
El Niño deve atrasar início do plantio da safra 2026/27
Fenômeno El Niño pode atrasar chuvas no Centro-Oeste e no Matopiba e pressionar o calendário de soja e milho da safra 2026/27.

Fenômeno El Niño pode atrasar chuvas no Centro-Oeste e no Matopiba e pressionar o calendário de soja e milho da safra 2026/27.

Frente fria muda o tempo no feriado, com chuva forte, tempestades e risco de geada no Sul, segundo o Inmet.
Mudanças climáticas e escassez de alimentos estão pressionando a segurança global e aumentando o risco de guerras, com impactos diretos sobre o agronegócio.
Ondas de calor na Zona da Mata mineira aumentam o estresse térmico dos cafezais e podem reduzir produtividade e qualidade dos grãos.
Nova massa de ar polar baixa temperaturas no Sul e aumenta o risco de geadas em áreas produtoras, com impacto direto em milho safrinha e pastagens.

Embrapa lança agenda estratégica para orientar políticas públicas e investimentos em inovação no agro brasileiro até 2030.

Nova frente fria com massa de ar polar leva chuva, frio e risco de geada a partes do Sul, Sudeste e Centro-Oeste, afetando diretamente o planejamento do produtor.
Frente fria avança por região atípica, gera rajadas de até 70 km/h em quatro estados e exige atenção redobrada de produtores rurais.
Novo relatório da ONU indica que o planeta deve ultrapassar 1,5 °C de aquecimento já na próxima década, pressionando produção agrícola e segurança alimentar.
Fenômeno El Niño deve se intensificar na primavera, trazendo calor e chuvas irregulares que podem virar armadilha no começo da safra.
Setembro começa com frente fria, temporais e contraste de seca e excesso de chuva que afetam diretamente o planejamento da safra e da pecuária.
Fim do vazio sanitário libera plantio da soja em setembro, mas ondas de calor e chuvas irregulares podem atrasar a semeadura em regiões-chave.
Frente fria avança no início de setembro, derruba temperaturas e provoca temporais, com impacto direto no planejamento da safra e das atividades de campo.
Frente fria mantém temporais e granizo no Sul enquanto calor acima de 40°C e baixa umidade avançam pelo Centro-Oeste, Sudeste e parte do Nordeste.
Volumes acima de 100 mm no Sul e temperaturas próximas de 41 ºC no Centro-Oeste mudam a rotina de plantio, colheita e manejo de animais.

Produtores apontam o clima como principal fator de decisão para a safra 26/27 de soja, à frente de custos e preços.

Fim de agosto terá temporais no Sul e calor seco no Centro-Oeste e Matopiba, com impacto direto em colheita, plantio e risco de incêndios.
Frente fria avança pelo Sul com temporais, rajadas de até 90 km/h e risco para lavouras, armazenagem e logística.
Frente fria avança pelo Brasil com temporais, rajadas acima de 80 km/h e risco para lavouras, pastagens e logística do agro.

Previsão indica seca prolongada, baixa umidade e calor em Teresina, elevando risco para saúde, queimadas e operações no campo.
A semana termina com frio forte no Sul e calor acima de 40°C em áreas do interior, com impacto direto na lavoura e na logística do agro.

Nova frente fria muda o tempo no Sul, Sudeste e outras regiões, com quedas de temperatura e chuva que afetam diretamente o planejamento das lavouras.
Frio no Sul e calor intenso no Norte e Centro-Oeste exigem ajustes rápidos no manejo das lavouras e da pecuária nesta segunda-feira, 24.
Projeções indicam alta de até 20% em alimentos in natura com El Niño forte, elevando o IPCA e afetando margens do produtor e do varejo.

Massa de ar frio derruba as temperaturas no Sul e eleva o risco de geada em mais de 160 municípios neste domingo.

Fim de semana terá frio no Sul e umidade crítica no Centro-Oeste, com impacto direto no campo e na operação agrícola.
Avanço de frente fria muda o tempo em São Paulo, com risco de temporais isolados, ventos fortes e queda de temperatura, afetando operações no campo.

Massa de ar polar derruba mínimas abaixo de 10 °C no Centro-Sul, aumenta risco de geada em áreas de serra e exige atenção redobrada de produtores.

