Dólar em alta sustenta soja, mas reduz ritmo dos negócios
A valorização do dólar elevou os preços da soja no Brasil, mas a volatilidade cambial levou produtores e compradores a adiar decisões.
A valorização do dólar elevou os preços da soja no Brasil, mas a volatilidade cambial levou produtores e compradores a adiar decisões.
Fabricante suíça de chocolates substitui CEO após reduzir duas vezes a previsão de vendas de 2026, pressionada pelo cacau caro e pelo consumo fraco na Europa.
Indicador do Cepea recua com oferta elevada, demanda cautelosa e expectativa de maior produção brasileira na safra 2026/27.
A oferta elevada da soja brasileira reduz o espaço para altas, mas o El Niño pode limitar a pressão sobre as cotações.

A soja encontrou suporte no avanço do dólar, enquanto Chicago, a oferta global e o ritmo do plantio mantêm o mercado sob pressão.
Oferta curta de animais e escalas de abate apertadas sustentam a arroba, mas concorrência de frango e suíno limita novas altas.
Avanço do plantio de soja divide atenção do produtor com preços pressionados pelo câmbio e pela oferta recorde brasileira.
A oferta elevada nos Estados Unidos e a demanda mais fraca limitam a recuperação dos preços do milho no Brasil.
O avanço do plantio de soja no Brasil aumenta a expectativa de oferta e contribui para a queda dos preços da oleaginosa.
Avanço do plantio de soja no Brasil aumenta a expectativa de oferta e contribui para a queda dos preços da oleaginosa.
Preço do boi gordo bate recorde nominal em São Paulo, com oferta restrita, escalas curtas e demanda firme no mercado interno e externo.
Manga Tommy registra forte queda mensal no Vale do São Francisco, pressionando a receita dos produtores e exigindo atenção à oferta e à comercialização.

Cotações do suíno vivo e da carcaça avançam em outubro, com alta de até 9,17% nas praças acompanhadas pelo Cepea.
Preços do boi gordo seguem firmes em diversas praças, apoiados pela oferta restrita e pela demanda aquecida no mercado interno.
Recuo de até R$ 10 por saca, influenciado pela queda do dólar, aumenta a pressão sobre produtores e reduz o ritmo de negócios.
Preços do milho recuam diante da demanda mais lenta e da expectativa de produção recorde no Brasil na safra 2025/26.

Soja encerra a semana em baixa no Brasil, pressionada pela queda em Chicago e por recuos na maioria das praças acompanhadas.

Oferta reduzida e excesso de chuvas impulsionaram a alta do limão-taiti no atacado, com impacto direto sobre produtores, distribuidores e consumidores.

Sobremesa viral aumentou a procura por morangos justamente quando chuvas reduziram a oferta e prejudicaram a qualidade nas lavouras.
Soja registra recuperação nas cotações, apoiada pela valorização externa, pelo câmbio e pela demanda, mas oferta recorde limita ganhos.
Queda dos contratos em Chicago reduz o ritmo dos negócios e limita os preços da soja no mercado brasileiro.
Produção mundial menor, estoques reduzidos e demanda firme sustentam os preços e ampliam a visibilidade para o produtor brasileiro.

Nova tendência da confeitaria aumenta a demanda por morangos graúdos, enquanto chuvas reduzem a oferta e pressionam os preços nas Ceasas.

Oferta restrita de animais prontos e demanda firme das indústrias sustentam a valorização do boi gordo em setembro.

Concorrência pelo arroz em casca no Rio Grande do Sul leva negócios para perto de R$ 90 por saca de 50 quilos no Porto do Rio Grande.

Produtores da principal região paulista de urucum enfrentam preços baixos e margem apertada em 2026, apesar de boa produção.
Preço médio pago ao produtor de tabaco cai e reduz a rentabilidade, exigindo cautela na área plantada e nas decisões da próxima safra no Sul do país.

Nova onda de calor e incêndios no sul da Europa ameaça olivais, recupera alta dos custos e reacende risco de novo salto nos preços do azeite no mundo e no Brasil.
Cotações da soja seguem sustentadas no físico e em Chicago, mas com baixa liquidez nos portos e praças internas, limitando a comercialização da safra.

Excesso de oferta derruba cotações do feijão nos entrepostos e acende alerta para a renda do produtor em plena colheita.

Após disparada histórica, cotações do cacau recuam e indústria começa a retomar uso da matéria-prima, com potencial de queda de preços ao consumidor.