Preço da carne suína registra primeira queda semanal desde setembro
Menor liquidez no atacado interrompe sequência de altas da carcaça suína, enquanto cortes como pernil e lombo seguem valorizados.
Menor liquidez no atacado interrompe sequência de altas da carcaça suína, enquanto cortes como pernil e lombo seguem valorizados.

Oferta restrita sustenta a arroba do boi gordo, mas negociações perdem ritmo e consumo interno limita novas altas.

Preços do boi gordo avançam em quatro estados, com oferta restrita, escalas curtas e cotação de até R$ 385 por arroba em São Paulo.
Indicador do Cepea recua com oferta elevada, demanda cautelosa e expectativa de maior produção brasileira na safra 2026/27.
IPPA/Cepea avançou 3,62% em setembro, com forte alta dos grãos, mas acumulou queda no ano ante 2025.
Valorização do suíno vivo, milho mais barato e alta moderada do farelo de soja melhoram a relação de troca do suinocultor paulista em outubro.
Produtor precisa de 19,4% mais café para comprar a mesma quantidade de adubo adquirida em agosto, segundo o Cepea.
Alta do boi gordo e valorização recorde do bezerro elevam a receita da pecuária, mas pressionam o custo de reposição.
Frango resfriado ficou mais caro que a carcaça suína especial em setembro, segundo a série histórica do Cepea iniciada em 2004.
Alta do farelo de soja eleva sua participação na crush margin ao maior nível em quase dois anos, mudando o peso dos derivados na rentabilidade das indústrias.

Preços recebidos pelo produtor avançaram 3,45% em agosto, com grãos liderando a alta e reforçando pressão sobre a renda no campo.

Preços do açúcar cristal seguem firmes no mercado paulista, sustentados por oferta limitada e maior destinação de cana para etanol.
Indicador Cepea/Esalq mantém arroba do boi gordo em R$ 349,50 em São Paulo, sinalizando início de semana de estabilidade no mercado físico.

Clima chuvoso em São Paulo encarece o etanol anidro e hidratado em setembro, mesmo com safra e estoques elevados, segundo análise da Esalq/USP.

Em agosto, o Brasil exportou menos carne bovina, porém com forte alta no preço médio por tonelada, sustentando a receita do setor.
Soja e boi gordo fecharam a semana em alta, enquanto o milho perdeu fôlego nas últimas negociações, segundo o Cepea.
Cotação da pluma avança em agosto com apoio da alta externa, mas preço doméstico ainda opera com desconto frente à paridade de exportação.
Oferta restrita, compradores abastecidos e vendedores cautelosos mantêm o trigo com preços firmes e negócios pontuais no mercado interno.
Demanda aquecida interna e externa empurra a soja no Brasil aos maiores níveis nominais desde abril de 2023, com suporte de China e indústria local.

Após início de mês aquecido, o boi gordo perde ritmo em agosto, enquanto a carne bovina no atacado de São Paulo mantém preços firmes, segundo o Cepea.

Produção de frango deve crescer, suínos seguem pressionados por preços baixos e bovinos apostam em exportações para sustentar a arroba em 2026.

Indicador do suíno vivo em São Paulo volta a cair e atinge o terceiro menor preço da série histórica do Cepea, pressionando a renda dos produtores.

A oferta apertada sustenta as cotações do trigo no Paraná e reforça a atenção do mercado para a nova safra e para as margens da indústria.
Após forte valorização em 2026, mercado do boi gordo encontra resistência para novas altas por causa do consumo doméstico mais contido, apesar da exportação firme.

Mesmo com alta recente nos preços, as chuvas no Rio Grande do Sul travam negócios e mantêm o mercado de arroz com baixa liquidez.

Mercado de etanol em São Paulo ganha ritmo nas vendas, mas indicadores Cepea/Esalq recuam com maior oferta nas usinas.

Milho sobe em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, puxado pela oferta limitada de vendedores e demanda firme da indústria.

Em julho, remuneração do suíno vivo integrado ficou acima do mercado independente, segundo Cepea, acendendo alerta para produtores sobre margem e modelo de negócio.
Oferta restrita e escalas de abate enxutas mantêm o boi gordo em alta, reforçando o poder de barganha do pecuarista no início de 2026.

Indicador Cepea/Esalq do açúcar cristal em SP mostra oscilação de preços após avanços recentes, em mercado com oferta limitada e demanda seletiva.

Colheita irrigada da 3ª safra aumenta a oferta de feijão carioca de melhor qualidade e pressiona as cotações para baixo no mercado interno.
A demanda firme por farelo de soja ajudou a segurar as cotações da oleaginosa no Brasil e em Chicago, segundo o Cepea.

Disponibilidade menor no mercado físico sustenta alta do milho, enquanto a colheita da safrinha e custos de frete mantêm pressão sobre as cotações.
Etanol hidratado e anidro registram alta nas usinas paulistas, puxados por oferta mais justa e demanda firme, com impacto direto em produtores e distribuidoras.

Cotações do arroz em casca recuam no Rio Grande do Sul com maior oferta e menor demanda, acendendo alerta para margens dos produtores.
Preços do etanol hidratado e anidro caem nas usinas de São Paulo, segundo Cepea, e mudam a conta para distribuidoras, postos e produtores de cana.

Preços do etanol caem pela oitava semana seguida em São Paulo, segundo Cepea, reforçando margem apertada para usinas e desafio para a próxima safra.

Preço da carcaça casada bovina subiu 4% até 20 de abril, alcançando o maior valor médio da história, segundo Cepea.
Agentes do mercado de milho voltam atenções ao clima quente e seco, com impactos potenciais na safra verão. Preços firmes em SP contrastam com pressões no Sul, enquanto exportações e estoques influenciam dinâmicas.