China desacelera compras agrícolas dos EUA e testa acordo de US$ 17 bilhões
Compras chinesas de produtos agrícolas dos EUA, fora a soja, podem atingir o menor nível em sete anos, ampliando a incerteza no comércio global.
Compras chinesas de produtos agrícolas dos EUA, fora a soja, podem atingir o menor nível em sete anos, ampliando a incerteza no comércio global.

Inflação e desgaste de Trump com produtores tornam a eleição nos EUA relevante para o comércio agrícola e a política brasileira.
Grupo ligado à produção de carne investiu quase US$ 3 milhões em anúncios sobre custo de vida e bem-estar animal.

Avanço da colheita norte-americana amplia a oferta disponível e reduz o suporte aos preços da soja no mercado internacional.
Alta da carne moída e do diesel transforma o setor pecuário em símbolo da inflação e em tema cultural na disputa pelo Congresso americano.

A maior presença brasileira no mercado chinês reduz espaço para a soja dos EUA e aumenta a pressão sobre preços e margens do produtor americano.
Colheita de milho alcança 60% nos EUA, enquanto soja chega a 79% e supera a média histórica para o período.
Mudanças aprovadas pelo Legislativo norte-americano podem criar barreiras comerciais e afetar diretamente exportações brasileiras de carne e outros produtos.
Programa do USDA fará pagamentos únicos a agricultores americanos para compensar parte das perdas causadas pelo diesel caro na colheita de 2026.

Candidatos americanos usam churrasco e preço da carne para disputar apoio de eleitores e defender posições sobre o agronegócio.

Relatório do Fed mostra pressão crescente sobre preços, emprego praticamente estável e risco de juros elevados, com efeitos sobre commodities e custos do agro.

Colheita americana chega a 33% no milho e 46% na soja, ainda atrasada em relação à média de cinco anos, segundo o USDA.

USDA elevou as estimativas para as safras norte-americanas de soja e milho, aumentando a oferta e pressionando as cotações.

A aproximação política com Washington não assegura redução de tarifas nem amplia automaticamente o acesso do agro brasileiro ao mercado americano.
Vendas brasileiras de carne bovina aos Estados Unidos avançaram 524,3% em setembro, mas exportações totais recuaram no mês.

Vendas do agronegócio brasileiro aos Estados Unidos caíram 17,8% de janeiro a setembro, apesar da alta nas exportações totais em setembro.

Venda anunciada pelo USDA reforça a demanda mexicana e mantém o país como principal destino do milho norte-americano.

Acordo inclui milho, trigo, carnes e laticínios dos Estados Unidos, mas deixa a soja em grão fora da lista de produtos beneficiados.

Brasil e Estados Unidos criaram grupo de trabalho para discutir tarifas de até 37,5% e possíveis medidas não tarifárias.
Colheita de milho nos Estados Unidos chega a 18% até 27 de setembro, no mesmo ritmo da média de cinco anos e acima do ano passado.
Entendimento entre Estados Unidos e China deve preservar a demanda chinesa, mas pode limitar ganhos extraordinários para a soja brasileira.

Inspeções de soja para exportação nos Estados Unidos avançaram na semana, com volume acumulado ligeiramente acima do registrado no mesmo período de 2025.

Ações migratórias reduziram o ritmo dos frigoríficos americanos, atrasaram o envio de bovinos e ampliaram o risco de alta nos preços da carne.
Encontro entre Xi Jinping e Donald Trump sinaliza tentativa de reduzir conflitos, mas mantém incertezas para o comércio agrícola global.
Reunião entre Trump e Xi busca preservar a trégua comercial e pode afetar compras agrícolas, tarifas e o fluxo global de commodities.

Ministro da Fazenda vê espaço político só após as eleições para destravar impasse tarifário com os EUA e reduzir pressão sobre exportadores brasileiros.
Queda histórica no rebanho dos EUA aperta a oferta de carne e abre janela para o Brasil ampliar exportações de bovinos ao mercado norte‑americano.

Encontro presencial entre Brasil e EUA vai tratar do tarifaço que atinge aço e produtos do agro, com impacto direto em exportadores brasileiros.

