Governo brasileiro reage à tarifa de 25% dos EUA e busca reduzir impacto no agro
Tarifa extra dos EUA sobre produtos brasileiros entra em vigor em 22 de julho e pode atingir mais de um terço das exportações do agro para o mercado americano.
Tarifa extra dos EUA sobre produtos brasileiros entra em vigor em 22 de julho e pode atingir mais de um terço das exportações do agro para o mercado americano.

Sobretaxa dos EUA reduz competitividade do açúcar e do etanol brasileiros e deve redirecionar oferta para outros destinos.

Tarifa de 50% dos EUA sobre produtos canadenses reacende tensão comercial e pode afetar custos e margens no agronegócio global.

Casa Branca anuncia tarifa adicional de 50% sobre diversos produtos do Canadá, elevando tensão comercial e pressionando cadeias de veículos, bebidas e laticínios.

CNA estima que tarifa extra de 25% dos EUA vai afetar 36,5% das vendas do agro brasileiro para o país, com impacto relevante em produtos como madeira, arroz e açúcar.

Gigantes dos EUA pedem recuo em tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, com impacto direto em custos, cadeias produtivas e agronegócio.

CNA vai a Washington defender o agro brasileiro contra tarifa de 25% proposta pelos EUA, em processo que pode afetar exportações e preços.

Entidades do agro avaliam que audiência em Washington teve foco técnico, reforçando argumentos do Brasil contra tarifas e críticas ambientais.

Audiência em Washington vai avaliar tarifa extra de 25% contra exportações do Brasil, com potencial impacto direto em setores do agro e na competitividade do país.

Setores do agronegócio brasileiro participam de audiência em Washington para tentar barrar tarifa de 25% dos EUA sobre café e outros produtos.

Governo Lula vai a Washington para tentar reverter o novo pacote de tarifas de Trump, que ameaça exportações brasileiras e preocupa o agronegócio.

EUA derrubam a sobretaxa de 40% sobre parte dos produtos agrícolas do Brasil, aliviando café, mel e pescado nas exportações.
Audiência em Washington aprofunda investigação dos EUA sobre práticas comerciais do Brasil sob a Seção 301, com risco de tarifas extras sobre exportações.
Prorrogação da trégua tarifária entre EUA e Brasil reduz risco imediato ao agro, mas mantém incerteza sobre tarifas e concorrência global.

Ministro Dario Durigan quer negociação setorial com os EUA para reduzir risco de tarifas sobre o agro e preservar competitividade das exportações brasileiras.

JPMorgan aponta risco de escalada tarifária entre Brasil e EUA após medidas contra o aço brasileiro, com impacto direto em exportações e confiança do investidor.
Governo dos EUA coloca Brasil em lista de países sob risco de novas tarifas por falhas no combate ao trabalho forçado em cadeias produtivas, incluindo a pecuária.
Mauro Vieira criticou o aumento de tarifas dos EUA sobre produtos chineses e citou etanol, açúcar e carne bovina como setores sensíveis para o Brasil.

Mauro Vieira rebate sobretaxas dos EUA ao aço e ao alumínio brasileiros e diz que medida é injustificada, com risco para exportações e imagem do país.

Paul Krugman afirmou que as tarifas de Trump ao Brasil são ilegais e que as exceções na lista mostram fragilidade política e jurídica.
Em reunião ministerial, Lula criticou o aumento de tarifas dos EUA e prometeu resposta com base na lei de reciprocidade, reforçando o discurso de soberania econômica do Brasil.
Investigação dos EUA sobre trabalho forçado pode levar a tarifa extra de até 125% a exportações brasileiras, com risco direto para o agro e a indústria.
Tarifa de 25% dos EUA sobre tilápia brasileira tende a reduzir exportações e aumentar oferta interna, o que pode conter ou até derrubar preços no mercado doméstico.
Nova resolução da Aneel permite rescindir contratos legados de energia e tentar reduzir passivo estimado em R$ 35 bilhões, com impacto direto nas tarifas.

Donald Trump sinaliza nova rodada de tarifas sobre China, Japão e União Europeia, mas ignora Brasil, o que pode mexer com preços e competitividade do agro.

Gabriel Galípolo Durigan afirma que Brasil evitou retaliação contra tarifas dos EUA para preservar espaço de negociação e previsibilidade ao agronegócio.