
Safra maior derruba preços da laranja no interior de SP
Produção de laranja cresce no interior de SP, mas consumo menor de suco esfria a indústria e pressiona os preços pagos ao produtor.

Produção de laranja cresce no interior de SP, mas consumo menor de suco esfria a indústria e pressiona os preços pagos ao produtor.
Cotação da pluma avança em agosto com apoio da alta externa, mas preço doméstico ainda opera com desconto frente à paridade de exportação.
Corte nos estoques globais e piora nas lavouras dos EUA aumentam volatilidade e podem sustentar preços do milho para o produtor brasileiro.
Pressão de oferta derrubou a arroba em agosto, mas analistas projetam reação com demanda interna e exportações mais firmes em setembro.

Arroba segue em patamar elevado nas principais praças, enquanto o mercado atacadista de carne bovina sente pressão da demanda fraca.

A laranja perdeu 75,7% de valor em quase dois anos, em meio a maior oferta, consumo fraco e estoques elevados no setor.
Mercado físico do boi gordo mostra recuperação da arroba, com São Paulo liderando altas em meio à oferta limitada de animais.
Oferta restrita, compradores abastecidos e vendedores cautelosos mantêm o trigo com preços firmes e negócios pontuais no mercado interno.
Demanda aquecida interna e externa empurra a soja no Brasil aos maiores níveis nominais desde abril de 2023, com suporte de China e indústria local.

Pro Farmer reduziu a estimativa da safra de milho dos EUA e reacendeu a pressão de alta sobre os preços internacionais.
USDA informa vendas semanais de milho dos EUA de 1,05 milhão de toneladas, na faixa mínima das projeções e com impacto direto na formação de preços internacionais.
Valor do etanol hidratado reage em agosto com distribuidoras recompondo estoques e oferta mais contida nas usinas, mudando a dinâmica de preços no curto prazo.

Ondas de calor, seca e incêndios na Europa reacendem o risco de alta no azeite e podem chegar ao consumidor brasileiro nas próximas semanas.

A maior oferta de feijão-carioca voltou a pressionar as cotações, com queda mais forte em regiões produtoras de Goiás e Minas Gerais.
Mercado do boi gordo inicia a semana com cotações estáveis na maior parte das praças, enquanto atacado de carne segue sem grandes variações.
Após colapso de preços em 2025, o mercado de arroz ensaia reação em 2026, mas ainda combina oferta contida, consumo fraco e riscos climáticos e de custos.
Negociações de soja caminham em ritmo fraco no Brasil, com pequenas oscilações de preços e foco dos agentes em Chicago e no câmbio.
Com oferta limitada e estoques dos compradores já cobertos, o mercado do milho anda travado e sem força para reagir no curto prazo.

Melhora do clima nas lavouras dos EUA tira prêmio de risco em Chicago e limita altas da soja no mercado brasileiro, com impacto direto na formação de preços ao produtor.
Conflitos e restrições de oferta elevam preços do trigo em Chicago, pressionam custo de importação e acendem alerta para indústria e produtores brasileiros.
Preço do boi gordo abre a semana em alta, com oferta limitada e demanda firme sustentando a arroba nas principais regiões pecuárias.

Milho sobe em praticamente todas as regiões acompanhadas pelo Cepea, puxado pela oferta limitada de vendedores e demanda firme da indústria.
Mercado de soja segue com preços firmes, sustentados por demanda aquecida e prêmios elevados, enquanto produtores seguram vendas e reduzem a oferta.

Em julho, remuneração do suíno vivo integrado ficou acima do mercado independente, segundo Cepea, acendendo alerta para produtores sobre margem e modelo de negócio.

Negócios com soja seguem lentos no Brasil, com produtores retraídos e mercado físico esvaziado à espera de cotações mais altas.
Oferta restrita e escalas de abate enxutas mantêm o boi gordo em alta, reforçando o poder de barganha do pecuarista no início de 2026.

