Carne bovina vira tema central na eleição legislativa dos EUA
Alta da carne moída e do diesel transforma o setor pecuário em símbolo da inflação e em tema cultural na disputa pelo Congresso americano.
Alta da carne moída e do diesel transforma o setor pecuário em símbolo da inflação e em tema cultural na disputa pelo Congresso americano.
Inflação ao consumidor em São Paulo perdeu força, mas ainda pressiona custos de alimentos, transporte e insumos ligados ao agronegócio.
IPCA-15 sobe 0,32% em outubro, puxado pela alimentação; tomate, cebola, batata e arroz ficaram mais caros, enquanto cenoura e café recuaram.
Prévia da inflação desacelerou em outubro, mas alta acumulada em 12 meses subiu para 4,62%, com alimentos liderando a pressão sobre os preços.
Inflação em São Paulo acelera no início de outubro, pressionando custos das famílias e elevando a atenção sobre alimentos e serviços.

Alta da inflação tende a atingir primeiro o consumo de roupas, afetando a indústria têxtil e a demanda por algodão.
IPCA sobe 0,82% em setembro, pressionado principalmente pela energia elétrica, e aumenta a atenção sobre custos e juros no Brasil.
A alta da inflação pressiona juros, custos e parcelas, dificultando a recuperação financeira de produtores rurais endividados.
Índice da FGV acelera no início de outubro, sinalizando pressão sobre preços ao consumidor e custos em segmentos ligados ao agronegócio.
Inflação anual da OCDE subiu de 4,1% para 4,3% em agosto, enquanto os preços de energia avançaram e a inflação de alimentos desacelerou.

Estimativa para o IPCA de 2026 subiu para 4,92%, acima do teto da meta, após três semanas consecutivas de queda.
Petróleo mais barato reduz riscos para a inflação, mas o Banco Central mantém cautela diante do câmbio, dos serviços e das expectativas.

Dirigente do Fed diz que choques de energia, tarifas e commodities estão mais persistentes e complicam o retorno da inflação americana à meta.
Aumento de 15% no Bolsa Família muda humor do mercado e traz efeitos diretos sobre consumo, inflação e juros, com reflexos na cadeia do agronegócio.

Alta de 1,47% do IGP-10 em setembro, puxada pelo atacado e por incertezas climáticas, reacende atenção aos custos de produção no agro.
Boletim Focus reduziu a projeção do IPCA para 5,00% em 2026, mas a inflação ainda segue acima da meta do Banco Central.
IPCA no Brasil e CPI nos EUA devem definir ritmo da Selic e impactar crédito, câmbio e preços ao produtor rural.

CEO da Nestlé alerta que guerra no Oriente Médio elevou custos de energia, frete e insumos, pressionando preços e a inflação global de alimentos.
Alta do petróleo e dos Treasuries pressiona juros futuros na B3 e aumenta custos e riscos para o agronegócio brasileiro.

Após queda em agosto, IPC-S da FGV sobe 0,51% na primeira quadrissemana de setembro e reacende alerta de custos para famílias e produtores.
Após sequência de revisões para baixo, mercado mantém projeção de inflação em 2026, aumentando atenção a custos e juros no agronegócio.
Desaceleração da economia e inflação sob controle reforçam a aposta do mercado em novo corte da Selic, com impacto direto no crédito rural e nos custos do produtor.
Tomate, batata-inglesa e cenoura ficaram mais baratos em julho e ajudaram a aliviar a inflação dos alimentos.
Relatório Focus registra sexta queda seguida na projeção de inflação, com impactos diretos sobre juros, crédito e planejamento do produtor rural.
A primeira prévia de agosto do IGP-M avançou 0,26%, sinalizando alta de preços no atacado e no custo da construção.
Estudo da MB Associados projeta inflação mais alta para alimentos em 2027, com feijão e arroz na linha de frente.
Mercado reduz a estimativa do IPCA para 2026, sinalizando alívio na inflação e possível impacto nos juros, no câmbio e no custo do crédito.
Queda da inflação abre espaço limitado para cortes de juros, enquanto desequilíbrio das contas públicas mantém pressão sobre o custo do crédito e o agro.
Alta forte do petróleo após decisão do Fed reacende preocupações com inflação e custos de produção no agronegócio brasileiro.
Inflação abaixo do esperado nos EUA reduziu apostas de alta de juros pelo Fed, mas a alta do petróleo manteve a cautela nos mercados.
Prévia da inflação acelera em julho com alta da energia, enquanto alimentos seguem acomodados, sinalizando ambiente de juros ainda restritivo para o agro.
Inflação e dólar forte reduzem espaço dos vinhos importados mais baratos, enquanto o segmento premium ganha fôlego e muda a disputa com o vinho nacional.
Relatório Focus aumentou a projeção de inflação suavizada em 12 meses para 4,18%, sinalizando pressão persistente nos preços e atenção redobrada do agro aos custos de produção.

