efeito direto sobre crédito e custos no agro.
A prévia da inflação desacelerou em junho e trouxe alívio ao mercado, mas o nível de preços ainda exige cautela no campo.
Prévia da inflação avançou 0,41% em junho e perdeu força ante maio, aliviando parte da pressão sobre custos e juros.
IPCA-15 de junho abaixo do esperado derruba juros futuros e alivia parte da pressão sobre o custo do crédito no Brasil.
BC projeta IPCA de 5,2% em 2026, acima da meta, reforçando cenário de juros elevados e impacto direto sobre crédito, custos e investimentos no agro.
Cortes nobres de carne bovina sobem acima da média e encarecem o churrasco, refletindo o ciclo pecuário e pressionando toda a cadeia do agro.

Banco Central aponta piora nas projeções de inflação e indica postura mais cautelosa na política monetária, com impacto direto sobre crédito e custos no agro.
A inflação acelerou em maio, com alimentos respondendo por metade da alta do IPCA e pressionando o orçamento das famílias.

PIB acima do esperado reduz risco de recessão, mas inflação persistente limita cortes mais agressivos da Selic e exige gestão financeira cuidadosa no agro.

PIB brasileiro em foco define próximos passos da Selic e mexe com dólar, Bolsa e custo do crédito para o agronegócio.
Preços do café tradicional e gourmet caem no varejo em abril, enquanto descafeinado e especial seguem em alta, abrindo um cenário misto para indústria e produtor.

Taxas futuras avançaram na B3 com piora do cenário externo, alta do petróleo e pressão sobre dólar e inflação.
Ministros de Finanças do G7 discutem riscos da guerra no Oriente Médio para economia global e prometem coordenação contra choques de energia e inflação, tema-chave para o agro.
Presidente do BC indica manutenção de juros em patamar restritivo por período prolongado, com inflação projetada acima da meta até 2028.
Diretor de Política Econômica do Banco Central afirma que a política monetária atual foi suficiente para conter inflação e ancorar expectativas, mas sinaliza cautela para cortes na Selic.
Fed e Copom decidem juros na mesma quarta-feira, com petróleo caro e incerteza política nos EUA, cenário que pode travar cortes na Selic e afetar crédito rural.
IGP-10 sobe 0,89% em maio, bem abaixo de abril, com recuo forte no atacado e alívio pontual na pressão de custos para o agronegócio.
Aloizio Mercadante defende intervenção do Estado para enfrentar alta do petróleo e proteger economia, com foco em combustíveis e transição energética.
Previsão mais alta para a inflação de 2026 pressiona juros, custos de produção e planejamento financeiro do produtor rural.

Inflação global em alta mantém juros elevados, impactando commodities e custos no agro brasileiro.

Dirigente do Fed alerta que conflito com Irã limita previsões sobre juros e pode elevar preços de energia, impactando exportações do agro brasileiro.
Inflação alimentar segue pressionada globalmente, com destaque para legumes e produtos frescos no Brasil.