Colheita irrigada da 3ª safra aumenta a oferta de feijão carioca de melhor qualidade e pressiona as cotações para baixo no mercado interno.
Alta global dos preços de fertilizantes elevou margens da Yara, mas derrubou as vendas, com produtores adiando compras e pressionando o mercado.
Alta forte em Chicago puxa valorização da soja no Brasil, com ganhos de até R$ 3 por saca em importantes praças e melhora momentânea nas oportunidades de venda.

Brasil registra recorde nas exportações de carne bovina em junho, mesmo com cota chinesa perto do esgotamento, reforçando demanda externa e preços firmes.

A soja ganhou fôlego no Brasil em junho, enquanto Chicago perdeu força com sinais favoráveis na safra dos EUA.
Cotações do boi gordo recuam em São Paulo e outras praças, com oferta ajustada e demanda fraca, pressionando margens do produtor e favorecendo frigoríficos.
Oferta, demanda interna, etanol de milho, câmbio e cenário global devem guiar as cotações do milho e a rentabilidade do produtor nos próximos meses.
Frente fria derruba temperaturas em áreas de milho safrinha e segura a queda dos preços ao colocar geada no radar do mercado.
Picanha sobe mais de 10% no ano e pressiona o preço do churrasco, em meio a exportações aquecidas e oferta menor de carne bovina no mercado interno.
Etanol hidratado e anidro registram alta nas usinas paulistas, puxados por oferta mais justa e demanda firme, com impacto direto em produtores e distribuidoras.
Cortes nobres de carne bovina sobem acima da média e encarecem o churrasco, refletindo o ciclo pecuário e pressionando toda a cadeia do agro.

Cotações do arroz em casca recuam no Rio Grande do Sul com maior oferta e menor demanda, acendendo alerta para margens dos produtores.
Quedas mais fortes na arroba do boi gordo em diversas praças reduzem a margem do produtor e exigem atenção à gestão de custos e ao momento de venda.
Preços do boi gordo avançam em algumas regiões com oferta curta, mas bezerro mantém cotações pressionadas, afetando a reposição e a margem do pecuarista.
USDA e Conab projetam safra recorde de soja no Brasil e no mundo, elevam estoques e reduzem espaço para alta consistente de preços.

Cesta de produtos típicos das festas juninas fica mais barata com recuo de açúcar, milho e frutas da época, aliviando o bolso do consumidor e mexendo com o agro.
Preços do boi gordo abrem a semana em alta e com mercado firme, mas consultorias já projetam desaceleração do movimento de valorização no curto prazo.

Oferta, demanda e ritmo de comercialização do produtor estão no centro da formação de preços do milho nas próximas semanas.
Gestores reduziram posições compradas em soja e milho na Bolsa de Chicago, sinalizando menor apetite por alta e possível pressão nas cotações.

Cotações do suíno vivo e da carne subiram ao longo de junho, apoiadas por demanda firme e oferta ajustada, e garantiram alívio à margem do produtor.
Preços do café tradicional e gourmet caem no varejo em abril, enquanto descafeinado e especial seguem em alta, abrindo um cenário misto para indústria e produtor.
Colheita de café 2024/25 chega a 9% da safra, abaixo de anos anteriores, com foco maior no arábica e impacto direto na oferta e nas cotações.
Cafeicultores travam negócios diante de preços em queda e dúvidas sobre safra recorde em 2026, mesmo com projeções otimistas para a colheita.

Preços do etanol caem pela oitava semana seguida em São Paulo, segundo Cepea, reforçando margem apertada para usinas e desafio para a próxima safra.

Oferta elevada com safra cheia e avanço da colheita mantém os preços do arroz pressionados e exige estratégia do produtor na venda.
Inflação alimentar segue pressionada globalmente, com destaque para legumes e produtos frescos no Brasil.
Preços dos ovos no Brasil avançaram até 10% no começo de maio, impulsionados pela maior demanda após quedas recentes. Impacta diretamente produtores e consumidores.