Índice da FGV caiu 0,79% em junho, após alta em maio, sinalizando alívio parcial nos custos ao produtor e nos contratos indexados ao IGP-DI.

A queda do dólar e a melhora nas projeções de inflação derrubaram os juros futuros na B3, com efeito direto sobre crédito e custos no agro.
A prévia da inflação desacelerou em junho e trouxe alívio ao mercado, mas o nível de preços ainda exige cautela no campo.
Prévia da inflação avançou 0,41% em junho e perdeu força ante maio, aliviando parte da pressão sobre custos e juros.
IPCA-15 de junho abaixo do esperado derruba juros futuros e alivia parte da pressão sobre o custo do crédito no Brasil.
BC projeta IPCA de 5,2% em 2026, acima da meta, reforçando cenário de juros elevados e impacto direto sobre crédito, custos e investimentos no agro.
Cortes nobres de carne bovina sobem acima da média e encarecem o churrasco, refletindo o ciclo pecuário e pressionando toda a cadeia do agro.

Banco Central aponta piora nas projeções de inflação e indica postura mais cautelosa na política monetária, com impacto direto sobre crédito e custos no agro.
A inflação acelerou em maio, com alimentos respondendo por metade da alta do IPCA e pressionando o orçamento das famílias.

PIB acima do esperado reduz risco de recessão, mas inflação persistente limita cortes mais agressivos da Selic e exige gestão financeira cuidadosa no agro.

PIB brasileiro em foco define próximos passos da Selic e mexe com dólar, Bolsa e custo do crédito para o agronegócio.
Preços do café tradicional e gourmet caem no varejo em abril, enquanto descafeinado e especial seguem em alta, abrindo um cenário misto para indústria e produtor.

Taxas futuras avançaram na B3 com piora do cenário externo, alta do petróleo e pressão sobre dólar e inflação.
Ministros de Finanças do G7 discutem riscos da guerra no Oriente Médio para economia global e prometem coordenação contra choques de energia e inflação, tema-chave para o agro.
Presidente do BC indica manutenção de juros em patamar restritivo por período prolongado, com inflação projetada acima da meta até 2028.
Diretor de Política Econômica do Banco Central afirma que a política monetária atual foi suficiente para conter inflação e ancorar expectativas, mas sinaliza cautela para cortes na Selic.
Fed e Copom decidem juros na mesma quarta-feira, com petróleo caro e incerteza política nos EUA, cenário que pode travar cortes na Selic e afetar crédito rural.
IGP-10 sobe 0,89% em maio, bem abaixo de abril, com recuo forte no atacado e alívio pontual na pressão de custos para o agronegócio.
Aloizio Mercadante defende intervenção do Estado para enfrentar alta do petróleo e proteger economia, com foco em combustíveis e transição energética.
Previsão mais alta para a inflação de 2026 pressiona juros, custos de produção e planejamento financeiro do produtor rural.

Inflação global em alta mantém juros elevados, impactando commodities e custos no agro brasileiro.

Dirigente do Fed alerta que conflito com Irã limita previsões sobre juros e pode elevar preços de energia, impactando exportações do agro brasileiro.
Inflação alimentar segue pressionada globalmente, com destaque para legumes e produtos frescos no Brasil.