Estados Unidos abriram cota temporária de 300 mil toneladas para carne bovina, o que pode beneficiar exportadores brasileiros nas próximas semanas.
Volume de soja inspecionado para exportação nos EUA salta fortemente na semana, reforça competitividade americana e exige atenção do produtor brasileiro.
Ao elogiar a qualidade da carne bovina brasileira e sinalizar maior abertura às importações, Trump reforça o peso do Brasil na segurança alimentar dos EUA.
Novo programa Ranchers First do USDA busca acelerar a recomposição do rebanho bovino americano, hoje no menor nível em 75 anos, com foco em novilhas e pastagens.

Crise de preços e medida emergencial dos EUA ampliam cota de importação de carne bovina magra, abrindo espaço extra para o Brasil exportar sem tarifa adicional.
O americano Andrew Alvidrez crava 92 pontos e registra a maior nota do Barretos International Rodeo 2026 até agora, acirrando disputa entre Brasil e estrangeiros.
Trump promete ordem legal para permitir que produtores processem seus próprios alimentos, mirando monopólio de grandes frigoríficos e mexendo com o mercado global de carnes.
A ampliação temporária da cota de importação de carne bovina pelos EUA cria nova janela para frigoríficos brasileiros, mas com ganhos de margem limitados.
Revisão regulatória e redução temporária de tarifas para carne bovina nos EUA abrem janela de oportunidade, mas elevam a disputa política entre indústria e produtores.
Decisão dos Estados Unidos trava temas sociais na COP17 e levanta alerta para impactos em políticas de terra e combate à seca no agro.

EUA passam a taxar em 50% cerca de US$ 20 bi em produtos canadenses, e Ottawa promete retaliação dólar por dólar, elevando a tensão comercial com impacto indireto no agro.

Márcio Elias Rosa volta a criticar o tarifaço dos EUA, fala em ilegalidade nas sobretaxas e busca amenizar impactos nas exportações brasileiras até dezembro.
Governo brasileiro estima concluir até o fim de 2026 a análise da lei de reciprocidade contra tarifas dos EUA, com possíveis impactos diretos nas exportações do agro.

Trump suspende por três dias tarifas de 50% sobre importações canadenses após anunciar acordo, aliviando pressão imediata sobre cadeias produtivas e mercados globais.

Relatório semanal do USDA mostra piora nas condições de milho e soja nos EUA, reforçando volatilidade e atenção redobrada do produtor brasileiro.
Casa Branca amplia por 90 dias a flexibilização que permite navios estrangeiros no transporte de energia entre portos dos EUA.

Um ano após as tarifas dos EUA, as vendas brasileiras ao mercado americano encolheram e mudaram de perfil, com efeitos diretos no agro e na indústria.

ADM investe em quatro plantas na América do Norte, adiciona 700 mil t/ano de capacidade e reforça demanda por soja e canola, puxada por combustíveis renováveis.

Melhora do clima nas lavouras dos EUA tira prêmio de risco em Chicago e limita altas da soja no mercado brasileiro, com impacto direto na formação de preços ao produtor.
Decisão dos EUA mantém café brasileiro fora da tarifa de 25% e preserva competitividade do produto no maior mercado importador.
Governo brasileiro acionou a OMC contra tarifas de Trump sobre aço e alumínio, em movimento visto mais como sinal político do que medida prática.

Governo brasileiro contesta na OMC sobretaxa de 50% dos EUA sobre exportações, em caso com impacto direto para o agronegócio.

Presidente critica tarifas dos EUA sobre produtos brasileiros, fala em medidas de reciprocidade e alerta para impacto na parceria econômica entre os dois países.
Brasil encosta nos EUA em valor exportado e pode assumir a liderança mundial nas vendas externas de produtos agrícolas, segundo reportagem do Financial Times.

Decisão dos EUA de isentar a carne bovina brasileira da nova sobretaxa preserva margens, mantém acesso ao mercado e reduz o risco imediato para a cadeia do boi gordo.
Tarifa extra dos EUA sobre produtos brasileiros entra em vigor em 22 de julho e pode atingir mais de um terço das exportações do agro para o mercado americano.
Pressionada por entidades agrícolas, Bayer retirou pedido de sobretaxa ao glifosato chinês nos EUA, aliviando temor de alta global nos custos de manejo.

