Alta da soja destrava vendas, mas produtor mantém cautela
Reação dos preços da soja no Brasil e em Chicago melhora prêmios e incentiva novas vendas, mas comercialização segue moderada.
Reação dos preços da soja no Brasil e em Chicago melhora prêmios e incentiva novas vendas, mas comercialização segue moderada.
Maior produtora de ovos da América do Sul anuncia novo ciclo de investimentos para elevar produção anual em 50% e reforçar presença no Brasil.
Cotação da pluma avança em agosto com apoio da alta externa, mas preço doméstico ainda opera com desconto frente à paridade de exportação.

Com o fim da cota de importação da China, o mercado interno ganha peso e muda a formação de preços da carne bovina no Brasil.

Safrinha de milho 2025/26 chega a 92% da área colhida no país, com Mato Grosso já concluindo os trabalhos e oferta ganhando força no mercado interno.
Oferta restrita, compradores abastecidos e vendedores cautelosos mantêm o trigo com preços firmes e negócios pontuais no mercado interno.

Etanol hidratado cai em 22 estados e leva a média nacional a R$ 3,91 por litro, abrindo espaço para ajuste de custos na cadeia sucroenergética.
Demanda aquecida interna e externa empurra a soja no Brasil aos maiores níveis nominais desde abril de 2023, com suporte de China e indústria local.
União Europeia suspende importações de proteína animal do Brasil a partir de setembro, pressionando preços internos em meio a risco de seca.
Avanço dos remédios para emagrecimento e mudança de hábitos podem reduzir o consumo global de alimentos e mexer com a conta do agronegócio.

Câmbio valorizado e compras fortes no mercado internacional sustentam a alta da soja e abrem janela de oportunidade para o produtor brasileiro.

Chuvas e temperaturas amenas no Meio-Oeste dos EUA derrubam Chicago, enquanto prêmios firmes e dólar ajudam a sustentar a soja no Brasil.

Indicador do suíno vivo em São Paulo volta a cair e atinge o terceiro menor preço da série histórica do Cepea, pressionando a renda dos produtores.
Produção industrial cai em junho, após sequência de altas, e IBGE vê movimento como ajuste que ainda mantém quadro de estabilidade na atividade.
Após forte valorização em 2026, mercado do boi gordo encontra resistência para novas altas por causa do consumo doméstico mais contido, apesar da exportação firme.
Faturamento de máquinas e implementos agrícolas cresce 8,3% em junho, segundo Abimaq, sinalizando reação após forte queda no início do ano.
Após margens pressionadas em 2026, ajuste da oferta e avanço das exportações devem sustentar a retomada da suinocultura em 2027, segundo a ABPA.
Prévia da inflação acelera em julho com alta da energia, enquanto alimentos seguem acomodados, sinalizando ambiente de juros ainda restritivo para o agro.
Atualização no calendário de pagamentos de benefícios sociais reorganiza fluxo de renda de milhões de famílias e influencia consumo em todo o país.
Mudanças políticas e econômicas em Salvador e na Bahia criam novo ambiente de negócios que pode impactar diretamente investimentos e logística do agro no estado.

Matéria analisa por que o feijão perde espaço como fonte de proteína no imaginário do consumidor e o que isso significa para o agro.

Expansão das usinas de etanol de milho transforma o milho de grão de exportação em insumo estratégico para energia, proteínas animais e renda do produtor.
Inflação e dólar forte reduzem espaço dos vinhos importados mais baratos, enquanto o segmento premium ganha fôlego e muda a disputa com o vinho nacional.

Colheita irrigada da 3ª safra aumenta a oferta de feijão carioca de melhor qualidade e pressiona as cotações para baixo no mercado interno.
Monitor do PIB da FGV mostra avanço de 0,7% em maio sobre abril, reforçando cenário de economia em expansão com impacto direto sobre demanda interna e custos do agro.

Projeto em análise na Câmara busca reduzir burocracia e facilitar a comercialização de alimentos e produtos artesanais da agricultura familiar, ampliando canais de venda.

Disponibilidade menor no mercado físico sustenta alta do milho, enquanto a colheita da safrinha e custos de frete mantêm pressão sobre as cotações.
Preços do boi gordo voltam a cair em junho, puxados por ajuste da demanda interna e menor ritmo de compras dos frigoríficos.
Preços dos alimentos recuam e seguram o IPCA, dando alívio ao bolso das famílias e mudando o cenário para o produtor rural.
Após quatro meses de crescimento, produção industrial cai 0,2% em maio, com impacto direto em derivados de petróleo e indústria extrativa, sinalizando alerta para o agro.
Raça japonesa de alto marmoreio movimenta nicho premium de carne no Brasil, com quilo que pode passar de R$ 1.000 e demanda crescente em boutiques e restaurantes.
Picanha sobe mais de 10% no ano e pressiona o preço do churrasco, em meio a exportações aquecidas e oferta menor de carne bovina no mercado interno.

Após 12 anos, produtores terão novamente um concurso nacional para premiar o melhor tomate de mesa e gourmet do país, com foco em qualidade e diferenciação.

Esgotamento da cota chinesa reduz exportações, aumenta ociosidade dos frigoríficos e pressiona a formação de preço do boi gordo no mercado interno.

Novo estudo mostra que o principal consumidor do agro é B2B, urbano e institucional, exigindo inovação, rastreabilidade e narrativa clara do campo à gôndola.
Fraldinha e alcatra brasileiras superam bife de chorizo argentino em ranking global e abrem espaço para valorizar a carne nacional dentro e fora do país.
Expansão acelerada das usinas de etanol de milho pressiona governo e setor a ampliar mistura na gasolina e destravar logística para evitar sobra de produto.

Excesso de oferta derruba cotações do feijão nos entrepostos e acende alerta para a renda do produtor em plena colheita.

Rico em colágeno e cálcio, o pé de frango sai do descarte e ganha valor na mesa do consumidor e na indústria, abrindo mercado para a avicultura.

Cesta de produtos típicos das festas juninas fica mais barata com recuo de açúcar, milho e frutas da época, aliviando o bolso do consumidor e mexendo com o agro.

Câmara condiciona votação de projeto de combustíveis à retirada de urgência de PL trabalhista que tranca a pauta e afeta medidas para etanol e gasolina.
Tarifa de 25% dos EUA sobre tilápia brasileira tende a reduzir exportações e aumentar oferta interna, o que pode conter ou até derrubar preços no mercado doméstico.
Rio Grande do Sul, líder nacional na noz-pecã, projeta safra recorde de 8 mil toneladas em 2026, impulsionando oferta e consolidando o estado no mercado.

Após disparada histórica, cotações do cacau recuam e indústria começa a retomar uso da matéria-prima, com potencial de queda de preços ao consumidor.
Maior produtora de ovos da América do Sul lança bebida proteica à base de clara e mira até 10% do faturamento em produtos premium em cinco anos.
Brasil registra recorde histórico no consumo de vinhos em 2025 e vira ponto fora da curva em um mercado global em queda.
Valorização do milho verão em 2025/26 reforça renda no Centro-Sul e muda cálculo entre grão e soja nas áreas de primeira safra.