Bioinsumos avançam com Profert e ganham espaço na lavoura brasileira
A aprovação do Profert acelera o uso de bioinsumos no campo e abre nova frente de competitividade para produtores brasileiros.
A aprovação do Profert acelera o uso de bioinsumos no campo e abre nova frente de competitividade para produtores brasileiros.

Indústria de fertilizantes pede R$ 2 bilhões em subvenção emergencial por 3 meses para evitar corte de produção e alta forte nos custos do agro.
Alta do Brent e do WTI diante do impasse entre EUA e Irã e riscos no Estreito de Ormuz aumenta pressão sobre frete, insumos e margens do produtor rural.

Mosaic sai do lucro para prejuízo de US$ 272,8 milhões no 2º tri, com queda de vendas e custos maiores em fosfatados e operação brasileira, acendendo alerta para o mercado de fertilizantes.
Safra que começa deve ser a mais cara da história, pressionada por guerra, El Niño, juros altos e incerteza no seguro rural, com risco de oferta menor e alimentos mais caros.
Pressionada por entidades agrícolas, Bayer retirou pedido de sobretaxa ao glifosato chinês nos EUA, aliviando temor de alta global nos custos de manejo.
Com ureia mais barata e fosfatados pressionados, produtores seguram compras e importações de fertilizantes recuam em meio a um mercado dividido.
Preços dos alimentos recuam e seguram o IPCA, dando alívio ao bolso das famílias e mudando o cenário para o produtor rural.

Expansão das fontes renováveis fez o Brasil economizar US$ 32,4 bilhões em combustíveis fósseis em 2025, segundo a Irena, reforçando competitividade e atratividade do agro.
Redução na produção de milho, preços pressionados e custos elevados apertam as margens do produtor e exigem gestão mais fina de risco e comercialização.
Setor negocia com governo subsídio ao enxofre para evitar paralisação de fábricas de fosfatados e alta forte no custo dos fertilizantes ao produtor.
Itamaraty faz varredura global atrás de fertilizantes após alerta da indústria sobre risco de desabastecimento de fosfatados para a próxima safra.
Planalto tira urgência de projeto sobre fim da escala 6x1 e redução da jornada, esvazia ofensiva da Câmara e mantém debate aberto para novo texto.
Conflitos prolongados redesenham oferta, preços e logística de fertilizantes, com impacto direto no custo e no risco da safra 2026/27 no Brasil.

Confederação da Agricultura apoia PEC do trabalho flexível, que mantém CLT e oferece alternativa à escala 6x1, com foco em previsibilidade de custos no agro.

Cotações do petróleo caem mais de 2,8% com perspectiva de cessar-fogo no Oriente Médio e menor prêmio de risco geopolítico, aliviando custos para o agro.
Preços em queda, custos em alta e importações recordes apertam a margem do produtor de leite, que pede medidas urgentes para evitar abandono da atividade.

Audiência na Câmara escancara divisão sobre como segurar preços dos combustíveis, entre subsídios, desoneração e foco na responsabilidade fiscal.

Proposta de jornada semanal de 36 horas por acordo coletivo reacende debate sobre custo de mão de obra e flexibilidade no campo.
Uso planejado do pasto diferido garante alimento mais barato na seca, reduz venda forçada de gado magro e melhora o custo da arroba produzida.

Produtores de frango do Espírito Santo alinham demandas para reduzir custos, ganhar competitividade e garantir expansão sustentável da atividade até 2026.

Equatorial Energia registra lucro líquido de R$ 607 milhões no 1º trimestre e mostra avanço operacional em distribuição, com efeitos diretos sobre o custo da energia no agro.