El Niño pode reduzir safra de soja do Brasil em 10%
Estudo da Serasa Experian estima perda de até 17,6 milhões de toneladas de soja em cenário de El Niño forte na safra 2026/27.
Estudo da Serasa Experian estima perda de até 17,6 milhões de toneladas de soja em cenário de El Niño forte na safra 2026/27.

El Niño deve aumentar as chuvas no Sul e em áreas do Sudeste, mas ampliar o risco de calor e estiagem no Norte e no Centro-Oeste.
Estudo da Serasa Experian estima perdas de até 17,6 milhões de toneladas de soja em um cenário semelhante ao El Niño de 2023/24.
Estudo da Serasa Experian estima queda de 17,6 milhões de toneladas na produção de soja e impacto potencial de R$ 33 bilhões.
Simulação da Serasa Experian estima impacto potencial de R$ 33 bilhões no valor bruto da produção de soja em um cenário de El Niño forte.

Fenômeno pode aumentar chuvas no Sul e provocar seca, calor e irregularidade climática em outras regiões do Brasil.
Estudo da Serasa Experian estima perda potencial de 17,6 milhões de toneladas de soja na safra 2026/27 sob El Niño forte.
A oferta elevada da soja brasileira reduz o espaço para altas, mas o El Niño pode limitar a pressão sobre as cotações.
A intensificação do El Niño aumenta o risco de calor extremo, seca, chuva irregular e impactos no planejamento da safra brasileira.
Calor intenso e distribuição irregular das chuvas podem reduzir o rendimento das lavouras brasileiras na safra 2026/27.
Fenômeno pode elevar as temperaturas, alterar o regime de chuvas e dificultar a recuperação dos reservatórios paulistas, com reflexos no agro.

André de Paula mantém otimismo com produção e exportações, apesar do endividamento rural e dos riscos climáticos do El Niño.

Seca associada ao El Niño ameaça rebanhos, colheitas e a segurança alimentar de milhões de pessoas no Corredor Seco da América Central.

Projeções de um possível Super El Niño colocam o clima no centro das decisões sobre preços e demanda internacional de soja.

Cepal estima que um Super El Niño extremo pode retirar 2% do PIB regional e levar até 4,8 milhões de pessoas à pobreza até o fim da década.
El Niño, seca e altas temperaturas ampliam o risco de incêndios no campo; produtores devem reforçar aceiros, monitoramento e prevenção.

Previsão indica temperaturas de até 37°C e chuva insuficiente na Bahia entre setembro e novembro, com riscos para lavouras e disponibilidade hídrica.

Chuvas excepcionais no norte do Chile ativaram sementes dormentes e cobriram áreas do Atacama com flores após um período de seca extrema.

El Niño reduz as chuvas e aumenta o risco de incêndios na Região Norte, com impactos sobre lavouras, pastagens e logística rural.
Estudo projeta 13,3 mil mortes por calor no Brasil e reforça os riscos de secas, chuvas irregulares e perdas agrícolas entre 2026 e 2027.

Primavera de 2026 terá chuva irregular no Brasil, com riscos distintos para o plantio, o desenvolvimento das lavouras e a segunda safra.
Chuvas frequentes e excesso de umidade elevam a pressão de doenças na soja; manejo do solo e planejamento da semeadura reduzem perdas.

Fenômeno deve reforçar o contraste climático no Brasil, com chuva acima da média no Sul e calor e seca no Centro-Norte.

No Oeste catarinense, produtores ampliam o terraceamento para segurar enxurradas e proteger o solo diante do El Niño 2026/27.
Fenômeno El Niño tende a enxugar a oferta de boi gordo em regiões de pasto, com reflexos diretos nos preços, no manejo e na reposição de animais.
Última semana do inverno terá tempo firme na maior parte do país, com chuvas e calor se intensificando no Nordeste e Sudeste, afetando decisões de plantio e manejo.

El Niño pressiona a produção de uva e azeite no Rio Grande do Sul, com mais chuva, doenças e risco de queda de produtividade.

Alta de 1,47% do IGP-10 em setembro, puxada pelo atacado e por incertezas climáticas, reacende atenção aos custos de produção no agro.
Fenômeno El Niño traz excessos de chuva no Sul e atraso de precipitações no Centro-Norte, elevando custos e riscos na safra 2026/27.
Fenômeno ganha força e deve trazer chuva acima da média no Sul e calor intenso em áreas centrais e do Norte.

Imea alerta que a semeadura da soja 2026/27 em Mato Grosso deve avançar com cautela por causa da irregularidade das chuvas e da atuação de um El Niño forte.

Produtores de Mato Grosso antecipam o plantio da soja para reduzir riscos do El Niño e proteger a safra e a segunda cultura.
Fenômeno El Niño pode reduzir oferta brasileira de soja e reabrir ciclo de alta de preços no mercado mundial, com impacto direto na renda do produtor.

