Câmbio e demanda europeia sustentam atenção no mercado de milho
Dólar favorece a competitividade do milho brasileiro, enquanto a menor produção europeia amplia o espaço para importações.
Dólar favorece a competitividade do milho brasileiro, enquanto a menor produção europeia amplia o espaço para importações.
Preços recuaram nas principais praças brasileiras em outubro, pressionados pela queda em Chicago e pelo menor ritmo de negócios no mercado físico.

Área plantada com papoula chegou a 43 mil hectares em 2026, enquanto a produção estimada de ópio subiu para quase 1.500 toneladas.
Plantio argentino avança, supera o ritmo do ano passado, mas frio, baixa luminosidade e pressão de pragas exigem atenção.
Dólar cai no mercado à vista, enquanto commodities sobem e investidores monitoram as contas públicas brasileiras.
Queda dos futuros em Chicago e dólar perto de R$ 5 reduzem a disposição de produtores e compradores para negociar soja no mercado brasileiro.
Resultado da Yara foi pressionado por margens menores no Brasil, queda nas entregas e demanda mais lenta por fertilizantes nitrogenados e NPK.

A baixa oferta nos portos e a distância entre os preços pedidos e oferecidos reduzem o ritmo de negócios com soja no Brasil.
Queda dos futuros em Chicago e do dólar reduz o suporte aos preços da soja no Brasil e mantém compradores afastados.
Fertilizer Latino Americano será realizado de 17 a 20 de janeiro de 2027 e reunirá mais de mil participantes da cadeia global de fertilizantes.

Com produtores focados no plantio e compradores cautelosos, mercado brasileiro de soja tem baixa liquidez e preços pouco firmes.
Baixa em Chicago e recuo do dólar pressionaram os preços da soja no mercado brasileiro no início da semana.

Novo comando da Adama prevê ampliar inovação, oferta de crédito e produtos de maior valor agregado para recuperar crescimento no mercado brasileiro.
Mercado brasileiro de bioinsumos deve avançar até 7% em valor e 10% em volume em 2026, apesar da pressão sobre preços e do adiamento de compras.

Entregas de fertilizantes caíram 8,8% até julho de 2026, com recuo mais forte no Sul e pressão sobre custos e planejamento das lavouras.

Mercado brasileiro de bioinsumos deve avançar até 7% em valor e cerca de 10% em volume em 2026, apesar da pressão sobre preços.
Algodão brasileiro encerra 2026 com margens melhores e expectativa de avanço da área plantada, apesar dos desafios de custos, crédito e clima.
Inflação anual da OCDE subiu de 4,1% para 4,3% em agosto, enquanto os preços de energia avançaram e a inflação de alimentos desacelerou.
Baixa negociação e resistência do produtor marcaram setembro, enquanto novos sinais de demanda e clima podem movimentar a soja em outubro.

Preços da soja recuam diante de um mercado brasileiro lento, enquanto menor oferta, dólar e clima sustentam oportunidades para os produtores.

Projeções de um possível Super El Niño colocam o clima no centro das decisões sobre preços e demanda internacional de soja.
Mercados acompanham juros, inflação, câmbio e commodities, fatores que influenciam custos, preços agrícolas e decisões no campo.
Acordo com empresa marroquina assegura quase 4 milhões de toneladas de fosfatados para a agricultura brasileira nas safras 2026 e 2027.
Governo diz que retomada de fábricas e medidas de estímulo reduziram o risco de desabastecimento, mas dependência externa ainda preocupa o agro.
Contratos futuros recuaram em Chicago, enquanto as cotações no mercado brasileiro mostraram movimentos distintos entre as principais praças.
Mercado de bioinsumos movimentou R$ 1,82 bilhão no primeiro semestre de 2026, enquanto a área tratada chegou a 46,2 milhões de hectares.
Importações devem cair para até 41 milhões de toneladas, mesmo com aumento da área cultivada na safra 2026/27.
Abrapa projeta produção de até 4,2 milhões de toneladas, enquanto custos, preços e demanda exigem decisões mais cuidadosas.
Mercado brasileiro de soja registra pouca liquidez, enquanto Chicago avança levemente e sustenta as referências no físico.
Ministro da Agricultura afirma que o Brasil afastou o risco imediato de falta de fertilizantes, mas a dependência externa continua elevada.
Brasil exportou 106,3 mil toneladas de algodão em agosto, com receita de US$ 179,7 milhões e alta de 45,5% na comparação anual.
Mudanças climáticas e escassez de alimentos estão pressionando a segurança global e aumentando o risco de guerras, com impactos diretos sobre o agronegócio.
FAO diz que o avanço dos preços em agosto reflete riscos de oferta e pressiona o mercado global de grãos, óleos, açúcar, carnes e lácteos.
A soja abriu a semana em queda no Brasil, pressionada pelo recuo dos contratos em Chicago e por um mercado doméstico mais cauteloso.
Queda de preços, alta de custos e avanço do alho importado colocam em risco até 250 mil empregos na cadeia produtiva brasileira.

Produtores retraídos e chuvas no Rio Grande do Sul limitaram as negociações e ajudaram a sustentar as cotações do arroz em casca.

A maior oferta de feijão-carioca voltou a pressionar as cotações, com queda mais forte em regiões produtoras de Goiás e Minas Gerais.
Evento em Brasília discute cenário econômico e projeções para o agronegócio brasileiro, com participação de governo e lideranças do setor.
USDA estima mais soja e menos milho nos EUA em 2026, movimento que pode pressionar preços e alterar a disputa por área no mercado global.
Dólar encerrou a sessão em alta leve, alinhado ao movimento global da moeda americana, com impacto direto em custos de insumos e receitas de exportação do agronegócio.

Valor Bruto da Produção agropecuária bate recorde em 2025, com R$ 2,126 trilhões, impulsionado por lavouras e pecuária, consolidando o agro como motor da economia.
Área plantada de cacau no Amazonas saltou de 170 para 1,3 mil hectares desde 2019 e redesenha oportunidades para produtores na Amazônia.
Redução na subvenção ao seguro rural, embargo europeu à carne e café premiado no Cerrado Mineiro acendem alerta e mostram oportunidades ao produtor.
Com juros altos e margens apertadas, investidores reduzem exposição a commodities e exigem gestão mais profissional do produtor.

Presidente da Aprosoja-MT comandará a entidade nacional por quatro meses durante licença de Maurício Buffon, em fase decisiva para a safra de soja.
Ministério da Agricultura estima VBP de R$ 1,385 trilhão em 2026, acima da projeção anterior, mas ainda abaixo do faturamento de 2025.
Brasil recebeu 9,76 milhões de toneladas de fertilizantes no 1º trimestre de 2026, alta de 3,8%, puxada por Mato Grosso e expectativa positiva para a próxima safra.
Inadimplência no agronegócio brasileiro sobe para 8,2% em 2025, pressiona crédito e exige gestão mais rigorosa de caixa nas propriedades.
Milho safrinha deixou de ser complemento da soja e virou pilar de renda, mas custos altos, juros e clima apertam margens e exigem gestão financeira profissional.
Expectativa de acordo entre EUA e Irã reduz tensão no Oriente Médio, derruba dólar e petróleo e abre nova janela de preços e custos para o agronegócio brasileiro.