Massa de ar polar avança sobre o Centro-Sul e aumenta o risco de geada em áreas produtoras no fim de semana.

Massa de ar polar e ventos de até 70 km/h derrubam temperaturas e trazem chuva, com impacto direto sobre lavouras de inverno e planejamento de plantio.
Sistema de frente fria associado a ciclone extratropical muda o tempo no Centro-Sul, derruba temperaturas e traz chuva relevante para áreas agrícolas.
Rio entra em estágio 2 por ventos de até 90 km/h, com frente fria avançando pelo Sul e Sudeste e risco para logística e operações no campo.

Sistema de frente fria concentra chuva forte no Sul, enquanto Centro-Oeste e parte do Sudeste seguem sob onda de calor e tempo seco, afetando lavouras e risco de incêndios.
Inmet emite alertas simultâneos de temporais e baixa umidade de até 12%, com impactos diretos sobre planejamento de plantio, colheita e manejo no campo.
Massa de ar quente e seca leva temperaturas a 39 ºC e umidade abaixo de 20% no Centro do Brasil, aumentando risco de fogo e estresse em lavouras e rebanhos.
Semana terá calor intenso no Centro-Oeste e Sudeste e chuvas fortes no Sul, com impacto direto no manejo das lavouras e na logística do agro.
Segunda metade de agosto terá volta do frio no Sul, chuva acima de 100 mm em áreas agrícolas e influência do El Niño sobre o clima no Brasil.

El Niño mantém Santa Catarina sob cenário de calor acima da média, chuvas intensas e poucas janelas de tempo firme, exigindo planejamento fino do produtor.
O calor deve se intensificar em áreas do Centro-Oeste, Norte e Sudeste, com máximas próximas de 40°C e umidade baixa, elevando o risco de incêndios.
Previsão indica temperaturas altas e chuva acima da média no Paraná, com impacto direto sobre café e outras culturas.

Fenômeno climático pode alterar chuvas, elevar riscos de seca e inundação e pressionar a produção de alimentos na principal região exportadora do mundo.

Frente fria leva chuva forte ao Centro-Oeste e Sudeste, enquanto o Sul enfrenta frio intenso e o Norte/Nordeste seguem sob calor e tempo seco.
Sergipe, Alagoas e Bahia enfrentam baixa umidade e chuvas muito abaixo do normal, com pressão sobre lavouras e pastagens.
Frente fria mantém risco de chuva forte, granizo e ventos intensos no Sul, enquanto calor e tempo seco seguem predominando no Centro-Oeste e no interior do país.
Fenômeno pode reduzir chuvas, elevar temperaturas e ampliar o risco de queimadas, com impacto direto sobre lavouras, pastagens e logística rural.
O avanço do El Niño aumenta o calor e as chuvas irregulares no Sudeste, elevando o risco para a produção de café.
Brasil enfrenta contraste térmico com geadas no Sul, calor perto de 42°C no Centro-Oeste e risco de atraso na colheita de milho.
Uma nova massa de ar frio e a volta das chuvas devem mudar o tempo no Centro-Sul, com risco de geada, temporais e impacto direto no campo.
Inmet emite alerta laranja de baixa umidade para o Centro-Oeste, elevando riscos à saúde, incêndios e manejo no campo.
Massa de ar polar derruba temperaturas no Sul e aumenta o risco de geada, enquanto chuvas fortes atingem partes do Norte e litoral do Sudeste.

Brasil terá extremos climáticos na mesma semana: calor forte no Centro-Norte, temporais no Sul e risco de geada em áreas produtoras.
Temporais, granizo e tornado reforçam o risco climático no RS, com ameaça de novas perdas no campo e pressão sobre a produção agrícola.
Calor acima da média e chuva irregular devem marcar a transição para a primavera, com impacto direto no plantio e no manejo das lavouras.
Formação de ciclone bomba no Sul impulsiona massa de ar polar, traz ventos fortes, chuva intensa e risco de geadas amplas, com impacto direto na produção agropecuária.

Ciclone extratropical com características de ciclone bomba deve provocar temporais, granizo e rajadas acima de 100 km/h no Sul e parte do Centro-Oeste.
Formação de ciclone-bomba entre Uruguai e litoral do RS pode trazer ventos fortes, mar agitado e chuva intensa, com riscos diretos para a produção agropecuária.

