
EUA puxam arroba do boi em setembro e UE vira freio nas exportações
Demanda dos EUA tende a sustentar a arroba em setembro, enquanto bloqueio da União Europeia limita preços e margens da indústria.

Demanda dos EUA tende a sustentar a arroba em setembro, enquanto bloqueio da União Europeia limita preços e margens da indústria.

Estados Unidos abriram mais espaço para importação de carne bovina e anunciaram medidas para fortalecer pecuaristas, com foco em reduzir preços internos.
Trump impulsiona discurso de senador que reclama do alto custo de insumos nos EUA e usa o Brasil como exemplo de sementes mais baratas, acirrando tensão no agro.

Escalada entre EUA e Irã faz petróleo subir mais de 5% e reacende alerta de custos no agro brasileiro.

Encontro entre Joesley Batista e Donald Trump abre espaço para mais carne bovina brasileira nos EUA e mexe com preços, exportações e disputa política.
Corte nos estoques globais e piora nas lavouras dos EUA aumentam volatilidade e podem sustentar preços do milho para o produtor brasileiro.
Governo pressiona Washington por oferta clara para reduzir o tarifaço de 25% sobre produtos brasileiros, que atinge indústria e agro e encarece exportações.
Trump prometeu agir contra o “monopólio” da carne nos EUA e reacendeu o debate sobre concentração industrial e custos para pecuaristas.

Governo Trump libera cota extra de carne bovina importada, com tarifa menor por 90 dias, para aumentar oferta e tentar derrubar o preço da carne moída nos EUA.
Volume de soja inspecionado para exportação nos EUA cresce mais de 43% em uma semana, sinalizando retomada da demanda externa e atenção do mercado.

Pro Farmer reduziu a estimativa da safra de milho dos EUA e reacendeu a pressão de alta sobre os preços internacionais.

Trump liberou importação extra de carne bovina por 90 dias para tentar reduzir o preço da carne moída e aliviar a pressão sobre o consumidor americano.

Volume de soja inspecionado para exportação nos EUA cai 33,7% em uma semana, sinalizando enfraquecimento da demanda externa e atenção redobrada ao mercado.
Alta de 17,423 milhões de barris nos estoques americanos surpreendeu o mercado e pode influenciar preços e custos do agro.

Tarifas impostas pelos Estados Unidos já reduziram em quase 30% as exportações do agronegócio brasileiro e afetaram a economia municipal.

Clareza regulatória em biocombustíveis nos EUA leva a ADM a elevar projeção de lucro por ação em 2026, com impacto direto em demanda por soja e milho.

Queda de 7,167 milhões de barris nos estoques de petróleo dos EUA supera projeções e acende alerta para custos de combustíveis e frete no agro.

Curva de juros futuros cai com recuo do petróleo e avanço diplomático entre EUA e Irã, reacendendo apostas em corte da Selic e aliviando o custo financeiro do agro.

Investigação nos EUA aponta alface iceberg desfiada como possível origem de surto de ciclosporíase, com recall de produtos do México e tensão na cadeia de hortaliças.
Juros futuros recuam até 20 pontos-base com tombo do petróleo após sinais de negociação entre EUA e Irã, abrindo espaço para crédito mais barato ao agro.
Nova tarifa de 12,5% dos EUA, somada ao tarifaço de 25%, eleva o custo de exportações brasileiras e abre um ciclo de retaliação com risco direto para a cadeia do agronegócio.

Governo segue apostando no diálogo com os EUA sobre tarifas, mas mantém na mesa a Lei de Reciprocidade, com impacto direto para exportadores do agro.

Janet Yellen afirma que tarifa extra dos EUA contra o Brasil refletiu visão pessoal de Donald Trump, e não política econômica oficial, elevando incertezas para o agro.

Maior recall de ovos da história dos EUA expõe fragilidades na biosseguridade e acende alerta para produtores e indústrias em todo o mundo.

USDA aponta queda nas vendas externas de milho 2025/26 dos EUA para 315 mil toneladas em uma semana, sinalizando menor ritmo de demanda no curto prazo.

Sobretaxa dos EUA reduz competitividade do açúcar e do etanol brasileiros e deve redirecionar oferta para outros destinos.

Tarifa de 50% dos EUA sobre produtos canadenses reacende tensão comercial e pode afetar custos e margens no agronegócio global.

Casa Branca anuncia tarifa adicional de 50% sobre diversos produtos do Canadá, elevando tensão comercial e pressionando cadeias de veículos, bebidas e laticínios.