CNA estima que tarifa extra de 25% dos EUA vai afetar 36,5% das vendas do agro brasileiro para o país, com impacto relevante em produtos como madeira, arroz e açúcar.

Associação de grandes compradores de açúcar nos EUA pediu ao governo ampliação das cotas de importação com tarifa reduzida, alegando estoques abaixo do nível considerado adequado.
Governo avalia usar lei da reciprocidade contra tarifaço dos EUA, mas teme elevar custos, inflar preços e atingir o agronegócio brasileiro.

Gigantes dos EUA pedem recuo em tarifa adicional de 25% sobre produtos brasileiros, com impacto direto em custos, cadeias produtivas e agronegócio.

Setores do agronegócio brasileiro participam de audiência em Washington para tentar barrar tarifa de 25% dos EUA sobre café e outros produtos.

Governo Lula vai a Washington para tentar reverter o novo pacote de tarifas de Trump, que ameaça exportações brasileiras e preocupa o agronegócio.

USDA elevou a área plantada de soja nos EUA, com impacto direto nas cotações e nas decisões de venda e hedge dos produtores brasileiros.

Novo relatório de plantio do USDA deve apontar avanço da soja e redução do milho nos EUA, com impacto direto em preços e decisões de produtores brasileiros.

Biotrop projeta saltar de US$ 1,3 milhão para US$ 160 milhões em receita nos EUA em até uma década, apoiada em bioinsumos, P&D local e foco em grandes culturas.

México e Estados Unidos iniciam revisão do USMCA com foco em segurança econômica, regras de origem e agricultura, tema-chave para o agro brasileiro.

Maior associação de pescados dos EUA vai à audiência em Washington defender tilápia e outros produtos do Brasil contra tarifa extra proposta por Trump.

Fluxo comercial entre Brasil e Estados Unidos cai 14,3% até maio, com forte queda nas exportações; desaceleração pode afetar câmbio, preços e demanda por produtos do agronegócio.

Missão de deputados governistas aos EUA busca influenciar narrativa sobre democracia, meio ambiente e economia brasileira, com reflexos para a agenda do agro.
Mauro Vieira criticou o aumento de tarifas dos EUA sobre produtos chineses e citou etanol, açúcar e carne bovina como setores sensíveis para o Brasil.

Mauro Vieira rebate sobretaxas dos EUA ao aço e ao alumínio brasileiros e diz que medida é injustificada, com risco para exportações e imagem do país.

Paul Krugman afirmou que as tarifas de Trump ao Brasil são ilegais e que as exceções na lista mostram fragilidade política e jurídica.
Investigação dos EUA sobre trabalho forçado pode levar a tarifa extra de até 125% a exportações brasileiras, com risco direto para o agro e a indústria.

Pressão dos EUA em temas ambientais e comerciais reacende debate sobre alinhamento automático do Brasil e impactos no agro.

Donald Trump sinaliza nova rodada de tarifas sobre China, Japão e União Europeia, mas ignora Brasil, o que pode mexer com preços e competitividade do agro.

Pequim prometeu comprar US$ 17 bilhões por ano em produtos agrícolas dos EUA, somando mais pressão sobre o comércio global de grãos e carnes.

Fase 1 do acordo EUA–China pode reduzir o protagonismo da soja brasileira no maior mercado do mundo e pressionar preços e margens do produtor.

Departamento de Energia dos EUA reporta forte queda nos estoques de petróleo, acima das projeções, com impacto direto em preços internacionais e custos do agro.

Relatório da ONU prevê crescimento mais fraco para EUA e China em 2026–2027, com reflexos diretos sobre demanda, preços e câmbio para o agronegócio brasileiro.

Pequim renovou mais de 400 licenças de frigoríficos dos EUA para exportar carne bovina, medida que tende a aumentar a concorrência no maior mercado comprador do mundo.
Mercados asiáticos fecharam em baixa depois de um encontro entre Xi Jinping e Donald Trump sem anúncios práticos sobre comércio e tarifas.