Tempo seco acelera colheita no Centro-Oeste, enquanto temporais e geadas no Sul ainda ameaçam a qualidade do milho safrinha.
INMET e NOAA projetam El Niño forte a muito forte entre a primavera e o início do verão 2026/27, com impactos diretos em chuva, temperatura e risco climático no campo.
Mudanças climáticas e sobretaxas de importação estão impulsionando a criação de gado na China e redesenhando o mercado global de carne bovina.
Fenômeno deve intensificar extremos de chuva e seca no Brasil e obriga produtores a rever calendário, cultivares e manejo para reduzir perdas.
Climatempo prevê agosto com chuva muito acima da média no Sul e onda de calor em grandes áreas do Centro-Oeste, Norte, Nordeste e Sudeste, elevando riscos para o agro.
Nova frente fria avança pelo Sul com chuva intensa, granizo, rajadas de vento e risco de tornados no Oeste do Rio Grande do Sul, afetando operações de campo e logística.

Previsão de chuva em áreas produtoras pode desacelerar a colheita e outras operações, com maior atenção para Mato Grosso e Pará.

Fim de julho e começo de agosto terão chuva volumosa em várias regiões e calor acima da média, com impactos diretos no manejo da soja, milho, pastagens e logística.
Consultorias alertam que um El Niño forte no início do plantio da soja pode atrasar a semeadura e apertar a janela do milho segunda safra.
Fenômeno climático encurta a janela de semeadura, pressiona o manejo e eleva o risco no início da safra de soja no Sul.
Avanço de frente fria resfria Sul, Sudeste e Centro-Oeste, enquanto Norte e Nordeste seguem com pancadas de chuva que podem afetar o planejamento das lavouras.

Fragmentação geopolítica pode encurtar a janela de liderança do Brasil na transição energética, com impactos diretos no agro e na bioenergia.

Fenômeno El Niño pode melhorar chuvas para milho e soja em Brasil e Argentina, aliviar pressão sobre preços de alimentos e reposicionar a América do Sul no mapa do risco climático.
Frente fria reforça chuva intensa no Sul e mantém alerta de geada em áreas agrícolas, com impacto direto sobre culturas de inverno e manejo de pastagens.

Avisos do Inmet indicam chuvas fortes no Norte e Nordeste e queda acentuada de temperatura em oito estados, com impactos diretos sobre o agro.
Sistema de baixa pressão avança pelo país com chuva volumosa, rajadas acima de 100 km/h e queda de temperatura, exigindo atenção redobrada do produtor rural.

Governo fluminense monta comitê para coordenar a resposta aos impactos do El Niño, com foco em calor extremo, seca, chuvas intensas e risco de incêndios.

MAPA apresenta políticas agrícolas de baixo carbono e busca ampliar cooperação internacional em clima e comércio durante encontro em Londres.
Oferta, demanda interna, etanol de milho, câmbio e cenário global devem guiar as cotações do milho e a rentabilidade do produtor nos próximos meses.
Frente fria derruba temperaturas em áreas de milho safrinha e segura a queda dos preços ao colocar geada no radar do mercado.
Umidade adequada, temperaturas amenas e tempo seco favorecem o desenvolvimento do trigo e do milho segunda safra, reforçando a perspectiva de boa produção.

Registros climáticos de 75 mil anos em caverna paranaense mostram que El Niño e a Antártida intensificam chuvas extremas no Sul do Brasil, com impacto direto no agro.
Itaú BBA vê colheita de trigo 20% menor na safra 2026/27, com mais chuva, doenças e risco de perda de qualidade no fim do ciclo.

Nova frente fria provoca temporais e derruba temperaturas no Sul e Sudeste, com risco de geadas e impactos diretos sobre lavouras e pastagens.
Singed Lab Desastres integra dados geocientíficos para apoiar decisões de governo e setor privado na prevenção de desastres e no enfrentamento do El Niño.
Ciclone extratropical provoca temporais no Sul e abre caminho para a primeira onda de frio do inverno, com queda acentuada de temperatura em várias regiões.
Possível super El Niño no segundo semestre deve elevar temperaturas, mudar chuvas e pressionar safras tropicais e preços de alimentos.
SLC Agrícola amplia investimentos em pecuária, com foco em confinamento, enquanto mantém atenção aos riscos climáticos do El Niño sobre a safra de grãos.