Safra de soja em Mato Grosso inicia com foco em áreas irrigadas, clima instável e custos altos, elevando o risco de replantio e atraso da colheita.
Previsão aponta manutenção do calor intenso e da estiagem no interior do Nordeste, com impactos diretos sobre produção agropecuária e reservas hídricas.
XP vê El Niño como fator de pressão sobre soja e milho, com risco maior para o milho e possível suporte aos preços no ciclo 2026/27.

El Niño deve trazer menos chuva e calor intenso para Santa Luzia (BA), elevando o risco de queda na produtividade e na qualidade do cacau a partir da safra de outubro.
Fenômeno deve gerar divisão de chuvas no país e aumentar riscos desiguais para soja, milho e demais culturas na safra 2026/27.

Fenômeno El Niño deve atingir intensidade muito forte e manter efeitos sobre clima e agro até fevereiro de 2027, segundo alerta da OMM.
Governo federal avalia ampliar estoques públicos e ajustar seguro e crédito rural para mitigar perdas de produtores com El Niño forte na safra 2026/27.

Fenômeno El Niño pode atrasar chuvas no Centro-Oeste e no Matopiba e pressionar o calendário de soja e milho da safra 2026/27.
Fenômeno El Niño deve se intensificar na primavera, trazendo calor e chuvas irregulares que podem virar armadilha no começo da safra.
Preço do arroz em casca dispara 22% no Rio Grande do Sul, puxado por oferta mais enxuta, estoques baixos e preocupação com o El Niño.

Fenômeno climático eleva cotações de café, cacau e açúcar e pode derrubar o PIB da agropecuária em 2027.

Relatório do Itaú aponta queda de 1,3% no PIB da agropecuária em 2027, com forte impacto sobre o milho e efeito inflacionário em alimentos.

Produtores apontam o clima como principal fator de decisão para a safra 26/27 de soja, à frente de custos e preços.
Projeções indicam alta de até 20% em alimentos in natura com El Niño forte, elevando o IPCA e afetando margens do produtor e do varejo.
Segunda metade de agosto terá volta do frio no Sul, chuva acima de 100 mm em áreas agrícolas e influência do El Niño sobre o clima no Brasil.

El Niño mantém Santa Catarina sob cenário de calor acima da média, chuvas intensas e poucas janelas de tempo firme, exigindo planejamento fino do produtor.

Fenômeno climático pode alterar chuvas, elevar riscos de seca e inundação e pressionar a produção de alimentos na principal região exportadora do mundo.

Estoques altos, tecnologia e avanço do agro brasileiro ajudam a amortecer os efeitos do super El Niño sobre oferta e preços dos alimentos.
Fenômeno pode reduzir chuvas, elevar temperaturas e ampliar o risco de queimadas, com impacto direto sobre lavouras, pastagens e logística rural.
O avanço do El Niño aumenta o calor e as chuvas irregulares no Sudeste, elevando o risco para a produção de café.
Plano federal prevê estoques de arroz e milho, ações contra incêndios e monitoramento para reduzir riscos climáticos no campo.

Nordeste deve enfrentar seca e altas temperaturas até novembro, com impacto direto sobre lavouras, pastagens e produtividade no campo.
Temporais, granizo e tornado reforçam o risco climático no RS, com ameaça de novas perdas no campo e pressão sobre a produção agrícola.
Estudo da MB Associados projeta inflação mais alta para alimentos em 2027, com feijão e arroz na linha de frente.
INMET e NOAA projetam El Niño forte a muito forte entre a primavera e o início do verão 2026/27, com impactos diretos em chuva, temperatura e risco climático no campo.
Governo discute medidas contra um possível El Niño muito forte, mas mantém bloqueio de quase metade do orçamento do seguro rural, elevando o risco para a safra 2026/27.
Safra que começa deve ser a mais cara da história, pressionada por guerra, El Niño, juros altos e incerteza no seguro rural, com risco de oferta menor e alimentos mais caros.
Fortalecimento do El Niño dispara preços de cacau e café, impulsiona grãos em Chicago e mantém Brasil bem posicionado na oferta global de alimentos.
Fenômeno deve intensificar extremos de chuva e seca no Brasil e obriga produtores a rever calendário, cultivares e manejo para reduzir perdas.
Câmara Setorial do Trigo de São Paulo vê risco de quebra de produção no Sul com El Niño, enquanto indústria paulista deve depender ainda mais do trigo argentino.
Fenômeno El Niño mais forte aumenta risco de replantio na soja, encarece a produção e pressiona margens do produtor.
Fenômeno amplia instabilidade climática e financeira, pressionando operações, recebíveis e caixa das empresas do agro.
Plano federal amplia estoques públicos de grãos e destina R$ 1,3 bilhão para reduzir impactos do Super El Niño na produção e nos preços de alimentos.

Publicação orienta municípios na prevenção a enchentes, deslizamentos e ondas de calor, com impacto direto sobre o agro e a infraestrutura rural.