Tensão entre EUA e Irã volta a pressionar o petróleo, aumenta custos logísticos globais e reacende o risco de repasse para insumos agrícolas no Brasil.

Entidades do agro avaliam que audiência em Washington teve foco técnico, reforçando argumentos do Brasil contra tarifas e críticas ambientais.

Audiência em Washington vai avaliar tarifa extra de 25% contra exportações do Brasil, com potencial impacto direto em setores do agro e na competitividade do país.

Produção insuficiente de diesel renovável nos EUA ameaça cumprimento das metas de biocombustíveis de Trump e pode alterar preços e fluxos do agro mundial.
Audiência em Washington aprofunda investigação dos EUA sobre práticas comerciais do Brasil sob a Seção 301, com risco de tarifas extras sobre exportações.
Suprema Corte dos EUA decidiu a favor da Bayer em caso-chave do Roundup, reduzindo risco jurídico bilionário e mudando o cenário dos processos sobre glifosato.

Chuvas no Corn Belt, safra americana e entrada de volume no mercado interno mantêm o milho pressionado, mas demanda brasileira pode segurar quedas.

Memorando entre EUA e Irã avança apesar de incertezas, reduz risco de escalada militar e sinaliza alívio para petróleo, fretes e inflação global.

Acordo preliminar entre EUA e Irã prevê fim da guerra e reabertura do Estreito de Ormuz, derrubando petróleo e mudando o cenário de custos para o agro.

Reaparecimento da mosca-da-bicheira nos EUA expõe falhas na vigilância e serve de alerta para o Brasil reforçar barreiras sanitárias na pecuária.

Texas registra quatro casos de mosca-da-bicheira em bezerros e cão, elevando a preocupação com a praga e seus riscos para a pecuária.

Ministro Dario Durigan quer negociação setorial com os EUA para reduzir risco de tarifas sobre o agro e preservar competitividade das exportações brasileiras.

O governo dos EUA registrou déficit de US$ 294 bilhões em maio, segundo o CBO, em mais um sinal de pressão fiscal na maior economia do mundo.
Brasil tenta negociar com os EUA para impedir tarifa adicional de 25% sobre pescados e preservar competitividade externa.
Retorno da mosca-da-bicheira no Texas reacende preocupação sanitária e levanta debate sobre riscos ao rebanho e ao comércio de carne.

Dólar avança após payroll forte nos EUA e renovação das tensões com o Irã, elevando juros americanos e o apetite por proteção cambial no Brasil.
Ibovespa volta ao menor nível desde janeiro, com dólar e juros em alta, em meio à expectativa por dados de emprego e inflação nos EUA.
Governo dos EUA coloca Brasil em lista de países sob risco de novas tarifas por falhas no combate ao trabalho forçado em cadeias produtivas, incluindo a pecuária.

Governo dos EUA aponta falhas no combate ao trabalho forçado e inclui o Brasil em proposta de tarifa extra de 12,5% sobre parte das exportações.
Em reunião ministerial, Lula criticou o aumento de tarifas dos EUA e prometeu resposta com base na lei de reciprocidade, reforçando o discurso de soberania econômica do Brasil.
Tarifa de 25% dos EUA sobre tilápia brasileira tende a reduzir exportações e aumentar oferta interna, o que pode conter ou até derrubar preços no mercado doméstico.
Cotações do petróleo fecham em alta com impasse entre EUA e Irã, elevando o risco de novos custos com combustíveis e frete para o agronegócio.
Mercados asiáticos fecham em alta com avanço diplomático entre EUA e Irã e recuo do petróleo, cenário que reduz risco geopolítico e melhora o apetite por risco.

Gabriel Galípolo Durigan afirma que Brasil evitou retaliação contra tarifas dos EUA para preservar espaço de negociação e previsibilidade ao agronegócio.
Expectativa de acordo entre EUA e Irã reduz tensão no Oriente Médio, derruba dólar e petróleo e abre nova janela de preços e custos para o agronegócio brasileiro.

China renova e, horas depois, volta a suspender licenças de exportação de carne bovina de centenas de frigoríficos dos EUA, ampliando incerteza no comércio global.
Cotações da soja caem no Brasil e em Chicago com perspectiva de retomada das vendas dos EUA para a China, travando negócios internos.
Mercados oscilam entre esperança de acordo comercial e tensões geopolíticas; petróleo recua com inflação americana acelerada.