Previsão indica inverno chuvoso e com menos frio intenso no Rio Grande do Sul, com impactos diretos no manejo de solo, doenças e planejamento das lavouras.

Massa de ar frio derruba temperaturas no Sul e Sudeste, aumenta risco de geada e exige atenção redobrada de produtores rurais nos próximos dias.

Governo federal instala sala interministerial para coordenar respostas ao risco de Super El Niño, com foco em desastres climáticos e impactos sobre o agro.

Nova frente fria avança pelo país com chuva forte, queda brusca de temperatura e geada em áreas de produção no Sul e Sudeste.

Inverno terá sucessão de frentes frias, chuva forte e risco de geadas em áreas produtoras, exigindo atenção redobrada do agro ao manejo de lavouras e pastagens.
Formação de ciclone e massa de ar frio derrubam temperaturas no Sul, aumentam risco de geada e exigem atenção redobrada do produtor rural.
Inmet emite alerta de geada para quase 490 municípios do Sul, com risco para lavouras de inverno e pastagens em RS, SC e PR.
Semana terá chuva de até 100 mm no Sul e temperaturas próximas de 0°C, com risco para lavouras e manejo no campo.
Frente fria avança pelo Brasil, espalha chuva acima de 80 mm em áreas de soja e milho e exige replanejamento das janelas de plantio e colheita.
Avanço de frente fria espalha chuva forte, ventos e queda acentuada de temperatura, aumentando risco de geadas em áreas agrícolas do Sul e Sudeste.
Programa SBT Agro Interior traz novas tecnologias, desafios do clima e movimentos de mercado que mexem direto com a renda do produtor rural.
Analistas veem espaço para recuperação dos preços da soja no 2º semestre com risco de El Niño e ajuste na oferta global.
El Niño forte até 2027 deve trazer chuvas irregulares e ondas de calor, alterando o planejamento da safra 2026/27 de soja e outras culturas no Brasil.

Evento no Recife discute desertificação e justiça ambiental no Semiárido, com foco em dados públicos, clima, economia e impactos sobre comunidades rurais.

Reino Unido oficializa aporte de R$ 500 milhões ao Fundo Amazônia, reforçando a agenda de clima e desmatamento com impacto direto na imagem e no crédito do agro brasileiro.
Colheita de café no Brasil ganha ritmo, porém abaixo da média histórica e com preocupação crescente sobre a qualidade dos grãos.
Ciclone extratropical reforça temporais no Sul e mantém alerta de chuva forte no Norte e Nordeste, com risco para lavouras e logística.
Inmet prevê tempestade com ventos de até 100 km/h e granizo em áreas do Sul na madrugada de segunda, com risco para lavouras, estruturas rurais e logística.
Novo El Niño ganha força no Pacífico, com risco de mais chuvas no Sul, seca no Norte e Nordeste e pressão sobre produção agrícola e logística.
Startup Trag amplia rodada, aposta em IA e quer escalar seguro paramétrico climático para meio bilhão de reais em prêmios no agro.
PIB brasileiro cresce puxado pelo agro, leite registra maior produção da história e El Niño volta ao radar com risco para safra e preços.

Santa Catarina terá chuvas moderadas entre 15 e 20 mm nos próximos dias, aliviando o solo e influenciando o planejamento de colheita e plantio no estado.
Chegada de frente fria deve reforçar as chuvas no Rio Grande do Sul na próxima semana, aliviando a seca em áreas agrícolas, mas com risco de novos transtornos em regiões já encharcadas.
Massa de ar frio e áreas de instabilidade trazem chuva e queda de temperatura em várias regiões do país, com impactos diretos no planejamento das lavouras e da pecuária.

Nova frente fria traz chuva ao Sul e Sudeste, alivia parte da seca, mas eleva risco de geada, temporais e replanejamento de plantio e colheita.