Alta dos fertilizantes e risco climático podem reduzir a adubação e apertar a oferta de arroz, café, trigo e outros itens da cesta básica.
Safras & Mercado projeta safra recorde de soja no Brasil em 2026/27, mas fenômeno El Niño pode reduzir produtividade em regiões-chave.
Consultorias alertam que um El Niño forte no início do plantio da soja pode atrasar a semeadura e apertar a janela do milho segunda safra.

Embrapa divulga pacote de manejo, seguro e planejamento para reduzir perdas da soja e de outras culturas no Sul em anos de El Niño.
Fenômeno climático encurta a janela de semeadura, pressiona o manejo e eleva o risco no início da safra de soja no Sul.
Fenômeno El Niño pode reduzir a produção de café, arroz e grãos e pressionar os preços dos alimentos no Brasil entre 2026 e 2027.

Fenômeno El Niño pode melhorar chuvas para milho e soja em Brasil e Argentina, aliviar pressão sobre preços de alimentos e reposicionar a América do Sul no mapa do risco climático.

Fenômeno climático deve afetar trigo, café, milho e outras culturas, com risco de alta nos preços ao consumidor.

Governo peruano coloca 796 distritos em emergência por 60 dias devido ao risco muito alto de chuvas, enchentes e deslizamentos ligados ao El Niño.

Governo fluminense monta comitê para coordenar a resposta aos impactos do El Niño, com foco em calor extremo, seca, chuvas intensas e risco de incêndios.

Registros climáticos de 75 mil anos em caverna paranaense mostram que El Niño e a Antártida intensificam chuvas extremas no Sul do Brasil, com impacto direto no agro.
Itaú BBA vê colheita de trigo 20% menor na safra 2026/27, com mais chuva, doenças e risco de perda de qualidade no fim do ciclo.
Singed Lab Desastres integra dados geocientíficos para apoiar decisões de governo e setor privado na prevenção de desastres e no enfrentamento do El Niño.
Possível super El Niño no segundo semestre deve elevar temperaturas, mudar chuvas e pressionar safras tropicais e preços de alimentos.
SLC Agrícola amplia investimentos em pecuária, com foco em confinamento, enquanto mantém atenção aos riscos climáticos do El Niño sobre a safra de grãos.

Previsão indica inverno chuvoso e com menos frio intenso no Rio Grande do Sul, com impactos diretos no manejo de solo, doenças e planejamento das lavouras.
Novo laboratório virtual do IBGE integra dados e mapas para apoiar prevenção de desastres climáticos, com foco em El Niño e impactos sobre municípios.

SLC Agrícola amplia aposta na pecuária e revisa estratégia diante de El Niño mais severo, custos em alta e cenário ainda desafiador para o agronegócio.
Custos em alta, clima extremo e endividamento elevam o risco da rentabilidade da soja nas próximas safras e mudam o apetite ao risco do produtor.
Fenômeno El Niño forte em 2026/27 deve trazer calor excessivo e chuva irregular na primavera, elevando o risco climático para o plantio inicial da soja no Brasil.
Analistas veem espaço para recuperação dos preços da soja no 2º semestre com risco de El Niño e ajuste na oferta global.

O avanço do El Niño eleva o risco climático para o leite, reduz pasto, encarece a produção e exige ajuste rápido nas fazendas.
El Niño forte até 2027 deve trazer chuvas irregulares e ondas de calor, alterando o planejamento da safra 2026/27 de soja e outras culturas no Brasil.
Banco vê cenário climático e de custos mais pesado para a SLC Agrícola, reduz preço-alvo, aperta projeções e acende alerta para margens na safra 2026/27.
Novo El Niño ganha força no Pacífico, com risco de mais chuvas no Sul, seca no Norte e Nordeste e pressão sobre produção agrícola e logística.
Capobianco defendeu mais preparo climático e avanço no controle do desmatamento, temas que afetam produção, risco e imagem do agro brasileiro.
PIB brasileiro cresce puxado pelo agro, leite registra maior produção da história e El Niño volta ao radar com risco para safra e preços.
Climatempo alerta para maior chance de El Niño forte a muito forte em 2026, com impacto direto no clima e no planejamento do agro.

Fenômeno El Niño deve reforçar estiagem e ondas de calor na Bahia, com impacto direto em lavouras, pastagens e reservas de água.

Estado adotou alerta preventivo diante da chance de El Niño e de impactos no clima, com foco em reduzir perdas no campo e em áreas urbanas.
Fenômeno deve mudar o regime de chuvas e pressionar o planejamento da safra de soja 2026/27 no Brasil.
NOAA e Organização Meteorológica Mundial projetam início do El Niño nos próximos meses, com risco de evento forte e mudança brusca no regime de chuvas no Brasil.
NOAA eleva para 96% a chance de um super El Niño neste ano, com impacto direto sobre chuvas, ondas de calor e riscos para a safra em várias regiões do Brasil.