Temporal com granizo atingiu áreas de café no Sudeste, derrubou folhas e ramos e pode comprometer produtividade e caixa do produtor na próxima safra.
Massa de ar frio derruba temperaturas em 12 estados e no DF, elevando risco de geadas e afetando lavouras de inverno e pastagens.
Previsão de chuva em Realeza (PR) pode atrasar a colheita de feijão em junho e julho e exige atenção redobrada do produtor para evitar perdas na lavoura e na qualidade dos grãos.
Feriado será marcado por tardes quentes, noites frias e chuva fraca em partes do país, abrindo caminho para nova frente fria que pode mudar a rotina no campo.
No Rio, lideranças defenderam unir clima, biodiversidade e solo em uma mesma agenda para dar mais eficiência às políticas do agro.
Massa de ar frio traz chuva forte, geada e queda brusca de temperatura em regiões produtoras, com impacto direto no campo.
Massa de ar polar derruba temperaturas no Centro-Sul, enquanto Norte segue com calor acima de 30 °C, mudando manejo de lavouras e pastagens.

Massa de ar polar derruba as temperaturas no Centro-Sul e eleva o risco de geada em áreas agrícolas do Sul do país.
Proposta em debate na COP30 quer antecipar corte de combustíveis fósseis e desmatamento, com impactos diretos em crédito, mercado e exigências ambientais ao agro.
Climatempo alerta para maior chance de El Niño forte a muito forte em 2026, com impacto direto no clima e no planejamento do agro.

Massa de ar polar avança pelo Sul e áreas do Centro-Sul, aumenta risco de geadas e pode afetar lavouras de milho e fumo em fases sensíveis.
Previsão indica chuvas volumosas e acima da média em Alto Piquiri (PR) entre setembro e janeiro, com risco de atraso na colheita do milho e impacto na operação de campo.

Tempo firme antecipou a colheita de café, elevou a oferta no físico e pressiona cotações internas, mesmo com suporte parcial de Nova York e do câmbio.

Fenômeno El Niño deve reforçar estiagem e ondas de calor na Bahia, com impacto direto em lavouras, pastagens e reservas de água.

Novo modelo de Zarc por níveis de manejo será detalhado pela Embrapa na Hortitec 2026 e promete ajustar melhor risco climático à realidade de cada produtor.

Período chuvoso em região do Paraná aumenta risco de doenças no feijão e obriga produtor a ajustar plantio, tratos culturais e manejo de solo.

Estado adotou alerta preventivo diante da chance de El Niño e de impactos no clima, com foco em reduzir perdas no campo e em áreas urbanas.
Nova frente fria derruba temperaturas, aumenta risco de geadas e traz chuva irregular para áreas produtoras do Sul, Sudeste e Centro-Oeste nos próximos dias.
Nova frente fria avança pelo Brasil, traz chuva forte e queda de temperatura em áreas produtoras, alterando o ritmo do plantio e da colheita.
Nova massa de ar frio traz geada ao Sul e chuva volumosa ao Sudeste e Centro-Oeste, exigindo atenção redobrada de produtores em pleno outono.

Massa de ar polar derruba temperaturas no Sul, parte do Sudeste e Centro-Oeste, trazendo tardes frias, mudança no regime de chuva e atenção redobrada para o agro.

Massa de ar frio avança pelo Sul, traz chuva irregular e queda de temperatura, afetando manejo de colheita e plantio nas principais regiões agrícolas.
Fenômeno deve mudar o regime de chuvas e pressionar o planejamento da safra de soja 2026/27 no Brasil.
NOAA e Organização Meteorológica Mundial projetam início do El Niño nos próximos meses, com risco de evento forte e mudança brusca no regime de chuvas no Brasil.
NOAA eleva para 96% a chance de um super El Niño neste ano, com impacto direto sobre chuvas, ondas de calor e riscos para a safra em várias regiões do Brasil.

Precipitações recentes no Pará reduzem temperaturas altas e beneficiam o desenvolvimento do cacau, essencial para a retomada da produção nacional.

Fenômeno meteorológico intenso se forma no sul da Argentina, mas áreas agrícolas do Brasil seguem sem riscos de precipitações excessivas ou ventos fortes.
Agentes do mercado de milho voltam atenções ao clima quente e seco, com impactos potenciais na safra verão. Preços firmes em SP contrastam com pressões no Sul, enquanto exportações e estoques influenciam dinâmicas.